Posts Tagged ‘Chris Weitz

27
nov
09

Lua Nova desperta a esperada euforia nos fãs, mas decepciona

Como estudante de jornalismo, apoio a liberdade de imprensa e com a propagação de blogs na internet, todos podem falar o que quer e acho isso um peso e duas medidas. Mas não concordo com muito do que foi dito nesta matéria.

Eu não vi ainda o filme, mas duvido muito que Kristen Stewart esteja tão mal assim no filme. Ela não é uma garota tão conhecida e com tanta bagagem como Dakota Fanning, por exemplo.  Mas dizer que a garota é inexpressiva, pra mim, é demais.

A coisa mais natural do mundo é um livro, ou uma coleção deles, fazer o maior sucesso e quando ganha uma adaptação para o cinema não ser tão bom, mas fazer sucesso na sétima arte por causa dos fãs dos livros… pra mim já é demais. “A Bússola de Ouro”, primeiro livro da coleção Fronteiras do Universo de Philip Pullman é uma obra fantástica. A coleção foi publicada no início dos anos 90 e só em 2007 ganhou uma adaptação para o cinema do primeiro livro, e quado vi me decepcionei.  Mas me decepcionei por uma série de fatores, não por atuação de um ou outro ator, até porque o elenco do filme é muito bom.

Todo mundo que viu “Lua Nova” me disse que o filme é muito melhor que “Crepúsculo” em termos de técnica, efeitos visuais, efeitos especiais, maquiagem dos atores etc. Será mesmo que é tão ruim quanto essa jornalista descreve? Não sei não… Vou assistir e conferir…

Como diz Noblat:  “Médico acha que é Deus e jornalista tem certeza”. Como aluna da faculdade de comunicação da Universidade Federal da Bahia, digo que ele está certíssimo, pois na faculdade em que estudo há muitos pseudointelectuais que se acham o suprassumo da sabedoria. Prefiro os humildes e que escrevem o que realmente pensam, não somente utilizar o seu papel de formador de opinião para criticar e esculhambar alguma coisa… Quando se é crítico de cinema, de literatura ou crítico cultural como um todo, deve-se ter cuidado com o que se diz e realmente com o que se vai criticar. Principalmente quando se é algo voltado para o público infanto-juvenil. Nem sempre eles encaram e entendem as argumentações como os adultos…

Pronto! Falei! Posso até ser criticada por isso. Mas aqui é um espaço democrático. Não recebo sempre elogios. E as críticas construitivas são sempre muito bem vidas.

Matéria publicada no Caderno 2 do jornal A Tarde, na página 3, no dia 21 de novembro de 2009.

Lua Nova desperta a esperada euforia nos fãs, mas decepciona

Maria Santossa

Gritinhos histéricos, suspiros e sessão lotada marcaram a estreia de “Lua Nova”, segundo filme da saga “Crepúsculo”, em Salvador, na madrugada de ontem. Os fanáticos teens (sobretudo garotas), aparentemente alheios ao quanto o filme deixa a desejar, se derreteram toda vez que Edward (Robert Pattison) surgiu, tirou a camisa ou se declarou a Bella (Kristen Stewart).

Escrita pela dona de casa norte-americana Stephenie Meyer, a serie de quatro livros sobre o amor de uma humana por um vampiro – ambos adolescentes (quer dizer, ele tem 17 há 109 anos) – virou best-seller, com mais de 80 milhões de livros vendidos desde 2005. Nesta segunda parte da história, um incidente na casa dos Cullens leva Edward a terminar o relacionamento e a abandonar Bella, que encontra forças na amizade (ou seria no amor?) de Jacob.

Ao lado de Taylor Lautner (Jacob), a atriz Kristen Stewart (Bella) fica ainda mais inexpressiva

Surpresa

O personagem de Taylor Lautner, inclusive, ganhou – literalmente – corpo na trama. Criticado pela falta de carisma após o primeiro filme (“Crepúsculo”, 2008), ele é a surpresa do elenco principal. Perto dele, Stewart ficou ainda mais inexpressiva. As sobrancelhas semicerradas, os olhos fixos no chão e a boca entreaberta acompanharam a garota em diversas cenas. Como a trama está mais arrastada, os atores receberam um foco dramático. Azar deste foco pousar justamente em atuações medíocres e sorte do enredo, que, de tão envolvente, não desanda.

