Arquivo para novembro \30\UTC 2010

30
nov
10

Novo ‘Crônicas de Nárnia’ estreia sob perigo de fracasso nas bilheterias

Uma boa notícia para os fãs das “Crônicas de Nárnia”, de C.S. Lewis. Dentre os volumes que compõe as crônicas, confesso que “A viagem do peregrino da alvorada” é dos meus preferidos.

Espero, sinceramente, que este filme tenha ficado bom, para que a serie não entre para o rol de péssimas adaptações de excelentes histórias que acabam traumatizando possíveis futuros leitores!

 

Novo ‘Crônicas de Nárnia’ estreia sob perigo de fracasso nas bilheterias

‘A viagem do peregrino da alvorada’ terá première em Londres, na terça (30).
Segundo filme da série teve lucros abaixo do esperado pela Disney.

 

O terceiro filme da série “Crônicas de Narnia” envolve uma épica viagem marítima, mas, como o segundo longa teve público abaixo do esperado e a Disney ter desistido da franquia, a série pode afundar ou seguir navegando.

 

Cena do filme “As crônicas de Nánia – a viagem do peregrino da alvorada” (Foto: Divulgação)

“As crônicas de Narnia: a viagem do peregrino da alvorada” terá sua pré-estreia mundial em Londres na terça-feira (30) diante da rainha Elizabeth e chegará aos cinemas de alguns países em 2 de dezembro. O filme estará disponível em versões 2D e 3D.

A nova co-produtora Twentieth Century Fox estará atenta ao desempenho do filme, tendo assumido das mãos da Walt Disney Co. o controle da franquia baseada nos romances de fantasia de C.S. Lewis.

A trama acompanha Lúcia e Edmundo Pevensie, seu primo Eustáquio, o rei Caspian e um rato guerreiro chamado Ripchip em uma missão que os leva a ilhas misteriosas e a um reencontro com o poderoso leão Aslan.

“Haverá público para este filme, com toda certeza. Mas não prevejo que o filme vá restaurar a franquia à sua glória anterior”, opinou Brandon Gray, do site de rastreamento de filmes http://www.boxofficemojo.com.

Por que “Príncipe Caspian” não fez sucesso?


Em 2005, quando foi lançado o primeiro filme da série, “O leão, a feiticeira e o guarda-roupa”, a bilheteria chegou a US$ 745 milhões, e o filme foi o terceiro maior do ano, levando a Disney a esperar que a série pudesse se converter no próximo “Harry Potter”.

Como a série Potter, há sete livros infantis com os quais trabalhar, além de certo nível de familiaridade de leitores em todo o mundo.

Mas “Príncipe Caspian”, o segundo filme da franquia, lançado em 2008, vendeu apenas US$ 420 milhões em ingressos em todo o mundo.

Foi o suficiente para convencer a Disney a romper com a Walden Media, produtora de “Narnia”. A Fox, pertencente à News Corporation, tomou o lugar da Disney no início de 2009.

A performance de “Príncipe Caspian” normalmente seria considerada impressionante, mas, com custos de produção estimados em mais de US$ 200 milhões, um grande orçamento de marketing e comparações pouco elogiosas com o primeiro filme, “Caspian” foi visto como fracasso.

Especialistas atribuíram a bilheteria fraca ao fato de “Caspian” ter sido lançado em maio, em vez de dezembro, e de o público estar mais familiarizado com o livro “O leão, a feiticeira e o guarda-roupa”.

Mark Johnson, produtor dos três filmes Narnia, disse ao Wall Street Journal que o novo filme foi feito por relativamente modestos US$ 140 milhões.

Fonte: http://migre.me/2Bill
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21
nov
10

Livro revela detalhes da saga “Harry Potter” nas telonas

Mais essa novidade para os fãs da saga do bruxinho… Eta exploração no preço viu? R$ 76,00…

IURI DE CASTRO TÔRRES
DE SÃO PAULO

Fonte: http://migre.me/2o5pg

O guia definitivo da saga do bruxo mais famoso do cinema acaba de ser lançado.

