Archive for the 'Meg Cabot' Category

05
maio
10

Meg Cabot

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A autora considerada a “rainha pop das adolescentes”, Meggin Patricia Cabot, mais conhecida pela abreviação Meg Cabot, nasceu no dia primeiro de fevereiro de 1967 em Bloomington, Indiana, nos Estados Unidos. Meg Cabot é um sucesso de vendas e conhecida mundialmente por arrastar uma multidão de fãs quando participa de eventos ligados a literatura.

Seu maior sucesso é a série composta por 10 livros, “O Diário da Princesa”, inclusive adaptada para o cinema e o motivo pelo qual a autora aparece em muitas fotos e eventos com uma coroa na cabeça.

Quando criança, Meg fora influenciada por autoras como Jane Austen, Judy Blume e Barbara Cartland. Formada em artes pela Universidade de Indiana e com sonho de se tornar uma ilustradora autônoma, se mudou para Nova Iorque. Abandonou a carreira de ilustradora e se dedicou a aquele que era realmente o seu grande sonho: a literatura. As suas primeiras produções literárias foram escritas com o pseudônimo de Patricia Cabot.

Atualmente Meg escreve em tempo integral e tem mais de 60 livros publicados. No ano passado ela esteve no Brasil para participar da Bienal do Livro e declarou ser fã da escritora brasileira Clarisse Lispector.

 

Dentre seus livros de grande sucesso estão:

 

Coleção “O Diário da Princesa” 

1 – Princess Diaries (O Diário da Princesa)
2 – Princess in the Spotlight (A Princesa Sob os Refletores)
3 – Princess in Love (A Princesa Apaixonada)
4 – Princess in Waiting (A Princesa à Espera)
4 e meio – Project Princess (O projeto da Princesa)
5 – Princess in Pink (A Princesa de Rosa-Shocking)
6 – Princess in Training (A Princesa em Treinamento)
6 e meio – The Princess Present (O Presente da Princesa)
7 – Party Princess (A Princesa na balada)
7 e meio – Sweet Sixteen Princess
7 e 3/4 – Valentine Princess
8 – Princess on the Brink (A Princesa no limite)
9 – Princess Mia (Princesa Mia)
10 – Forever Princess (Princesa para sempre)

Livros da série “A Mediadora” 

1        Shadowland (Terra das Sombras)

2        Ninth Key (O Arcano Nove)

3        Reunion (Reunião)

4        Darkest Hour (A Hora mais Sombria)

5        Haunted (Assombrado)

6        Twilight (Crepúsculo)

Série “The Heather Wells Mistery”

  1. Size 12 is not fat (Tamanho 42 não é gorda)
  2. Size 14 is not fat either (Tamanho 44 também não é gorda)
  3. Big Boned (Gordinha)

Série “Boy”

  1. The Boy Next Door (O Garoto da Casa ao Lado)
  2. Boy Meets Girl (Garoto Encontra Garota)
  3. Every Boy’s Got One (Todo Garoto Tem)

Série “1-800-Where-are-You?”

  1. When Lightning Strikes (1-800-onde-está-você)
  2. Code Name Cassandre (não traduzido para o português)
  3. Safe House (não traduzido para o português)
  4. Sanctuary (não traduzido para o português)
  5. Missing You (não traduzido para o português)

Série “A Garota Americana”

  1. All American Girl (A Garota Americana)
  2. Ready or Not (Quase Pronta)

Série “Avalon High”

  1. Avalon High
  2. Avalon High: A Coroação (Versão em Mangá)
  3. Avalon High: The Merlin Prophecy (A Profecia de Merlin)
  4. Avalon High: Homecoming
  5. Avalon High: Hunter’s Moon

Série “Queen of Babble”

  1. Queen of Babble (A Rainha da Fofoca)
  2. Queen of Babble in the Big City (A rainha da fofoca em Nova York)
  3. Queen of Babble Gets Hitched (A rainha da fofoca: Fisgada)

Série “Cabeça de Vento”

  1. Airhead (Cabeça de Vento)
  2. Being Nikki (Sendo Nikki)
  3. Runaway

Série “As Leis de Allie Finkle para Meninas”