Orçado em US$ 50 milhões, “Lua Nova” deve ser sucesso de bilheteria mais por causa dos inúmeros fãs da série do que pela qualidade técnica. Nem mesmo a substituição da diretora Catherine Hardwicke por Chris Weitz (de “A Bússola de Ouro”) injetou apuro e sofisticação.

A maquiagem amadora e os efeitos nada especiais melhoraram, mas não tanto. O brilho da pela vampiresca ao sol está mais verossímil e a fotografia foi mais bem cuidada; a transformação de garotos em lobos gigantes, no entanto, é risível.

Há quem diga que o interesse no pretenso romance (na vida real) de Kristen e Pattison e o polêmico posicionamento do Vaticano, que considerou o longa “um desvio moral”, possa atrair o público a ponto de o filme bater os mais de US$ 383 milhões arrecadados no longa anterior. Os mais críticos e espertos, no entanto, devem se preparar e esperar menos de “Eclipse”, o terceiro longa da série, previsto para junho do ano que vem.

26
nov
09

Sexo e sangue? Não, é apenas amor

Matéria publicada no Caderno 2 do jornal O Estado de São Paulo no dia 14 de novembro de 2009, na página D4

Juventude – Comportamento

Sexo e sangue? Não, é apenas amor

Em essência, o sucesso retumbante da série “Crepúsculo” é mais um caso de romantismo nos moldes de Romeu e Julieta

Luiz Carlos Merten

Quem já leu “Lua Nova”, o segundo livro da saga “Crepúsculo”, sabe que nas últimas páginas do livro Edward e Bella, que formam o casal protagonista, discutem por que ela está lendo “O Morro dos Ventos Uivantes”, de Emily Bronte. O livro é um dos clássicos da literatura inglesa, mas Edward contesta que o casal de amantes, Heathcliff e Catherine, seja colocado no mesmo plano de Romeu e Julieta e Elizabeth e Darcy (de “Orgulho e Preconceito”), como representações do romantismo. Edward contesta Bella, dizendo que a história de “O Morro dos Ventos Uivantes” é de ódio, não é amor.

O leitor jovem pode nem prestar muita atenção no que Edward e Bella dizem, mas quem está falando ali, naquele momento, não é só o rapaz, mas a própria escritora Stephenie Meyer. Formada em literatura inglesa, ela põe ali um toque pessoal, e quem sabe uma pitada de polêmica, ou então está só querendo provar, para si mesma e para os outros, que sabe das coisas. Stephenie é hoje uma das 100 personalidades mais influentes do mundo, e isso só por causa da saga “Crepúsculo”. Já virou lenda urbana a história sobre como ela teve um pesadelo, acordou, foi correndo para seu computador e começou a esboçar a história da garota de classe média que se sente atraída por seu colega, e ele é um vampiro.

Vampiros de classe média, um tento assépticos? Antônio Gonçalves Filho disseca nesta página (abaixo) o que isso representa de mudança em relação à grande tradição do gênero. Mas a verdade é que toda essa devoção do público exige investigação. O primeiro livro, e até o filme, podem ter sido espontaneamente descobertos pelo público. Agora já tem marketing pesado em cima. Roberta Augusto, da empresa Summit, estima que “Lua Nova” poderá mais do que duplicar o público de “Crepúsculo” nos cinemas brasileiros, atingindo 7,5 milhões de espectadores. O investimento está sendo pesado para garantir que isso ocorra e a TV tem sido aliada, não só a rede Telecine.

Garotas sonham mesmo é com beijo de Robert, com todo risco que significa

A Globo fez um concurso, “O Desafio do Vampiro”, cujo desfecho teve pico de audiência dentro do Fantástico, dia 1º. O sucesso se reflete na venda antecipada, que atingiu 95 mil ingressos na rede Cinemark, bem mais do que o fenômeno “Harry Potter”. Lautner é mero coadjuvante em “Crepúsculo”, hoje à noite, na TV paga. Em “Lua Nova”, Pattison é herói que quase não se vê. Lautner – o lobisomem – cresce em cena. O próprio ator passou por uma transformação.