“Harry Potter – A Magia do Cinema” é um belo resumo gráfico, cheio de presentinhos para os fãs, da década em que Hogwarts foi o segundo lar de milhões de espectadores dessa saga.

O livro revela segredos da produção de cada um dos filmes, fotos exclusivas dos bastidores, e lembra cada detalhe do mundo mágico criado por J.K.Rowling e pela equipe técnica dos longas.

“Como fã, me perguntei: o que eu mais gostaria de saber sobre os filmes?”, revela Brian Sibley, autor do livro. “Passei meses nos estúdios, conversando com várias pessoas que ajudaram a criar a magia de ‘Harry Potter’.”

Logo no começo, uma surpresa: a carta de convite a ingressar na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, igualzinha à que Harry recebe em “A Pedra Filosofal”.

Daí para a frente, em meio a entrevistas com atores e produtores, mais regalos: programação da Copa de Quadribol, decretos de Dolores Umbridge, Gemialidades Weasley e –a cereja do bolo– Mapa do Maroto.

No prefácio do livro, o trio principal de atores conta como foi passar metade de suas vidas em um set.

Para Sibley, a saga “Harry Potter” é especial porque os livros acompanham os personagens no tempo. “Uma geração de leitores cresceu com Harry, Rony e Hermione. Então, a história de cada um deles também é uma jornada de descobrimento.”

Leia abaixo a entrevista com o autor de “Harry Potter – A Magia do Cinema”.

 

Carteira de identidade do Ministério da Magia da bruxa Mafalda Hopkirk: um dos presentinhos do livro

 

Folha – Como foi o convite para escrever “Harry Potter – A Magia do Cinema”?
Brian Sibley – Eu já havia escrito livros sobre outras franquias de fantasia, incluindo “O Senhor dos Anéis” e “A Bússola de Ouro”. Os editores acharam que eu poderia trazer o mesmo interesse e entusiasmo para escrever sobre o mundo mágico de Harry Potter. Como fã dos filmes, me perguntei: o que eu mais gostaria de saber sobre eles?

Você era fã da saga “Harry Potter” antes de escrever o livro?
Sou um grande admirador da J.K.Rowling e do fato da saga ter transformado em leitores milhões de jovens de uma geração que cresceu em frente à TV e na qual a leitura tornava-se, rapidamente, uma arte esquecida. Graças a Harry e seus amigos, a palavra impressa e uma incrível história voltaram à moda. Também sou um grande fã dos filmes, pois capturaram de forma impressionante a essência dos livros e propiciaram uma realidade tangível para Hogwarts por meio do trabalho brilhante dos artistas envolvidos neles

Como foi a pesquisa para o livro?
Passei meses nos estúdios conversando com várias pessoas que ajudaram a criar essa magia de Harry Potter, como figurinistas e construtores de sets. Também conversei com as pessoas incríveis que criaram, por exemplo, as moedas do banco Gringotes, que construíram um modelo de fênix que chorava lágrimas de verdade, e os magos da computação responsáveis por criar os “tressálios” e os jogos de “quadribol”.

J.K.Rowling se envolveu no projeto?
Como J.K.Rowling é muito apegada a tudo o envolve seus personagens e histórias, ela teve o direito de ler o livro antes da publicação. Ela não pediu nenhuma alteração, espero que isso signifique que ela tenha gostado!

Você é um grande fã de literatura fantástica?
Sim! Eu amo livros e filmes de ficção e fantasia. Geralmente, as histórias -mesmo com lugares e criaturas que não existem- têm algo a nos contar sobre o mundo real e sobre nossos esforços para entendermos nós mesmos e os outros.

O que você mais gosta nesse tipo de livro e filme?
Muitos deles são sobre a antiga batalha entre o bem e o mal, o conflito entre a luz e as trevas. Também gosto do fato de que, mesmo que tudo pareça possível, a “magia” ainda tem de obedecer a regras que governam o universo, para que fantasia e realidade permaneçam totalmente compatíveis.

