Posts Tagged ‘Tribuna da Bahia

07
abr
10

Feira de Livros “Vão das Letras” anima domingo no TCA

Matéria publicada no jornal Tribuna da Bahia, no caderno Cidade, página 10 no dia 06 de Abril de 2010.

 

Feira de Livros “Vão das Letras” anima domingo no TCA

 

Livros, literatura, poesia, teatro, multimídia e música serão alguns dos ingredientes que irão compor a 3ª edição da Feira de Livros “Vão das Letras”, que será realizada no dia 11 de abril, das 9h às 17h, no Vão Livre do Teatro Castro Alves. O projeto integra a programação do “Domingo no TCA”. A atividade reunirá, além das editoras para comercialização de obras a preços reduzidos, artistas da cena literária e musical baiana. A ação é parceria do Núcleo do Livro, Leitura e Literatura da Fundação Pedro Calmon/Secult com a Câmara Baiana de Livros.

07
jan
10

A Biblioteca Juracy Magalhães Jr. homenageia melhores leitores de 2009

Matéria publicada no jornal Tribuna da Bahia, no caderno Dia & Noite, na página 22, do dia 07 de janeiro de 2010

A Biblioteca Juracy Magalhães Jr. homenageia melhores leitores de 2009

Como forma de aproximar ainda mais a biblioteca do seu público-leitor, a Biblioteca Juracy Magalhães Jr., no Rio Vermelho, realiza hoje, a partir das 14h30, Homenagem aos Leitores de 2009. os selecionados ganharão além de medalha, um exemplar de uma obra bibliográfica. A seleção é feita pelos funcionários de cada setor – empréstimo, pesquisa, consulta e acesso ao Centro Digital Cidadania – CDC e contemplará os leitores que mais frequentaram a biblioteca no ano de 2009, sendo três de cada seção. Durante a programação da Homenagem aos Leitores, também haverá a palestra Formação de Hábitos Construtores da Saúde, como o enfermeiro Fábio Chagas.

16
dez
09

Cidades baianas ganham bibliotecas

Matéria publicada no jornal Tribuna da Bahia, no Caderno Cidade, na página 12, no dia 16 de dezembro de 2009.

Cidades baianas ganham bibliotecas

Governo cumpre lei aprovada pela Câmara

Cristiane Flores

A Secretaria de Cultura através da Fundação Pedro Calmon, órgão responsável pelas bibliotecas estaduais, em parceria Ministério da Cultura (Minc), está promovendo a instalação de bibliotecas em municípios baianos. De acordo com nota publicada no Diário Oficial do Estado da Bahia, foi inaugurada na última sexta-feira, dia 11 de dezembro, primeira Biblioteca Pública Municipal de Jandaira. A população da cidade terá acesso a um acervo de aproximadamente 3 mil livros, desde literatura infanto-juvenis, romances, livros de pesquisas e obras sobre temas como filosofia e literatura.

Atualmente 359 municípios baianos possuem bibliotecas; dos 58 que não possuem este equipamento, 54 já foram contemplados com o Programa Livro Aberto. Estão agendadas 10 implantações para janeiro de 2010. A meta do governo é que no primeiro semestre de 2010 seja zerado o número de municípios baianos sem este importante espaço.

A instalação cumpre determinação do governo federal. Depois de seis anos, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou por unanimidade proposta  da ex-deputada federal, Ester Grossi, para que toda escola, pública ou privada, tenha obrigatoriamente uma biblioteca .

Marilene Betros, vice-coordenadora da Associação dos Professores Licenciados Bahia (APLB/Sindicato), considera essencial as escolas possuírem bibliotecas com profissionais capacitados. “Consideramos fundamental que cada escola possua uma biblioteca, para que os alunos não precisem sair do ambiente escolar para realizar pesquisa. A gente sempre defendeu que escolas possuam não só biblioteca, como também, info-centro com manutenção adequada dos computadores. É importante ressaltar que uma biblioteca não se trata apenas de uma sala repleta de livros, é necessário um profissional capacitado não só para cuidar de maneira adequada das obras como também, orienta os estudantes”, opina Marilene.

10
nov
09

Projeto vai distribuir livros nas praias

ler na praia

 

Apesar de morar em cidade de paria, eu não gosto de freqüentá-las. Primeiro porque odeio areia no pé, segundo porque detesto sol já que fico extremamente vermelha, mas acho que por um projeto destes eu até gostaria de estar freqüentando uma praia, só para ganhar um livro, afinal livro nunca é demais.

 

Matéria publicada no jornal impresso “Tribuna da Bahia”, no dia 23 de outubro de 2009, no caderno Cidades, página 11.

 

Projeto vai distribuir livros nas praias

 

A partir de domingo começa a distribuição de livros nas barracas da cidade.