Ele conta que quase foi demitido da produção, mas conseguiu convencer o diretor Chris Weitz que poderia ganhar massa física, e rapidamente. Os garotos, na fase pré-lobisomens, passam pelo filme com barrigas tanquinhos e bíceps desenvolvidos, quase sempre sem camisa. Em tempos de Mix Brasil, a produção não se arrisca a desperdiçar o potencial de atração para um público, digamos, alternativo. Lautner, apesar do físico sagrado, é meio garotão. Kristen é mais reflexiva. Um pouco para o companheiro de elenco, um pouco para o repórter, ela comenta a agitação na frente do hotel, a correria dos fãs.

“Temos a sorte de estar aqui, e tudo isso é maravilhoso, mas a série é maior que nós e outros atores poderiam estar provocando a mesma reação. O público não está aqui porque eu sou Bella e Taylor (Lautner) é Jacob. Talvez Robert (Pattison) seja o mais carismático de nós todos, mas até ele acha maluco que tenha ido dormir um dia anônimo e acordado uma celebridade por causa de um vampiro que interpreta num filme de Hollywood”. O Repórter tenta puxar o assunto para a iconografia tradicional do gênero. Vampiros são sensuais, voam, o ato de sugar o sangue a vida eterna mexem com fantasias profundas. Nada disso é relevante aqui. O que Stephenie (Meyer) reinventou, o que nós estamos reinventando aqui é “Romeu e Julieta”. Vá lá foram e pergunte para aquelas garotas. Todas gostariam que Robert (Pattison) aparecesse e as beijasse, com todo o risco que isso implica. Só isso”. O romance, portanto, predomina sobre a perseverança. O sucesso da série é um sinal dos tempos.

26
nov
09

‘Manter o medo é complicado’, diz vampiro-galã de ‘Crepúsculo’

‘Manter o medo é complicado’, diz vampiro-galã de ‘Crepúsculo’

Robert Pattinson diz que fama de seu personagem o assustou.
Elenco lançou ‘Lua nova’, novo filme da série, em Madri

13/11/09 – 13h41 – Atualizado em 13/11/09 – 13h41

Robert Pattinson durante a apresentação do filme ‘Lua nova’ em Madri. (Foto: Reuters)

 

O ator Robert Pattinson revelou na quinta-feira (13)  que ficou nervoso com a fama que obteve com “Crepúsculo”, mas que está mais tranquilo agora que descobriu que o que os fãs querem é seu personagem, não ele.

 

“Crepúsculo”, baseado no best-seller de Stephanie Meyer sobre um casal formado por um vampiro e uma mortal, trouxe a fama para a dupla de protagonistas ao arrecadar US$ 383 milhões nos cinemas de todo o mundo.

 

“Foi tudo tão de repente. Comecei a ficar nervoso porque tanta gente gostava de mim, mas agora sei que tudo tinha a ver com o personagem. Quanto mais digo a mim mesmo que é o personagem que adoram, mais fico tranquilo”, explicou Pattinson sobre o “fenômeno de fãs” durante a apresentação da sequência “Lua nova”, em Madri, nesta quinta-feira (13).

 

“Acredito que continuo o mesmo, e assim você não sente que tem que cumprir com certas expectativas”, acrescentou o britânico, que foi recebido por fãs adolescentes na entrada do hotel madrilenho.

Sobre seu personagem em “Lua nova”, o ator revelou que Edward não aparecia tanto quanto na primeira parte, e agradeceu ao diretor o espaço que recebeu.

Tive muito tempo para pensar até onde queria que esse personagem fosse. É um papel muito menor, não tenho a responsabilidade do filme todo sobre os meus ombros…”, disse o ator, que também participou de “Harry Potter e o Cálice de fogo” em 2005.

Pattinson chegou a Madri acompanhado dos outros dois protagonistas do filme, Kristen Stewart e Taylor Lautner, e do diretor Chris Weitz, em uma das cinco paradas europeias para a apresentação do filme.

A saga, que foi definida pela escritora como “uma novela sobre a vida”, não pretende inspirar medo.

 

“Não penso em Edward como um vampiro nem em Jacob como um lobisomem. Ambos odiamos a ideia de que o filme dê medo e de que os vejam como monstros”, disse Lautner, que faz o papel de lobisomem e teve que se submeter a grandes esforços físicos para dar credibilidade a seu personagem.