Especificamente sobre “Harry Potter”, qual o aspecto mais interessante da história?
O que torna “Harry Potter” especial é que os livros acompanham os personagens no tempo. “Uma geração de leitores cresceu com Harry, Rony e Hermione. Então, a história de cada um deles também é uma jornada de descobrimento. Rowling põe grande emoção em seus personagens e nos convida a fazer o mesmo.

Que outros aspectos o senhor considera importante?
Os livros são grandes aventuras. Também adoro a “magia” e o fato de a autora usar ideias para criaturas que remontam às civilizações mais antigas e fazem parte de várias culturas em todo o mundo. No entanto, talvez mais do que qualquer outra coisa, as histórias são sobre amizade, lealdade, sacrifício e sobre como essas coisas são custam caro para aqueles que estiverem dispostos a se comprometer com elas.

HARRY POTTER – A MAGIA DO CINEMA
AUTOR Bryan Sibley
EDITORA Panini
PÁGINAS 160
PREÇO R$ 76

 

21
nov
10

“O Círculo Negro”, quinto volume da serie “The 39 Clues”

Após o dilema de acompanhar ou não a serie “The 39 Clues”, optei pelo sim. Isso por que, como eu disse em um post anteriormente, fiquei muito desconfiada com a ideia de Rick Riordan, criador da serie, de estabelecer que os livros seriam escritos por alguns autores. A princípio a ideia me agradou, no entanto, tenho muito de não gostar de determinados estilos de escritas e isso poderia me fazer desistir de acompanhar os livros. O primeiro volume é incrível, uma grande responsabilidade, já que ele seria o pontapé inicial que faria os leitores sentirem ou não vontade de continuar comprando os volumes lançados. E nisso, Riock Riordan, foi um sucesso, como sempre, diga-se de passagem. Há quem não goste dele, do seu estilo, mas ele me agrada em muito, principalmente pelo fato de resgatar culturas pouco conhecidas em suas histórias. Afinal, o cara é professor de história há mais de 15 anos, ou seja, é o seu forte e sua escrita é deliciosa.

Porém me decepcionei com um, apenas um, escritor que deu sua contribruição a “The 39 Clues”. Mas o problema foi que justamente ele escreveu o terceiro volume, o que poderia ter me freado e ter desistido de acompanhar as aventuras dos irmãos Amy e Dan Cahill. Mas digamos que eu seja uma pessoa persistente e acreditei que os outros livros poderiam ser melhores. E assim eu continuei acompanhando e não me arrependi. De fato os outros autores conseguiram acompanhar a história iniciada por Riordan e deram continuidade com maestria à caracterização das personagens, ao ritmo intenso das aventuras e grande contruibuição a divulgação de aspectos culturais e históricos de cidades e países pouco conhecidos principalmente pelos estudidenses.

No quinto volume da serie, “O Círculo Negro”, Patrick Carman (autor de livros infanto-juvenis que fazem muito sucesso fora do Brasil) conduz a história de forma brilhante. Dan é uma personagem que eu simplesmente adoro e dou muita risada com suas tiradas engraçadas e comportamento totalmente fora de controle e, aqui, ele continua como criado por Riordan. Inclusive com um destaque e participação muito interessante.

Saídos do Cairo, os irmãos Cahill parte sem a au-pair, Nellie e também sem o gato Saladin, para a Rússia, dispostos a encontrar a quinta pista que os levará a uma riqueza sem tamanho e reconhecimento para a posteridade.