 

Noemi Flors

 

“O homem que não lê bons livros não tem nenhuma vantagem sobre o homem que não sabe ler”. A frase de Mark Twain sintetiza a importância da leitura para o ser humano. Engajado neste pensamento está Lázaro César Sandes, presidente do Projeto Ler na Praça que anuncia que a partir deste domingo começa na Praia da Pituba o projeto “Leia sem moderação” com distribuição de livros nas barracas de praia, dentro das comemorações do Dia Nacional do Livro, próximo dia 29. a data foi escolhida por o aniversário da fundação da Biblioteca Nacional, que nasceu com a transferência da Real Biblioteca portuguesa para o Brasil.

O Projeto Ler na Praça é uma ONG que hoje também possui um Núcleo de Gastronomia, onde pessoas interessadas podem aprender a cozinhar, a sede fica na Rua Teixeira de Barros, número 12, próximo da Cruz da Redenção, em Brotas. Tudo começou a cerca de 12 anos quando Lázaro teve um sonho que o reportava à época de escoteiro e seu chefe cobrava dele uma boa ação. Quando acordou ficou horas pensando em que fazer, conta Lázaro, até que surgiu a idéia de pegar os livros que tinha em casa e doar na praça da Cruz da Redenção para a comunidade.

E desde então surgiu o projeto que contou com doações de pessoas de todas as classes sociais os mais variados livros, do didático ao romance ou ficção científica, contando hoje com cerca de 150 mil livros que sendo Sandes têm que ser doados. Para ele, é importante que as crianças criem o gosto pela leitura desde cedo para desviar de outros caminhos. “A leitura está ligada à educação e se a gente não salvar estas crianças na faixa etária de 6 a 10 anos, depois não tem mais jeito. Todo mundo tem que falar esta linguagem educação. a leitura freia a violência”.

Ele explica que uma criança ociosa será facilmente convencida a entrar no mundo das drogas, seja um viciado ou como “mula” (aquele que leva as drogas para outros), mas se a dedicação for para a leitura, dificilmente esta criança entrará neste mundo que poderá acabar na violência cotidiana.

 

Faltam parcerias para novos livros

Lázaro conta que o projeto, além de outros bairros da cidade, já é desenvolvido em 54 cidades do interior e lamenta que ainda tenha dificuldade com as parcerias governamentais, mas confessa que já cansou de pedir. Agora acha que é o momento das autoridades refletirem sobre este projeto e criarem parcerias que possam difundir mais com maior número de pessoas beneficiadas. “Sinceramente, não tenho mais casa para ficar pedindo, chega um ponto que a gente tem até vergonha. Todos conhecem o meu trabalho, aqui já vieram muitos políticos famosos. Prometem, mas depois fica no esquecimento”.

Sobre a distribuição nas praias, que começa com a Pituba (entre Pituba e Amaralina) e segue em outras praias da cidade, com o slogan “leia sem moderação”, Sandes disse que não deixa de ser uma forma de despertar as pessoas para bebida que deve ser consumida com moderação. “A gente vai na praia e não há nenhuma barraca este aviso. Então vamos percorrer as praias, distribuir livros e despertá-los para este comportamento”, expôs.

Ele recordou sua infância, pois sua família era pobre, não podia comprar livros, mas quando tinha 12 anos o pai comprou uma enciclopédia, em 10 parcelas de prestação. “Para mim foi uma felicidade folhear aquele livro e me inteirar de tudo o que tinha ali”.

 

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06
nov
09

A Bela e a Fera

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A cultura sempre foi um dos marcos mais importantes das sociedades humanas, sejam elas desde as primitivas, às atuais. É a cultura que nos diferencia e torna determinadas características próprias e típicas de um povo, cidade ou país.

Mas cultura não está apenas relacionada diretamente aos hábitos alimentares, de se vestir e comportamentais. A música, o cinema, o teatro e a literatura definem a cultura, os interesses, as preocupações, inquietações e gostos de um povo. Se solidificam no tempo e ultrapassam todos os tipos de fronteiras.

O conto “A Bela e a Fera” foi escrito no século XVIII, em 1748, na França por Jeanne Marie Leprince e quase três séculos depois continua vivo, ganhando ainda hoje novas adaptações, principalmente no teatro. O que enriquece os momentos de lazer de crianças e adultos, pois na era moderna contamos com diversos recursos que tornam as histórias antigas ainda mais atraentes e um presente para o público.

E, a partir de hoje, quem ganha um presente e tanto são os soteropolitanos, pois estréia hoje em Salvador no TCA a mais nova adaptação de “A Bela e a Fera”.

 

Segue abaixo uma matéria publicada no jornal impresso “Tribuna da Bahia” no dia 05 de novembro de 2009, na página 21 do caderno cultural.