“Manter o medo é complicado. Vejo o personagem de forma diferente do que vê a plateia. Sempre tentei explorar o lado mau de Edward”, explicou Pattinson.

 

http://g1.globo.com/Noticias/Cinema/0,,MUL1378089-7086,00-MANTER+O+MEDO+E+COMPLICADO+DIZ+VAMPIROGALA+DE+CREPUSCULO.html

 

25
nov
09

Diretor evita comparações e diz que ‘Lua nova’ é um novo filme

Diretor evita comparações e diz que ‘Lua nova’ é um novo filme

Segunda parte da saga ‘Crepúsculo’ estreia na Espanha na quarta (18).
Chris Weitz e elenco falam sobre os novos caminhos da trama.

12/11/09 – 15h52 – Atualizado em 13/11/09 – 11h38

“Lua Nova” é uma obra com seus próprios desafios que não deve ser percebido “como uma simples sequência, é um novo filme”, disse nesta quinta-feira (12), em Madri, Chris Weitz, diretor da segunda adaptação cinematográfica da saga “Crepúsculo”, que estreia na próxima quarta-feira (18) na Espanha a escalada mundial.

O cineasta aterrissou em Madri, junto com os atores Robert Pattinson, Kristen Stewart e Taylor Lautner, para promover a segunda etapa deste “Romeo e Julieta” em versão vampiresca, cuja primeira parte, “Crepúsculo”, arrecadou mais de US$ 350 milhões no mundo todo.

“Estou tranquilo, o êxito da primeira parte assegura a resposta do público e, além disso, contei com um elenco de atores maravilhosos”, afirmou Weitz, que em “Lua nova” substituiu na direção Catherine Hardwicke, encarregada do primeiro filme.

Vampiros

Centro das atenções dos olhares femininos, Robert Pattinson considera que Edward, o vampiro que interpreta na ficção, tem “um lado obscuro muito bem trabalhado”. “Tive tempo para refletir sobre meu papel e, além disso, Edward aparece menos em ‘Lua nova'”, explicou.

Taylor Lautner, outro dos bonitões da saga, afirmou que seu personagem, o homem-lobo Jacob, “mudou muito com relação à primeira fase”. “Por sorte, Chris Weitz me ajudou para assimilar essa nova interpretação”, explicou o ator de 17 anos.

A atriz Kristen Stewart dá vida na tela a Bela, uma jovem estudante que não só está apaixonada de Edward, mas também é íntima amiga de Jacob.

“‘Lua nova’ é meu livro favorito da série, e estava muito nervosa antes de começar a rodar”, confessou a atriz.

O segundo filme da saga se caracteriza pelo enfrentamento, cada vez mais radicalizado, entre os vampiros de Edward e os lobisomens de Jacob, enquanto Bela mantém o equilíbrio para não optar por nenhum dos dois grupos.

Polêmica

O excessivo respeito à castidade foi uma das notas mais polêmicas da saga “Crepúsculo”, cuja responsável, a escritora Stéphanie Meyer, defende a opção de chegar virgem ao casamento.

“Entendo que na Espanha, um país tão liberal, a defesa da moralidade possa chocar tanto”, opinou Weitz.

O diretor considera “um pouco cínica”, no entanto, a visão da sociedade atual, que “encoraja os jovens a manter relações desde cedo”.

Kristen Stewart tomou o bastão para expor a questão de uma forma “muito doce” que o vampiro Edward queira “defender sua virgindade”, já que “procede de uma época distinta e tem outros valores”.

Robert Pattinson tratou de racionalizar a simpatia que despertam os personagens de Edward e Jacob: “é habitual sentir pena dos maus, pelo psicopata, até ele te levar para o quarto”, brincou antes de assinalar que a “visão” de Edward é “distinta da do público”.

Retomando o discurso de seu companheiro de cena, Taylor Lautner afirmou que não contempla os personagens simplesmente do vampiro e do homem-lobo.

“Acho que as pessoas passam o mesmo: se identifica com o que sentimos, e não com o que somos”.

Enquanto os protagonistas do filme respondiam às perguntas da imprensa em um hotel no centro de Madri, centenas de adolescentes faziam fila no Palácio de Vistalegre, onde está previsto para esta tarde um encontro dos fãs de “Crepúsculo”.