  1. Allie Finkle’s Rules for Girls: Moving Day (As Leis de Allie Finkle para Meninas: Dia de Mudança)
  2. Allie Finkle’s Rules for Girls: The New Girl (As Leis de Allie Finkle para Meninas: A garota nova)
  3. Allie Finkle’s Rules for Girls: Best Friends and Drama Queens
  4. Allie Finkle’s Rules for Girls: Stage Fright
  5. Allie Finkle’s Rules for Girls: Glitter Girls and the Great Fake Out

Outros livros

  • Teen Idol (Ídolo Teen)
  • How to be Popular (Como ser Popular)
  • Nicola and The Viscount (não traduzido para o português)
  • She Went All The Way (Ela foi até o fim)
  • Victoria and The Rogue (não traduzido para o português)
  • Prom Nights from Hell (Formaturas Infernais)
  • Pants on fire (Pegando fogo)
  • Jinx (Sorte ou Azar?)
  • Todo garoto tem (diário de viagem)

Romances como Patricia Cabot

  • Ranson My Heart (Liberte meu coração)
  • Where Roses Grow Wild (A Rosa do Inverno – 1998)
  • Portrait of My Heart (1999)
  • An Improper Proposal (1999)
  • A Little Scandal (2000)
  • The Christmas Captive (2000)
  • Lady Of Skye (2001)
  • Educating Caroline (2001)
  • Kiss The Bride (2002)
05
maio
10

Entrevista com Meg Cabot

Matéria publicada no caderno Folhateen do jornal Folha de São Paulo, do dia 14 de setembro de 2009, na página 10.

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Princesa Rejeitada

Autora da série da princesa e de “A Mediadora”, Meg Cabot diz que penou por 13 anos antes de vender 15 milhões de livros.

Da reportagem legal

De realeza, Meg Cabot tem “só” os 13 livros derivados de “O Diário da Princesa” e uma coleção de 20 coroas. Nada de rei na barriga para ela.

A escritora americana vendeu mais de 15 milhões de exemplares dos 54 livros que publicou, mas ainda tem que refazer os textos que entrega, depois de broncas da editora.

Um pito, deve vir em breve, ela prevê. É que, na terça passada, ela entregou o terceiro livro da série “Airhead”, que a editora Record deve trazer para o Brasil em 2010. e, aos 42, ela diz que vai reagir como teen: ficar fula e, depois, acatar. Foi o que ela contou, gargalhando ao telefone com a Folha, no dia em que chegou ao Brasil para uma turnê que inclui a Bienal do Livro (no Rio), São Paulo, Curitiba e Salvador.

Arranhando frases num português engraçado, tipo: “Onde ficha o banhéééiro?”, Meg disse que jovens gostam de ler sobre a morte porque estão felizes.

Leia a seguir trechos da conversa (Chico Felitti).

 

  • Folha – Qual foi a primeira coisa que você escreveu?

 

Foi o conto “Benny the Puppy” (Benny, o cachorrinho). A família de Benny morre em um tornado e ele fica sozinho e, depois é adotado por índios. Eu tinha sete anos e estava super deprimida. Ilustrei o conto e me lembro de um desenho da família voando, com as orelhas balançando.

 

  • Folha – Os leitores teen de hoje gostam tanto de vampiros, fantasmas e morte porque estão super deprimidos?

 

Eu acho que, às vezes, quando se está feliz e confortável na sua casa, é bacana ler sobre coisas que são tristes ou assustadoras. Muitas pessoas que são escritoras e escrevem sobre coisas horrorosas são bem felizes e engraçadíssimas!

 

  • Folha – Você acha que a série “A Mediadora” (2000), em que a protagonista teen se apaixona por um fantasma, influenciou “Crepúsculo” (2005), em que a protagonista teen cai de amores por um vampiro?

 

Não tenho a mínima idéia. Tudo o que é lançado na cultura pop influencia… me influencia. Ninguém vive num vácuo, né? Eu não fui a primeira pessoa a escrever sobre uma princesa, nem sobre uma garota que se apaixona por um morto. Quando escrevi “A Mediadora”, o livro foi rejeitado porque os editores diziam “nenhuma menina se apaixona por um garoto morto!” Hahahahaha se eles soubessem….