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“A Bela e a Fera”

 

O romantismo clássico de um dos mais conhecidos contos do mundo chega a Salvador em um espetáculo com animações virtuais em 3D inédito no país.

Versão High-Tech

 

Uma versão inédita do musical “A Bela e a Fera”, dirigido por Billy Bond, terá pela primeira vez no Brasil, recursos em 3D durante a apresentação. A curta temporada do espetáculo se inicia amanhã e prossegue sábado e domingo, no Teatro Castro Alves. Os ingressos estão à venda na bilheteria local para as filas “A” a “P”, por R4 140,00, para as filas de “Q” a “Z”, por R$ 120,00, e para as filas de “Z1” a “Z11”, por R$ 80,00. classificação livre, mas menores de 14 anos somente serão permitidos acompanhados dos pais ou responsáveis.

Com roteiro baseado na obra de Jeanne Marie Leprince e inspirado nos musicais da Broadway e no filme de Jean Cocteau, a apresentação, com duração de cerca de uma hora e 35 minutos se destaca entre as inúmeras montagens que contaram a clássica história de “A Bela e a Fera” pelo uso de alta tecnologia. Logo na entrada do teatro, o público receberá óculos especiais. Já na sala de espetáculos estarão instalados telões com imagens em 3D. Todo o aparato possibilitará à platéia ver pétalas de rosas caindo, borboletas e morcegos gigantes voando pelo teatro.

Mas os efeitos especiais não param por aí. Além do filme 3D, há movimentos de cenários controlados por computador, iluminação e mágica. A montagem conta ainda com cinco cenários giratórios, que mudam com o decorrer do espetáculo. Segundo o diretor da peça, a idéia é apresentar o conto de fadas com uma linguagem mais vibrante para os jovens da era da internet e dos games. “É um espetáculo para toda a família. Um show que mistura cinema e teatro, onde adultos e crianças se divertem”, diz Bond.

A produção do musical conta com 200 profissionais, entre eles 22 atores que interpretam 40 personagens. O espetáculo conta ainda com mais 180 figurinos, quatro cenários giratórios, 15 trocas de palcos, 10 toneladas de equipamentos, muita pirotecnia e efeitos visuais deslumbrantes. Os diálogos foram adaptados pelo músico Billy Bond, com cuidados especiais com a direção. “A Bela e a Fera” é o terceiro musical da série de “espetáculos familiares”, que a produtora Black e Red desenvolve sob batuta de Billy Bond, homenageando os grandes clássicos da literatura infantil. O primeiro projeto, “O Mágico de Oz”, de 2005, foi assistido por mais de 1,8 milhão de pessoas em toda América Latina. O segundo foi “Pinocchio – O Musical”, que estreou em 2006 e foi aplaudido por mais de 900 mil pessoas em todo Brasil.

 

O clássico conto

Em uma pequena aldeia vive a Bela, uma jovem inteligente que é considerada estranha pelos moradores da localidade. O seu pai Marcel, um ex- comerciante que perdeu toda sua fortuna, se converte em um inventor que é visto por todos na cidade como um louco. Ela é cortejada por Gastón, um desastrado galã que pretende casar com ela. Mas apesar de todas as jovens do lugarejo o acharem um homem bonito, a Bela não o suporta, pois vê nele uma pessoa primitiva e horrorosa.

Quando o pai de Bela é ameaçado covardemente de perder sua casa por Gastón, caso Bela não se case, ela foge e se perde nos bosques durante uma tormenta. Para escapar dos lobos que a perseguem, procura abrigo em um castelo, tornando-se prisioneira da Fera, o senhor do castelo, que na verdade é um príncipe que foi amaldiçoado por uma feiticeira quando negou abrigo a ela.

A Fera e os “moradores” do castelo que lá vivem e também foram transformados em objetos falantes, sentem que esta pode ser a chance do feitiço ser quebrado. Mas isto só acontecerá se a Fera amar alguém e esta pessoa retribuir o seu amor. Só que tem de ser rápido, pois quando a última pétala de uma rosa encantada cair, o feitiço não poderá ser revestido.

Inspirado no livro original, musicais da Broadway e no livro e filme de Jean Cocteau, o espetáculo é baseado na obra de Jeanne Marie Leprince, que em 1748 publicou sua primeira obra “O triunfo da verdade”. Entre 1750 e 1780 escreveu quatro volumes de contos, entre os quais estão os mais conhecidos em: “Le Magasin dês Enfants” (A Revista das Crianças) que inclui o conto “A Bela e a Fera” e no filme de Jean Cocteau e as inumeráveis montagens na Broadway e no mundo.