“Tudo explodiu de repente e, no início, eu estava muito bem, mas meu ego não é tão grande assim e chegou um momento em que fiquei nervoso”, confessou Robert Pattinson, que fez tratamento psicológico para se libertar da pressão. “Repito muitas vezes que os admiradores não querem a mim, mas a Edward”.

 

 

http://g1.globo.com/Noticias/Cinema/0,,MUL1376759-7086,00-DIRETOR+EVITA+COMPARACOES+E+DIZ+QUE+LUA+NOVA+E+UM+NOVO+FILME.html

 

25
nov
09

‘A cada filme, quase tenho um ataque de pânico’, diz estrela de ‘Crepúsculo’

‘A cada filme, quase tenho um ataque de pânico’, diz estrela de ‘Crepúsculo’

Kristen Stewart e Taylor Lautner falaram ao G1 sobre ‘Lua nova’.
O longa, segundo da franquia, estreia nos cinemas em 20 de novembro.

03/11/09 – 08h52 – Atualizado em 04/11/09 – 08h49

Débora Miranda

Do G1, em São Paulo

 

A rápida passagem dos atores Kristen Stewart e Taylor Lautner pelo Brasil, neste fim de semana, vai deixar saudades nos fãs. Centenas deles passaram o sábado (31) e o domingo (1º) em frente ao hotel no qual a dupla estava hospedada, com cartazes e mensagens de amor, promovendo momentos de histeria generalizada sempre que alguém surgia na janela.

Junto com Robert Pattinson, Kristen e Lautner formam o trio protagonista de “A saga Crepúsculo: Lua nova”, filme de vampiros baseado na série de livros de mesmo título, que estreia nos cinemas no próximo dia 20. Os atores estiveram no Brasil justamente para falar sobre o segundo longa da franquia. E apenas sobre isso, já que questões sobre vida pessoal foram vetadas, assim como sobre “Eclipse”, a terceira parte da história.

Os atores concederam uma entrevista coletiva à imprensa e algumas exclusivas, das quais o G1 participou. Entre outros assuntos, eles comentaram sobre a evolução do primeiro filme para o segundo, sobre a história de amor que o filme aborda e sobre a pressão que é fazer parte do maior fenômeno adolescente da atualidade.

Jacob (Taylor Lautner) e Bella (Kristen Stewart) em cena de ”Lua nova” (Foto: Divulgação)

 

Pressão em fazer “Crepúsculo”

Kristen Stewart – Você só deve se preocupar com aquilo que pode controlar, e dar o melhor de si. Me sinto pressionada toda vez que vou fazer um filme, quase tenho um ataque de pânico. E sempre será assustador, porque cada um tem uma impressão e uma interpretação diferentes do livro. Então, é uma pressão enorme. Mas eu acho que a única forma de fazer um bom trabalho é se você tiver uma razão para isso.

Taylor Lautner – Você pode olhar como pressão ou como motivação. E é nisso que estamos tentando nos concentrar.

Kristen – E é muito motivador. Especialmente quando as pessoas lá fora vêm falar com você chorando: ‘Muito obrigada!’. Eu penso: ‘Nossa! Espero que elas gostem mais do próximo”. E acho que elas gostarão. Eu amei o segundo.

Evolução de “Crepúsculo” para “Lua nova”

Lautner – Eu não tive muita oportunidade de trabalhar com a Catherine Hardwicke [diretora de ‘Crepúsculo’], porque fiz poucas cenas do primeiro filme. Mas tive uma experiência maravilhosa com Chris Weitz [diretor de ‘Lua nova]. Ele é um cara muito talentoso, tudo o que ele fez no filme ficou muito bom, foi uma experiência maravilhosa.

Kristen – Quando você trabalha com um diretor que é tão legal e tão atencioso, você se sente segura em fazer outras coisas, em ousar. Há muita pressão envolvida, pelo filme ser baseado nesse livro que foi lido por tanta gente. Chris, sem se esquecer disso, nos deixou conhecer nossos personagens e acho que isso melhorou muito o filme. Mas acho que a grande diferença entre os dois é que “Crepúsculo” não começou tão grande, era tudo em menor escala. Catherine era uma diretora de filme independente, tinha um sentimento e um olhar que combinavam com isso. “Lua nova” é um pouco mais bem pensado e maior.