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 “Quando escrevi ‘A Mediadora’ o livro foi rejeitado porque os editores diziam ‘nenhuma menina vai se apaixonar por um garoto morto”.

 

  • Folha – Assistiu aos filmes baseados em seus livros?

 

Só vi o primeiro. Não ia ver o segundo, porque tinha mudanças demais e não queria ser influenciada por ele… Amei o primeiro filme, que é lindinho! Há dois universos da princesa Mia: o do filme, que é bonitinho, e o meu, que é o certo.

 

  • Folha – Em seu blog, você citou a frase “Sou tão misteriosa que não me entendo”, de Clarice Lispector, você se entende?

 

Eu não sou nada misteriosa, infelizmente! Queria muito ser mais como ela…

 

  • Folha – Já leu algo de Clarice Lispector?

 

Sim, alguns contos fantásticos. Agora, quero ler “A Hora da Estrela”, em inglês, mas tenho dificuldade de achar a tradução.

 

  • Folha – Já leu a tradução de algum livro seu?

 

Já leram para mim, em algumas línguas, e não fiquei muito feliz com a tradução das gírias.

 

  • Folha – Porquê?

 

Ah, é sempre difícil adaptar gírias, bem como palavrões.

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“Há dois universos da Princesa Mia: o do filme, que é bonitinho, e o meu, que é o certo”

 

  • Folha –Você gosta de escrever com palavrões?

 

Sim! É ótimo escrever para adultos porque dá para usar palavrões. Hahaha!

  • Folha – O que tem escrito?

 

Entreguei ontem o terceiro livro da série “Airhead”. Mas sei que vou receber um e-mail da minha editora dizendo que preciso reescrever bastante coisa.

  • Folha – E você refaz numa boa?

 

Isso sempre acontece! Fico brava na hora e digo: “Você está errada!”. Depois vejo que ela tem sempre a razão.

  • Folha – Dá um exemplo?

 

Claro: eu queria chamar o segundo livro de “O Diário da Princesa” de “Princess of Puke” (Princesa do vômito). Ela me disse: “É o pior título da história”. Era mesmo.

  • Folha – Quantas vezes você foi rejeitada antes de ficar famosa?

 

Foram três anos de pura rejeição e mais dez até que pudesse largar meu trabalho “de verdade”. Todo mundo é rejeitado, é bom que os jovens saibam. Só não desista!

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“Tenho mais de 20 coroas. Nenhuma de diamantes. Queria comprar uma. Meu marido não deixou…”.

 

  • Folha – Só lê “coisa de menina”?

 

Não! Atualmente, leio algo de mangás, e não gosto dos “de menininhas”, que são altamente sexualizados. Gosto dos “de garotos”, mais violentos.

  • Folha – Como é sua rotina?

 

Tomo café da manhã e vou para o trabalho. Mas meu trabalho é em casa. Tento escrever umas duas mil palavras por dia, mas é difícil porque a gente se distrai com comida, gatos, marido, sabe como é…

  • Folha – Já foi a uma vidente, como a protagonista de “A Mediadora”?

 

Fui, quando estava no ensino médio, e ela estava completamente errada! Disse que eu ia ser bibliotecária e nunca ia ter um namorado!

  • Folha – Em várias fotos você aparece de coroa. Você usa ela em casa, com pijama?

 

Bem que eu queria. A verdade é que as coroas são desconfortáveis. Tenho mais de 20 delas – nenhuma de diamantes. Queria comprar uma. Meu marido não deixou.

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04
maio
10

A Mediadora – Crepúsculo

A autora americana Meg Cabot, no sexto e último livro da série “A Mediadora”, “Crepúsculo”, acabará de uma vez por todas com o suspense que ronda a cabeça dos leitores: Suze ficará ou não com o seu namorado fantasma Jesse? E como ficará a sua relação com o outro mediador Paul.

Por falar em Paul, o sexto livro já começa com um conflito entre ele e Suzannah. Paul rouba o dinheiro de um fantasma que seria destinado aos seus familiares que aparece lhe pedindo ajuda, bem como aparece também para Suze. Mas o fantasma da Sra. Gutierrez aparece primeiro para o mediador errado e Suze pouco pode fazer para lhe ajudar. Quando eles brigam Paul mais uma vez ameaça Suze de fazer Jesse desaparecer, como ele fizera recentemente com Sra. Gutierrez.