São muito interessantes e ricas as descrições feitas por Carman sobre a Rússia. Não foi tratada como um país frio, distante, fechado e com hábitos e culturas estranhas, como muitas vezes as pessoas estão acostumadas. Aspectos culturais e pontos turísticos foram muito bem retratados, contribuindo para conhecimentos gerais para os jovens leitores. Inclusive já li pela net que alguns adolescentes chegaram a pesquisar em sites de buscas se o que foi descrito e dito no livro correspondia a realidade da Rússia. O que é algo maravilhoso, a partir do momento que despertou a curiosidade infantil e juvenil, a ponto de fazê-los ir em busca de maiores informações sobre um povo, uma cultura e um país que não faz parte sequer de estudos aprofundados nas escolas, salvo no que se refere à Revolução Russa e o seu principal líder, Lênin.

Os livros da serie geralmente são traduzidos e lançados no Brasil com rapidez, o que considero um avanço e um ponto muito positivo, pois não quebra o ritmo de leitura dos jovens e sempre os estão inserindo em novos conhecimentos gerais e culturais sobre diferentes povos e nações, a partir do momento em que as personagens tem como missão e desafio encontrar as 39 pistas ao redor do mundo.

Por esses aspectos e outros, como boa leitura, momentos de diversão e descontração, eu super recomendo a leitura de todos os volumes da serie.

 

21
nov
10

Terra de Sombras – Os Imortais – Vol. 3

Gente, o que não dá é isso… Só esse mês já fiz 3 pedidos de livros no site da Livraria Saraiva e a cada dia que passa descubro um novo lançamento. Assim acabo não segurando os dedos e a vontade e faço mais novas compras. O problema maior ainda está no fato de ter uma pilha interminável de livros para ler, que só cresce a cada dia e acabo não dando conta. Afinal a falta de tempo, os estudos, não ajudam… Como não terei férias, a situação fica ainda mais complicada.

Amo livros em série e, no momento que estou vivendo, isso se torna de fato um problema, pois quero lê-los, acompanhar os lançamentos e não tenho conseguido. Ontem terminei “O Círculo Negro”, quinto de 10 livros da serie “The 39 Clues”, nem fiz comentários sobre ele ainda e hoje mais cedo peguei, “Lua Azul”, o segundo da coleção “Os Imortais”, de Alyson Noel. Então eis que vejo no site da Saraiva, como pré-venda, já o terceiro volume da referida série, “Terra de Sombras”. Como me conheço sei que vou ficar me coçando para adiantar a leitura de “Lua Azul” para conseguir dar conta não apenas de não me atrasar nesta coleção, mas nas incontáveis que acompanho.

Para quem gosta de “Os Imortais”, segue a sinopse:

 

Ever e Damen atravessaram diversas vidas e enfrentaram os mais terríveis inimigos com um só objetivo – ficar eternamente juntos. E quando esse sonho está ao alcance das mãos, um poderoso feitiço cai sobre Damen. Agora, para ele, simplesmente tocá-la ou encostar os lábios nos dela significaria a morte, o exílio definitivo em uma terra de sombras. Desesperada por livrá-lo da maldição, Ever mergulha de corpo e alma na magia e encontra uma ajuda inesperada – um surfista chamado Jude. Apesar da profunda lealdade a Damen, é inevitável que ela se sinta atraída por esse garoto estranhamente familiar, de olhos verdes, dons mágicos e passado misterioso. Ever sempre acreditou que Damen fosse seu destino – mas e se o futuro tiver reservado outros planos?


21
nov
10

Tentada, sexto livro da série House of Night

 

“Tentada”, sexto volume da série “House of Night” das autoras mãe, P.C. Cast, e filha, Kristin Cast, chegou ao Brasil em agosto e, como era de se esperar, deu continuidade ao sucesso em críticas e aprovação dos jovens leitores. E este mês já está previsto o lançamento do sétimo volume, “Queimada”.

O que sempre me chamou atenção em relação a essa série, além da combinação que deu muito certo entre vampirismo e bruxaria, é a rapidez com que as traduções estão sendo feitas. Por que geralmente os livros estrangeiros demoram muito tempo para serem lançados no mercado nacional, mesmo quando já foram todos lançados lá fora. E no caso de “House of Night”, chega-se a ter dois ou três lançamentos no mesmo ano. O que deixa os leitores satisfeitos quando estão envolvidos na história e ávidos para saber o que acontecerá em seguida nas aventuras das personagens que habitam o seu imaginário.