A luta de Lautner pelo papel

Kristen – Na cabeça de todo o elenco, Taylor tinha o papel. Nós sabíamos que ele era o cara certo. A mídia fez parecer que houve uma grande briga quanto a isso, mas não houve. O estúdio precisava apenas se sentir seguro, ter a certeza de que era ele o ator ideal para o personagem.

Lautner – Durante aquele tempo, ainda não havia diretor definido [para ‘Lua nova’], e precisavam decidir isso antes de qualquer outra coisa. Me foquei no que eu podia fazer, que era me preparar física e intelectualmente para o Jacob. Foi um trabalho duro e levou um tempo. Eu comecei literalmente no dia seguinte ao fim das filmagens de “Crepúsculo”. Tinha que ganhar massa muscular e foi o que eu fiz: muita malhação, muita alimentação e shakes de proteína. E deu certo.

Mais que uma história de vampiros

Lautner – Eu não era um grande fã de vampiros antes dos filmes, nem de lobisomem. O filme não é sobre vampiros ou lobisomens, é sobre o relacionamento desses personagens. E o fato de ter lobisomens e vampiros envolvidos diferencia isso e potencializa tudo, torna a história mais interessante. Todo mundo pode se identificar com eles, em qualquer lugar do mundo.

Kristen – É uma boa metáfora para qualquer relacionamento difícil em que as pessoas têm que fazer concessões, entende? Talvez esse seja um exemplo estranho, mas é como se você estivesse namorando um viciado em drogas e estivesse apaixonada por ele. E aconteceu de ele ser um vampiro. É altamente emocional, não é apenas um término de relacionamento normal. Em “Lua nova”, quando Edward deixa Bella, não é como se o seu namorado te deixasse. O fato de eles serem vampiros e lobisomens coloca essa história de amor no nível mais extremo que possa haver.

Kristen Stewart e Robert Pattinson: ‘Bella e Edward são almas gêmeas’, diz a atriz (Foto: Divulgação)

 

Edward ou Jacob?

Lautner – Jacob e Edward são caras totalmente opostos. É uma questão de direita ou esquerda.

Kristen – É com Jacob que ela deveria estar. Na teoria, ele é absolutamente perfeito para ela. Ela não tem que pensar tanto quando está com ele, ela se diverte, ela é ela mesma. Todo aquele sentimento de insegurança desaparece completamente. Mas infelizmente as meninas não tomam as melhores decisões por elas mesmas. E há algo em Edward… Bem, eles são almas gêmeas. E se você acredita em destino, Jacob não tem que ficar com Bella, ele tem que ser seu melhor amigo, que é justamente o que ele é. Você tem que amar alguém, não procurar apenas conforto.

Fenômeno vampiresco

Kristen – É uma moda, é um assunto interessante. Ele levanta tantas questões: como seria viver para sempre? Existe algo após a vida? Acho que é popular e está na moda atualmente, então as pessoas estão tentando ganhar em cima disso. Mas ao mesmo tempo estou feliz que isso esteja acontecendo, porque é muito interessante. E pelo menos uma vez algo que tornou popular vale a pena.

 

http://g1.globo.com/Noticias/Cinema/0,,MUL1364244-7086,00-A+CADA+FILME+QUASE+TENHO+UM+ATAQUE+DE+PANICO+DIZ+ESTRELA+DE+CREPUSCULO.html

24
nov
09

Veja os cartazes do novo filme da série ‘Crepúsculo’

Veja os cartazes do novo filme da série ‘Crepúsculo’

‘Lua nova’, de Chris Weitz, tem estreia marcada para 20 de novembro.
Longa é baseado no segundo livro da série criada por Stephenie Meyer.