Suze perde uma ajuda muito importante. O padre Dominique teve que se ausentar da escola por um período, pois o monsenhor sofrera um acidente e ele teria que ir até São Francisco para averiguar o que realmente acontecera, afinal poderia se tratar da obra de um fantasma.

Após uma discussão com Paul, Suze vai a procura de Jesse e lhe conta o que a estava preocupando: a possibilidade de Paul fazer com que Jesse não tivesse morrido, desta forma eles não teria como se conhecer e, como conseqüência, não ficariam juntos. Afinal tudo o que Paul mais queria no mundo era separar Suze de Jesse. Mas o fantasma não deu muita importância a informação passada por Suze e ambos tiveram um momento romântico junto. No entanto quando as coisas começaram a esquentar Jesse mandou Suze ir embora.

Suze decide procurar o Sr. Slaski, o avô de Paul que vivia em uma cadeira de rodas e, conforme todos diziam, tinha problemas de saúde incuráveis. Quando ninguém podia ouvi-los, Suze falou com o Sr. Slaski sobre a mediação do seu neto. O avô de Paul também era um mediador que fora até as profundezas da terra para saber mais sobre esse poder. Ele fez descobertas importantes, mas ninguém quis acreditar nele, inclusive a sua própria família. A única coisa que o senhor ganhara foi uma doença terminal. Na conversa com o Sr. Slaski, Suze descobre que tanto ele quanto o neto Paul são deslocadores. São capazes de se deslocar no tempo entre os vivos e os mortos. Bem como ela também tinha esse poder, mas não sabia ainda que tinha e nem como utilizá-lo. Suze então começa a pensar que ela poderia salvar o pai, pensou em Jesse e ficou aturdida com a novidade. Mas o senhor lhe explica que quando ela viaja no tempo não é apenas a alma dela que vai e podem ficar reordenando tudo e alterando a vida e o destino das pessoas. E sempre que um deslocador voltava no tempo tinha que prestar atenção ao que fazia, nas suas ações, pois poderia mudar a história e isso teria conseqüências. O senhor diz ainda para ela que a cada vez que ela se deslocar no tempo, perderia células do cérebro, podendo passar a vida vegetando, dependendo de quantas vezes ela se desloque.

Após essa conversa com o Sr. Slaski, Suze liga para o padre D e conta a conversa que teve com o avô de Paul e sobre a habilidade dos mediadores. Suze fica frustrada ao concluir qual era a verdadeira intenção de Paul (de evitar a morte de Jesse e, consequentemente, evitar que ele e Suze se conheçam) e ao desabafar com o padre D descobre que ele concorda com Paul. Inclusive chama o garoto de generoso, pelo fato dele se arriscar a perder células do cérebro, para ajudar Jesse.

Quando Suze encontra Paul ela comenta que esteve na casa dele conversando com o seu avô sobre os deslocadores. Paul é pego de surpresa e acusa Suze de querer matá-lo para utilizar o corpo dele para abrigar a alma de Jesse. O que deixa Suze horrorizada de como o garoto fora capaz de pensar isso a respeito dela. Mas agora com a acusação dele, ela começou a pensar: ‘porque não’?

Houve um leilão na cidade e Paul adquirira um item que pertencera a Felix Diego, o assassino de Jesse. Qual seria o objetivo de Paul? Matar Felix para que Jesse pudesse viver?

Tanto Paul quanto Suze se deslocaram no tempo e vão para o ano de 1850. Lá encontram Jesse e Felix Diego. Suze tenta fazer com que Jesse acredite que ela é do futuro e que eles se conhecem. A princípio ele não acredita nela, mas depois que Suze fala sobre o desejo dele de se tornar médico, um segredo que ele jamais compartilhou com alguém, apenas com ela no seu futuro como fantasma, ele começa a acreditar na garota.