A personagem central da história, Zoey, está cada vez mais envolvida com o anjo caído e vilão, Kalona. E passará a ter que enfrentá-lo inclusive em seus sonhos, já que o bonitão tem poderes suficientes para invadí-los. Mas, como sempre, ela tem seus amigos leais para ajudá-la sempre que a situação aperta.

E por falar em situação que aperta, Stevie Rae é quem mais se envolve em confusões e quase perde a vida mais uma vez, por conta de um dos nojentos Haven Morkers, criaturas esquisitas e nefastas que foram geradas pelo fruto dos estupros cometidos por Kalona contra as mulheres do povo da avó de Zoey.

“Tentada” está na média em comparação aos demais volumes. Para quem já vem sendo envolvido pela trama, ele consegue prender a atenção do leitor, no entanto, o considerei com uma narrativa muito lenta, cheia de momentos que se repetem (como no caso dos sonhos de Zoey com Kalona) de forma desnecessária, além de uma perda, que para mim, será irreparável ao longo da história. Até entendo o por que, mas como gosto da personagem, achei que as autoras poderiam ter prolongado a existência dela um pouco mais.

Não tem como não comparar a série com Harry Potter. Inclusive eu não gosto de fazer comparações, pois por mais que os autores, hoje em dia, sigam uma receita que dá certo, eu ainda prefiro focar nas peculiaridades e evitar as comparações. No entanto, a medida que os livros vão sendo lançados, a história vai ficando mais pesada e violenta, mostrando um certo amadurecimento das personagens e do próprio enredo, como aconteceu em HP. A medida que os livros iam sendo escritos, J. K Rowling trabalhava o psicológico das personagens, não apenas por elas estarem ficando mais velhas, mas também pelo próprio rumo que os fatos iam tomando. E, assim como em HP, não duvido nada que o nono e último livro de “House of Night” seja bem mais voltado para um público mais maduro. O que é problemático, nesta história, já que os livros são lançados no Brasil com muito maior rapidez do que os de HP foram. O que proporcionou que as crianças e adolescentes que acompanhavam a série pudessem crescer e amadurecer junto as persongens, e isso não acontece com esta série, afinal com dois a três lançamentos por ano, os leitores continuam praticamente os mesmos.

Para quem começou a acompanhar a série e gosta, não há jeito, vai continuar lendo, até por que a coleção é interessante, apesar de não ter um que de excepcional ou que traga algo absolutamente novo. No entanto, é garantia de uma leitura leve, gostosa, com diálogos engraçados e tiradas, muitas vezes, hilárias, além de personagens interessantes.

Na balança todos os livros da serie conseguem ser bem recomendados e garantem momentos de diversão para os leitores.

20
nov
10

“Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte I” sob uma perspectiva pottermaníaca

Ainda não vi o filme, apesar de amar Harry Potter e considerar a melhor história de fantasia no mundo da literatura; ao contrário de Larissa Oliveira (autora do texto que vou colocar na íntegra logo a seguir) não suporto ver estreias super badaladas no cinema. Confusão demais, fila demais, agonia demais, fãs demais… enfim, sobra um monte e falta um bocado de atrativo, pelo menos, para mim.

Eu realmente espero que o filme esteja ótimo, como descrito por Larissa, pois o sexto filme, para mim, foi uma verdadeira decepção. Afinal dentre os sete livros, “O Príncipe Mestiço” é o meu favorito, pois foca muito na história de Voldemort e, mesmo ele sendo um vilão, me sinto muito atraída por ele. Podem me chamar de sádica ou louca, mas sempre achei os vilões mais ricos e atraentes que os mocinhos. Suas histórias são muito mais interessantes e mais cheias de detalhes, prendendo muito mais a minha atenção e atiçando ainda mais a curiosidade. Não torço por Voldemort, nunca torci, mas que curto demais a sua história, o seu passado, o psicológico da personagem, ah isso lá eu curto muito sim.