29/09/09 – 17h37 – Atualizado em 29/09/09 – 17h56

A produtora Summit Entertainment divulgou nesta terça-feira (29) os cartazes do filme ‘Lua nova’, que tem estreia marcada para o dia 20 de novembro. Um deles traz em destaque o casal Kristen Stewart e Robert Pattinson, que vivem os protagonistas Bella e Edward. O outro coloca em evidência o ator Taylor Lautner, que interpreta o personagem Jacob Black. Baseado no segundo livro da série ‘Crepúsculo’, de Stephenie Meyer, ‘Lua nova’ tem direção de Chris Weitz (de ‘American pie’). (Foto: AP)

O terceiro pôster do novo filme traz em destaque Dakota Fanning, que interpreta a personagem Jane. (Foto: AP)

 

http://g1.globo.com/Noticias/Cinema/0,,MUL1322967-7086,00-VEJA+OS+CARTAZES+DO+NOVO+FILME+DA+SERIE+CREPUSCULO.html

24
nov
09

Sequência de ‘Crepúsculo’ é deprimente, diz Robert Pattinson

Sequência de ‘Crepúsculo’ é deprimente, diz Robert Pattinson

‘É estranho para quem quer ver uma história de amor’, diz ator.
Antes, ele volta às telas como Salvador Dali no filme ‘Little ashes’.

26/03/09 – 13h13 – Atualizado em 26/03/09 – 16h55

Cena de ”Crepúsculo” (Foto: Divulgação)

Para os fãs do filme “Crepúsculo” que estão ansiosamente aguardando a sequência mas ainda não leram o segundo livro da série sobre vampiros, “Lua Nova”, o astro do filme, Robert Pattinson, oferece um conselho: estejam preparados para algo diferente, talvez um pouco estranho.

Pattinson virou sensação da noite para o dia representando um vampiro apaixonado no sucesso estrondoso que sugou US$ 373,4 milhões das bilheterias mundiais. Ele está em Vancouver, Canadá, nesta semana, iniciando a produção da versão para os cinemas de “Lua Nova”.

 

Antes de a sequência chegar aos cinemas, em novembro, Pattinson será visto no papel do excêntrico pintor Salvador Dali em “Little ashes”, que estreia nos cinemas norte-americanos em 8 de maio e narra um caso de amor homossexual entre Dali e o poeta Federico Garcia Lorca.

Por enquanto, porém, sua atuação como o vampiro imortal Edward Cullen, que se apaixona pela colegial Bella Swan (Kristen Stewart) em “Crepúsulo”, o projetou para a fama, e os fãs estão ansiosos por mais informações sobre “Lua Nova”.

Demonstrando cautela, Pattinson disse à agência Reuters: “A maior parte de ‘Lua Nova’, o livro, é incrivelmente deprimente. Obviamente ‘Crepúsculo’ foi sobre o primeiro amor e suas dificuldades, mas ‘Lua Nova’ é sobre perdas e reconciliações, só que as reconciliações não são totais”.

“É uma história estranha para oferecer a um mercado que eu acho que quer ver uma história de amor”, acrescentou.

Apesar disso, o ator, natural de Londres, disse que todos os envolvidos estão trabalhando para fazer do filme “Lua Nova” um sucesso tão grande quanto “Crepúsculo”.

A ascensão de Pattinson converteu o ex-modelo num dos alvos favoritos dos paparazzi. Ainda no ano passado ele era um ator relativamente desconhecido, cujos maiores créditos no cinema eram papéis coadjuvantes em dois filmes “Harry Potter”. “Isso está virando uma situação louca”, disse Pattinson. “Virou uma espécie de fenômeno, uma coisa que eu realmente não previa.”

Para fugir de tudo isso, ele frequentemente se volta a um de seus primeiros amores, a música. Pattinson toca violão e piano, e sua canção “Never think” chegou à trilha sonora de “Crepúsculo”. Por enquanto, ele disse que não há planos para colocar música sua em “Lua Nova”, mas ficou “obcecado” por compor.

Pattinson disse que seu ídolo, como ator, é o premiado com o Oscar Jack Nicholson, e que seu trabalho ideal seria algo distante dos holofotes da mídia. “Qualquer trabalho em que fosse possível me isolar de todo o mundo”, disse ele. “Lua Nova”, dirigido por Chris Weitz, está previsto para estrear em 20 de novembro.

http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,MUL1059740-7084,00-SEQUENCIA+DE+CREPUSCULO+E+DEPRIMENTE+DIZ+ROBERT+PATTINSON.html




Melissa Rocha

Jornalista apaixonada por cachorros e literatura, principalmente o gênero infanto-juvenil. Torcedora (e sofredora) do Palmeiras e Bahia. Fã de Drew Barrymore, Dakota Fanning, Anthony Kiedis e Red Hot Chili Peppers, All Star e Havaianas.

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