Jesse mata Diego, mas um incêndio acontece no celeiro em que eles estavam. Como todo o lugar estava pegando fogo, Jesse tenta ajudar Suze e quando ela se desloca no tempo, acaba levando-o com ela para o futuro. Mas ao chegar em casa com Paul e Jesse, Suze percebe que o garoto está muito mal e o leva para um hospital com Paul. Lá Jesse entra em coma. Ela liga para o padre D que havia chegado de São Francisco e ele imediatamente vai ao encontro deles. No hospital, o padre D convence Paul a pedir desculpas e a se entender com o avô. Enquanto isso, Suze muito triste, chama pelo pai.

O fantasma de Jesse aparece e é sugado para dentro do seu corpo. Suze acreditava que estava tudo acabado e que perdera Jesse para sempre. No entanto, o garoto revivera, para a sua completa alegria. Todos vão ao baile e lá ela finalmente consegue se entender com Paul. O garoto e ela ficam sem ressentimentos um pelo outro e Jesse conquista a afeição de todos na casa de Suze.

Eu gostei do final da história, pois apesar de Jesse e Suze serem um casal romântico da história, como ele era um fantasma eu cheguei a acreditar que Suze para ficar com ele teria até mesmo que morrer ou que ela terminaria se apaixonando por Paul. Mas Meg Cabot prova mais uma vez como tem a mente afiada e a criatividade a mil, bolando uma forma inteligente para que Paul se redimisse e melhorasse como pessoa e o casal conseguisse ficar junto na realidade de Suze.

03
maio
10

A Mediadora – Assombrado

 

O quinto livro da série “A Mediadora” da escritora americana Meg Cabot, traz novas aventuras vividas pela protagonista Suzannah. No volume “Reunião”, Suze passou o último verão no Pebble Beach Hotel, trabalhando como babá de um jovem mediador, Jack, que tem um irmão bem sinistro, Paul Slater.

 Após os conflitos vividos ao lado do mediador Paul, pensamos que Suze conseguiria se livrar dele, mas eis que ele surge ainda mais presente na vida da garota, pois agora ele se torna colega de sala na escola que ela freqüenta.

Paul sempre deu em cima de Suze, mas jamais fora correspondido e no último livro ele deu um jeito de interferir na relação dela com Jesse. Se mostrou um mediador cruel, assustando a pobre mediadora que está em fase de aprendizado, enquanto ele demonstrou também conhecer muito os poderes de um mediador, mesmo que esses poderes não sejam lá muito legais. Será que dessa vez ele desistiu da garota e deixará o fantasma em paz?

 Por ser bonito e se mostrar muito simpático, principalmente com as garotas, Paul já é bastante popular na escola, mesmo com tão pouco tempo freqüentando o lugar, para desespero de Suze.

Rondando Suzannah todo o tempo, ele tenta convencê-la a sair com ele, vê-lo fora da escola e passar mais tempo ao lado dele, mas ela está irredutível, afinal continua apaixonadíssima por Jesse, que ela conseguiu trazer do outro lado quando foi buscá-lo. E para piorar ainda mais a situação de Paul, Jesse parece estar correspondendo ao amor e as investidas de Suze.

Desta vez, os fantasmas continuam aparecendo para Suze e Neil, um garoto que morrera afogado e era popular, atleta, querido e amado pelos pais e pelos amigos, quer se vingar do irmão desajeitado que acreditava deveria ter morrido em seu lugar quando ele sofreu um acidente no mar e o irmão estava presente.

Suze tenta convencer o garoto de que acidentes acontecem e o seu irmão não tinha culpa de nada, mas o fantasma do garoto está irredutível, o que renderá grande momentos de tensão e muito trabalho para a jovem mediadora. Mas ela contará com um apoio muito importante: o padre D.

Será que dessa vez Suze e Jesse se entendem? E o que Paul fará com o fantasma bonitão? Suze ficará com Paul? Ah, essas e muitas outras perguntas terão respostas, mas outras continuarão no ar.

30
abr
10

A Mediadora – A Hora Mais Sombria

Suzannah após conseguir sobreviver a diversas situações que poderiam lhe levar à morte está de férias da escola tem duas opções: ou tem aulas particulares durante o período ou trabalha. Como não queria saber de aulas nas férias, decide trabalhar durante a temporada de verão em um hotel da cidade onde mora na Califórnia.