Até quinta-feira eu acredito que a agonia esteja menor nos cinemas, afinal é final de semestre, as crianças e adolescentes estão em correria e época de provas e trabalhos nas escolas, então, acredito que poderei assistir ao filme com mais tranquilidade, sem gritarias, comentários e bate-bate de palmas quando cada personagem surgir na tela.

Apesar de não curtir e sentir vergonha alheia pelos meninos e meninas que vão ao cinema fantasiados de alunos de Hogwarts, respeito quem é fã a esse ponto. Porém não entendo, acho que por que não sou mais adolescentes e por que eu nunca fiz isso na vida…

Vamos ao texto da Luciana que é muito legal, principalmente para quem ama a série, os filmes, as personagens, o enredo, os atores, etc…

 

Texto da repórter Larissa Oliveira

Ir a pré-estreias dos filmes de Harry Potter tem toda uma razão ritualística, portanto, antes mesmo de tecer meus comentários sobre ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte – parte I’, que estreia nesta sexta nos cinemas, aviso logo que sou pottermaníaca, assisto aos filmes na pré-estreia/estreia há exatos sete anos e só não vou fantasiada porque, digamos… passei da idade.

Tem gente que não entende e nem nunca vai entender, mas pré-estreias de HP são únicas. Tem aquele pessoal que encara este momento do ano como um feriado nacional e chega ao cinema 12 horas antes da sessão. Tem aqueles que vão vestidos com fantasias personalizadas e aqueles que fazem questão de ficarem mais parecidos o possível com os personagens da série. E ainda tem aqueles que não fazem nada disso, como eu, mas ainda assim acham tudo muito divertido.

 

E olha aí a turma do “cosplay” prontinha para mais um ano de aulas em Hogwarts!

Pode soar ridículo o quanto for, mas eu gosto da sensação de compartilhamento que só há em uma premiere de HP. Gosto da parte da gritaria ao aparecer de cada personagem, dos comentários em alto e bom som e, principalmente, dos aplausos às cenas bem feitas. (André Setaro não vai gostar desse post). E, chegando a parte que interessa, na primeira sessão do novo filme, os aplausos foram bem superiores aos resmungos indignados dos fãs.

Dessa vez, pessoal, o filme é bom. É, bom mesmo! É lógico que o longa tem lá seus problemas, mas corresponde à maioria das expectativas propostas pelo trailer.

Não vou enumerar os defeitos porque muita gente acompanha a história do bruxinho apenas pelos filmes, mas eu esperava mais emoção e profundidade em algumas passagens logo do começo do livro — pronto, quem leu já se situou —, e no filme, pra variar, foi tudo muito rápido.

Mas minhas críticas negativas vão até aí. A maioria das passagens do filme é bastante fiel ao livro e algumas são ainda melhores que na imaginação. E mesmo as que foram inventadas fazem algum sentido. Não tem nada comparado àquela bizarra cena do sexto filme em que a Toca, de maneira totalmente inexplicável, pega fogo.

Destaco ainda as cenas de ação, que são todas muito bem feitas, principalmente a que envolve a cobra de Lord Voldermort, Nagini — tive que me segurar na cadeira de medo, para se ter uma ideia. E as inteligentes alusões à Alemanha de Hitler, que, assim, como Lord Voldemort, tinha como objetivo extirpar da Terra os considerados “sangues-ruins”. Em resumo: dividir o livro em dois filmes foi a melhor atitude que os produtores poderiam ter tomado.

Com tamanha atenção aos detalhes e efeitos visuais de primeira, creio que esse novo filme tem grande potencial de conquistar o público mais adulto. Digo isso porque o tom sombrio e, por vezes, apavorante de algumas passagens não são lá muito recomendáveis para criancinhas. E também porque há um aprofundamento psicológico dos personagens, o que deixa a aventura em segundo plano e traz à baila o drama e o suspense.