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06
nov
09

“Lavagem cultural” distribui livros

livros

“Na Bahia tudo termina em festa!”. Muitos se referem a essa frase em tom pejorativo, mas especificamente no caso do post de hoje, é em tom mais do que bem dito e comemorativo!

Matéria publicada no jornal impresso Tribuna da Bahia no dia 06 de novembro de 2009, no caderno Cidade, página 13.

“Lavagem cultural” distribui livros

Para popularizar a leitura, Biblioteca Pública distribui 1,5 livros em clima de festa de largo.

Elielson Barsan

Se o ilustre baiano Rui Barbosa estivesse vivo, provavelmente comemoraria seu aniversário ontem na II Lavagem da Biblioteca Pública do Estado da Bahia (BPEB), em companhia de amigos, poetas, artistas e leitores, e ajudaria a distribuir aos soteropolitanos mais de 1,5 mil livros. A razão? Para celebrar o Dia Nacional da Cultura – instituído em homenagem à data natalícia de Rui Barbosa, patrono da Cultura brasileira -, a Fundação Pedro Calmon (FPC) e a BPEB, promoveram um cortejo para a distribuição de livros, que saiu da Praça Dois de Julho no Campo Grande, até a sede da biblioteca nos Barris.

Manifestação tradicional da cultura baiana, a lavagem que, segundo os organizadores do evento, reuniu dois mil participantes, ganhou definição do diretor-geral da FPC, professor Ubiratan Castro de Araújo. “Esta é a única ‘Lavagem Profano-Literária’ do calendário cultural da cidade”, destaca. Para ele, tudo o que for feito com o objetivo de despertar as pessoas para a leitura é importante. “É através do livro que temos acesso a tudo: arte, literatura, informação. Ler é o ato básico de cidadania e inclusão e a biblioteca é um equipamento cultural”, complementa.

Vindo por essas boas traçadas linhas, a diretora-geral da BPEB, Ivana Lins, enfatizou a proposta do evento. “Queremos reafirmar a importância de uma ação cultural que leva o livro, a literatura e sua morada mais antiga na Bahia para a rua, proporcionando, por onde quer que o cortejo passe, o contato direto das pessoas com este universo”, salienta.

Ela acredita que com a ‘Lavagem Profano-Literária’, as bibliotecas ganham mais popularidade. “A gente percebe que com essa manifestação, a ideia de que a biblioteca é um lugar de isolamento vai sendo desfeita. É um espaço de convivência, de encontros, está dinâmica e viva”, ressalta.

Com o tema “Ler é uma viagem… Embarque nessa!”, o cortejo foi animado por Márcia Short e quem passava pela avenida embarcou na comemoração. Para a cantora, participar de um evento de incentivo à cultura a deixa lisonjeada. Ela, que está lendo “Medo de Viver”, afirma que a leitura é a melhor forma de aprendizado. “Eu defendo o conhecimento, a leitura. Ler alimenta a alma”, define. Viaturas da Transalvador deram apoio ao cortejo e, de acordo com o órgão, o trânsito fluiu normalmente.

 

Uma forma de aprendizado e de prazer

Escrever mais um capítulo da história de vida é a intenção da universitária Bruna Nadir, 20. “Minha relação com a leitura é maravilhosa. Adoro ler e sei o quanto é importante, principalmente para minha formação. Leio também por prazer”. A jovem, que estuda Produção Cultural, revela que lê em média sete livros por ano, reconhece que é pouco. “É uma faixa pequena para mim como universitária. Mesmo assim leio muita literatura na faculdade”. Ela alega a falta de tempo – estágio e estudo -, como um contratempo para eliminar a falta de leitura de mais livros. Na chegada do cortejo à Biblioteca, dezenas de baianas carregando tabuleiros repletos de livros levaram as escadarias e houve apresentações e performances de artistas. Do lado de fora da BPEB, os participantes encontraram barracas montadas para divulgar e informar os diferentes setores e serviços oferecidos pela instutuição.

A Biblioteca tem 198 anos de existência e foi a primeira da América Latina. Novas atividades foram incluídas em sua programação de incentivo à leitura, como projeto “Domingos Culturais”, com ações voltadas para toda a família. Além disso, a BPEB recebeu o Ministério da Cultura, o investimento de R$ 3 milhões para o projeto de modernização que vai contemplar reforma, infraestrutura, acessibilidade, aquisição de publicações, acervos e equipamentos de informática e audiovisual.

 




Melissa Rocha

Jornalista apaixonada por cachorros e literatura, principalmente o gênero infanto-juvenil. Torcedora (e sofredora) do Palmeiras e Bahia. Fã de Drew Barrymore, Dakota Fanning, Anthony Kiedis e Red Hot Chili Peppers, All Star e Havaianas.

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