Durante as suas atividades no novo emprego, ela acaba conhecendo um garotinho de cinco anos chamado Jack e passa a tomar conta dele, como babá, na ausência dos pais que saem muito durante a estadia no hotel. Ela programa gastar o dinheiro ganho com o trabalho com roupas para diversificar o guarda-roupa.

Enquanto Suzi trabalha no hotel, Andy, o seu padrasto decide construir uma piscina nos fundos da casa e obriga os seus filhos a cavarem o solo para fazer o buraco para a piscina. Por conta disso, em uma noite, ela recebe uma visita nem um pingo amistosa. Uma mulher aparece e lhe ameaça com uma faca no pescoço exigindo que ela convença o seu padrasto a parar de cavar no quintal.

Essa atitude um tanto estranha acende luzinhas nos pensamentos de Suze. Ela fica imaginando o que há enterrado no quintal, será que é o corpo de Jesse? Será que é algo relacionado com o assassinato de Jesse? E se for, será que o desvendamento do crime levará o fantasma bonitão para o outro lado, deixando-a morrendo de saudade? E quem será esse fantasma dessa mulher misteriosa?

Bancando uma de detetive, ela ainda tem que lidar com o seu trabalho no hotel. Jack tem um irmão mais velho, Paul, que é muito bonito e dá em cima de Suzannah o tempo todo. Além disso, ele trata Jack de forma diferente, como se seu irmão fosse meio anormal ou doente, quando na verdade o garoto é um mediador e não sabe como lidar com essa situação, morrendo de medo dos mortos e encontrará em Suze uma aliada para aprender sobre a sua capacidade.

Andy acaba desenterrando no quintal da casa um corpo. Diante do que foi encontrando eles contataram as autoridades e o médico legista informa que o corpo está enterrado lá há pelo menos 150 anos. E esse corpo revela muitas coisas assombrosas para Suze, afinal Maria da Silva, a fantasma que ameaçou a garota com uma faca, ex-noiva e prima de Jesse, havia se apaixonado por outro homem e mandara ele matar Jesse. Sendo assim, o corpo encontrado pertencia ao fantasma e amor de Suze, levando-a a enfrentar uma situação realmente perigosa, inclusive com confronto físico com os fantasmas de Maria e seu amante. E terá que enfrentá-los sozinhos, pois Jesse fora embora, sumiu, será que foi para o outro lado? Sim, e como o amor enfrenta tudo, a garota decide ir buscá-lo. A questão angustiante é como ela fará para trazê-lo de volta e será que depois dessa demonstração de amor, finalmente ela conquistará o amor do fantasma?

Conflitos sinistros também ela tem que enfrentar ao rejeitar o misterioso Paul. Qual será o fim de Suze e Jesse? E Paul, qual é a dele afinal? Só vai descobrir quem ler o livro.

29
abr
10

A Mediadora – Reunião

Dando sequência a série “A Mediadora”, Meg Cabot traz novas aventuras para a vida da protagonista Suzannah. Após desvendar uma série de crimes cometidos pelo tio de um “ficante”, desta vez a garota acha que terá um pouco de paz, tempo livre e muito lazer, pois é verão e ela receberá em casa a visita de sua melhor amiga, Gina, que saiu de Nova York para passar um tempo com ela na Califórnia.

Mas como podemos imaginar, a vida dela não será nada tranqüila, afinal como mediadora o que ela mais encontra pela frente são fantasmas em busca de ajuda para resolver as suas pendências. E nem Gina será capaz de impedir que Suze receba as visitas dos estranhos que azucrinam a vida dela.

Como a estação da vez é o verão e na Califórnia dá para saber que os dias são quentes, Suze e Gina estão comprando refrigerante em uma loja de conveniência para se refrescar. Tudo bem até então. Mas inesperadamente (será mesmo?) Suze nota que uma caixa de cerveja começa a flutuar no ar. Eis que ela percebe que há quatro jovens vestindo trajes de gala. Mas nem Gina nem os outros clientes do local podiam vê-los, exceto Suzannah. Ao olhar diretamente na direção deles, um dos garotos que segurava a caixa de cervejas, percebe que ela os viu e deixa as cervejas caírem no chão, se quebrando e causando uma pequena confusão no local.