Quem não leu pode, no entanto, reclamar da lentidão do roteiro, o que é um fato, mas insisto que o ritmo se justifica pelo cansaço em que Harry, Rony e Hermione se encontram na longa busca pelas horcruxes. Investir no medo, nas indecisões e nas frustrações de cada um deles — como na excelente cena em que Rony hesita em destruir uma horcruxe — foi uma escolha acertada. Quem leu os livros vai ficar satisfeito ainda com as sutis aproximações de Rony e Hermione, com a perspicácia do elfo doméstico Dolby e o humor dos Weasley.

Quem gosta da algazarra, como eu, aproveite e corra para o cinema ainda nesta sexta. Quem gosta da série, mas quer um pouco mais de sossego, espere mais alguns dias ou pegue sessões com horários mais avançados. E, por fim, quem estava na pré-estreia de quonta e já se prepara para dizer adeus ao ritual pottermaníaco no ano que vem: até a próxima pré-estreia!

 

Fonte: http://cineinblog.atarde.com.br/?p=3762

18
nov
10

Desafio Literário 2011

Tudo que é relacionado à literatura é muito bem vindo! Um desafio como este então, é um deleite para os fãs de um bom livro.

Vi o desafio no blog da querida Sandra – http://www.apenasumavez.wordpress.com e me empolguei. Como uma grande incentivadora à leitura e a tudo que seja relacionado a cultura, eu só poderia pedir autorização a ela para poder lançar no meu blog também.

Então vamos às explicações, afinal eu não sabia que este desafio já estava na sua segunda edição. Trecho retirado do blog de Sandra: “E então, eis que descubro o ótimo site Desafio Literário (www.desafioliterariobyrg.blogspot.com ) e conheço a proposta: em sua 2ª edição, o desafio é ler o mínimo de 12 livros ao longo do ano. Abracei a ideia e espero conseguir alcançar de fato esse número e ir além, mas considerando a correria do dia a dia, trabalho, estudos e tantas outras coisas, considero chegar a essa marca como um feito satisfatório. E mais que ler um livro por mês, é interessante que os temas e gêneros variem conforme o período, uma ótima oportunidade de conhecer obras e autores novos e diferentes. E para uma leitura incondicional e voraz, não será trabalho algum devorar alguns bons livros ao longo do ano”.

Espero sinceramente que eu volte a ter um ritmo de leitura como sempre tive, mas sofro do mal que atinge a todos nós: correria do dia-a-dia que consome meu tempo e a noite só quero descansar e dormir. Mas espero ter como meta mais de um livro por mês.

Lista – Desafio Literário 2011

Janeiro

– The Beatles – a biografia, de Bob Spitz

Fevereiro

– A Garota dos Pés de Vidro, de Ali Shaw

Março

–  Morte e Vida de Charlie St. Cloud, de Ben Sherwood

Abril

– As veias abertas da América Latina, de Eduardo Galeano

Maio

– O milagre, Nicholas Sparks

Junho

– Não Há Silêncio que Não Termine – Meus Anos de Cativeiro na Selva Colombiana, de Ingrid Betancourt

Julho

– Sábado, de Ian McEwan

Agosto

– Naquele dia, de Dennis Lehane

Setembro

– Edgar Sawtelle, de David Wroblewski

Outubro

– O morro dos ventos uivantes, de Emily Bronte

Novembro

– A menina que não sabia ler, de John Harding

Dezembro

– Viva o povo brasileiro, de João Ubaldo Ribeiro

E agora vamos esperar a virada do ano para começar a colocar em prática a leitura, de preferência dentro do prazo =)




Melissa Rocha

Jornalista apaixonada por cachorros e literatura, principalmente o gênero infanto-juvenil. Torcedora (e sofredora) do Palmeiras e Bahia. Fã de Drew Barrymore, Dakota Fanning, Anthony Kiedis e Red Hot Chili Peppers, All Star e Havaianas.

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