Os quatro jovens eram fantasmas e eram conhecidos como os “Anjos da RLS” (sigla da escola Robert Louis Stevenson) e eles morreram em um acidente de carro quando voltavam de uma festa de formatura da escola.

A confusão se instala quando Suze, para variar, encontrará com os jovens novamente e eles tentam se vingar daquele que eles acreditam ser o verdadeiro culpado pelo acidente que sofreram, levando-os a morte, Michael Meducci, um nerd da sala de Suze. Diante disso, ela se vê obrigada a abrir mão de seus dias tranqüilos de verão em companhia da sua melhor amiga para ajudar essas jovens almas.

Michael sofre um acidente de carro e diversos outros acontecimentos sinistros começam a ocorrer, resultando na aproximação de Suze de Michael. Para isso ela precisa fingir estar apaixonada por ele, para poder se aproximar e protegê-lo da ira dos “anjos”. Suzannah percebe rapidamente que de anjos eles não tem nada, são muito nervosinhos e encrenqueiros.

Para piorar tudo, quando o romance dela parece estar decolando com Jesse, o fantasma de 150 anos que mora no quarto dela, ela precisa fingir estar gostando de outro, causando um ciuminho em Jesse. Além disso, ainda há Gina, que apesar de melhor amiga de Suze não sabe que ela é uma mediadora e vai precisar ajudá-la nessas situações difíceis ao lado dos fantasmas.

Michael que sempre demonstrou ser um nerd, ao longo da história demonstra ser muito diferente da máscara que utiliza no seu cotidiano. De nerd ele passa a se comportar como uma pessoa bem fria, rancorosa e rude. E Suze percebe isso, dando-lhe uma nova visão de toda história envolvendo os anjos e Michael. Sendo assim, nem ela, Gina e seus irmãos estão livres de qualquer perigo. A mediadora escapa da morte diversas vezes neste volume e uma grande reviravolta acontece no fim da história.

28
abr
10

Série A Mediadora – O Arcano Nove

Após o primeiro confronto com o espírito de Heather na nova cidade, Califórnia, a qual fora obrigada a se mudar para viver com a mãe, o padrasto e três meio-irmãos (David – Mestre, Brad – Dunda, e Jake – Soneca), a mediadora Suzannah no novo volume da Série “A Mediadora” terá que enfrentar novos desafios e novos problemas. Mas continuará contando com a ajuda do Padre Dominic, diretor da escola na qual estuda, Academia Católica Junipero Serra, mais conhecida pelos alunos como Missão, e do fantasma lindo e sedutor que mora no seu quarto, Jesse da Silva.

Suze, recém chegada à Carmel, na Califórnia, vinda de Nova York ainda sente os efeitos da sua popularidade. Ela tem feito amigos com facilidade, não tem sido hostilizada como costumava acontecer na antiga escola da antiga cidade, é convidada para frequentar festas e ainda por cima convive com caras bonitos e interessantes. Claro que dentre eles está Jesse, o fantasma bonitão que não dá muita bola para Suzannah, apenas se comporta como um conselheiro e amigo para a garota na hora de enfrentar os seres do outro mundo.

Como os sentimentos de Suze por Jesse são novos para ela, haja vista que não é comum e natural que uma humana viva se interesse e fique deslumbrada por um garoto que está morto, ela começa a se entusiasmar por um garoto muito bonito, rico, não muito inteligente e cobiçadíssimo pelas garotas da escola, Tad Beaumont.

Como Jesse demonstra não sentir qualquer tipo de atração ou sentimentos, além de amizade, Suze começa a corresponder as investidas e ao claro interesse demonstrado por Tad. E após o garoto lhe fazer um convite para um primeiro encontro, ela aceita. O que é uma compensação, afinal o garoto é de carne e osso e é um namorado em potencial, podendo representar muito para sua vida amorosa. É com Tad que Suzannah dá o seu primeiro beijo em uma festa.

As coisas pareciam estar indo muito bem na vida de Suze, até que ela recebe no seu quarto uma visita inesperada (será que para uma mediadora, receber uma visita de um fantasma – seres que vivem atormentando-a – pode ser considerada inesperada?) de uma fantasma dizendo coisas que para Suzannah eram incompreensíveis. A fantasma repetia o tempo todo para Suze dar um recado a uma pessoa chamada “Red”, dizendo que não era para ele se sentir culpado pela morte dela, que ele não a matara. Como Suzannah não sabia quem era Red e quem era a mulher, ela não tinha como dar o recado pedido pela fantasma. Com isso, ela começa a receber todos os dias a noite, as constantes visitas do espírito aos gritos e aos berros, reclamando que Suze não dera o recado para Red.

Suzannah se apieda pela mulher, queria ajudá-la, mas ela estava começando a ficar irritada com a situação, pois ela queria dormir e precisava continuar vivendo sua vida normal e comum como qualquer adolescente: estudar, curtir as festas e também se adaptar a sua nova família.

O relacionamento com Tad vai ficando firme e ela vai até a casa dele para curtir um dia de piscina. Lá conhece o pai dele: um rico empresário, mas que parece guardar um grande segredo, chamado Red. Imediatamente, Suzannah faz ligação com o espírito da mulher que a azucrinara durante dias para dar um recado a um tal de Red.

Suze então, mesmo sabendo que isso pode colocar o seu namoro em risco, decide investigar o passado do sogro. E acaba descobrindo coisas bem sinistras que ligam a riqueza de Red a uma sequencia de pessoas mortas.

Regado de ação, esse novo livro da escritora Meg Cabot, diverte os leitores com uma série de desvendamento de mistérios que rondam o passado da família Beamount.

Suze decide dar o recado da mulher para Red. Mas ele não reage da forma como ela esperava e isso pode custar a vida da garota. Ela acredita que o sogro é um psicopata assassino que dizimara diversas vidas para poder enriquecer e aumentar os seus negócios. Mas Red diz a ela que na verdade ele é um vampiro (coisa que não passa de imaginação do empresário, pois na verdade o assassino é Marcus Beamount, irmão de Red que cuida dos seus negócios).

Marcus drogava o irmão e Red, por tomar os comprimidos que Marcus lhe dava, imaginava coisas, inclusive que não era boa pessoa e fazia coisas ruins. O tio de Tad matava toda e qualquer pessoa que aparecia na frente deles, que poderia prejudicar os interesses dele. E essas pessoas na sua maioria eram ambientalistas.

Suze acaba descobrindo tudo isso da pior maneira possível. Ao dar o recado para Red, ela recebera novamente a visita da mulher morta reclamando que Suze não havia dado o recado para Red. A garota diz que deu, mas acabou descobrindo que não dera o recado para o Red certo.

Mas o estrago já estava feito. O verdadeiro assassino ficara sabendo das descobertas de Suze e ameça não apenas a gatora, mas também o próprio sobrinho.

Suze, mais do que nunca, vai precisar da ajuda de Jesse para enfrentar não apenas os seres mortos, mas também os vivos. Suzannah ajuda Tad quando ele se encontrara em perigo e os espíritos dos ambientalistas assassinados cuidam do psicopata. Não nos é relatado o que acontece com ele, mas fazemos uma idéia de que ele não irá mais aparecer, pelo menos não com vida.

Suze descobre pelo espírito da mulher que o Red verdadeiro era David, seu meio-irmão mais novo. A pessoa a quem o recado se destinava estava mais perto de Suze do que ela imaginava. Mas mesmo assim, ela conseguira o feito de frear o psicopata assassino e permitir que novas vítimas fossem poupadas.

A mulher em questão era a mãe de David. O garoto se sentia culpado pela morte da mãe e ela o chamava de Red por ele ser ruivo. O garoto começa a desconfiar que Suze tenha poderes especiais e ele, com certeza, será um grande aliado dela no futuro. Já era o seu meio-irmão favorito e esse acontecimento os une ainda mais.




Melissa Rocha

Jornalista apaixonada por cachorros e literatura, principalmente o gênero infanto-juvenil. Torcedora (e sofredora) do Palmeiras e Bahia. Fã de Drew Barrymore, Dakota Fanning, Anthony Kiedis e Red Hot Chili Peppers, All Star e Havaianas.

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