04
maio
10

A Mediadora – Crepúsculo

A autora americana Meg Cabot, no sexto e último livro da série “A Mediadora”, “Crepúsculo”, acabará de uma vez por todas com o suspense que ronda a cabeça dos leitores: Suze ficará ou não com o seu namorado fantasma Jesse? E como ficará a sua relação com o outro mediador Paul.

Por falar em Paul, o sexto livro já começa com um conflito entre ele e Suzannah. Paul rouba o dinheiro de um fantasma que seria destinado aos seus familiares que aparece lhe pedindo ajuda, bem como aparece também para Suze. Mas o fantasma da Sra. Gutierrez aparece primeiro para o mediador errado e Suze pouco pode fazer para lhe ajudar. Quando eles brigam Paul mais uma vez ameaça Suze de fazer Jesse desaparecer, como ele fizera recentemente com Sra. Gutierrez.

Suze perde uma ajuda muito importante. O padre Dominique teve que se ausentar da escola por um período, pois o monsenhor sofrera um acidente e ele teria que ir até São Francisco para averiguar o que realmente acontecera, afinal poderia se tratar da obra de um fantasma.

Após uma discussão com Paul, Suze vai a procura de Jesse e lhe conta o que a estava preocupando: a possibilidade de Paul fazer com que Jesse não tivesse morrido, desta forma eles não teria como se conhecer e, como conseqüência, não ficariam juntos. Afinal tudo o que Paul mais queria no mundo era separar Suze de Jesse. Mas o fantasma não deu muita importância a informação passada por Suze e ambos tiveram um momento romântico junto. No entanto quando as coisas começaram a esquentar Jesse mandou Suze ir embora.

Suze decide procurar o Sr. Slaski, o avô de Paul que vivia em uma cadeira de rodas e, conforme todos diziam, tinha problemas de saúde incuráveis. Quando ninguém podia ouvi-los, Suze falou com o Sr. Slaski sobre a mediação do seu neto. O avô de Paul também era um mediador que fora até as profundezas da terra para saber mais sobre esse poder. Ele fez descobertas importantes, mas ninguém quis acreditar nele, inclusive a sua própria família. A única coisa que o senhor ganhara foi uma doença terminal. Na conversa com o Sr. Slaski, Suze descobre que tanto ele quanto o neto Paul são deslocadores. São capazes de se deslocar no tempo entre os vivos e os mortos. Bem como ela também tinha esse poder, mas não sabia ainda que tinha e nem como utilizá-lo. Suze então começa a pensar que ela poderia salvar o pai, pensou em Jesse e ficou aturdida com a novidade. Mas o senhor lhe explica que quando ela viaja no tempo não é apenas a alma dela que vai e podem ficar reordenando tudo e alterando a vida e o destino das pessoas. E sempre que um deslocador voltava no tempo tinha que prestar atenção ao que fazia, nas suas ações, pois poderia mudar a história e isso teria conseqüências. O senhor diz ainda para ela que a cada vez que ela se deslocar no tempo, perderia células do cérebro, podendo passar a vida vegetando, dependendo de quantas vezes ela se desloque.

Após essa conversa com o Sr. Slaski, Suze liga para o padre D e conta a conversa que teve com o avô de Paul e sobre a habilidade dos mediadores. Suze fica frustrada ao concluir qual era a verdadeira intenção de Paul (de evitar a morte de Jesse e, consequentemente, evitar que ele e Suze se conheçam) e ao desabafar com o padre D descobre que ele concorda com Paul. Inclusive chama o garoto de generoso, pelo fato dele se arriscar a perder células do cérebro, para ajudar Jesse.

Quando Suze encontra Paul ela comenta que esteve na casa dele conversando com o seu avô sobre os deslocadores. Paul é pego de surpresa e acusa Suze de querer matá-lo para utilizar o corpo dele para abrigar a alma de Jesse. O que deixa Suze horrorizada de como o garoto fora capaz de pensar isso a respeito dela. Mas agora com a acusação dele, ela começou a pensar: ‘porque não’?

Houve um leilão na cidade e Paul adquirira um item que pertencera a Felix Diego, o assassino de Jesse. Qual seria o objetivo de Paul? Matar Felix para que Jesse pudesse viver?

Tanto Paul quanto Suze se deslocaram no tempo e vão para o ano de 1850. Lá encontram Jesse e Felix Diego. Suze tenta fazer com que Jesse acredite que ela é do futuro e que eles se conhecem. A princípio ele não acredita nela, mas depois que Suze fala sobre o desejo dele de se tornar médico, um segredo que ele jamais compartilhou com alguém, apenas com ela no seu futuro como fantasma, ele começa a acreditar na garota.

Jesse mata Diego, mas um incêndio acontece no celeiro em que eles estavam. Como todo o lugar estava pegando fogo, Jesse tenta ajudar Suze e quando ela se desloca no tempo, acaba levando-o com ela para o futuro. Mas ao chegar em casa com Paul e Jesse, Suze percebe que o garoto está muito mal e o leva para um hospital com Paul. Lá Jesse entra em coma. Ela liga para o padre D que havia chegado de São Francisco e ele imediatamente vai ao encontro deles. No hospital, o padre D convence Paul a pedir desculpas e a se entender com o avô. Enquanto isso, Suze muito triste, chama pelo pai.

O fantasma de Jesse aparece e é sugado para dentro do seu corpo. Suze acreditava que estava tudo acabado e que perdera Jesse para sempre. No entanto, o garoto revivera, para a sua completa alegria. Todos vão ao baile e lá ela finalmente consegue se entender com Paul. O garoto e ela ficam sem ressentimentos um pelo outro e Jesse conquista a afeição de todos na casa de Suze.

Eu gostei do final da história, pois apesar de Jesse e Suze serem um casal romântico da história, como ele era um fantasma eu cheguei a acreditar que Suze para ficar com ele teria até mesmo que morrer ou que ela terminaria se apaixonando por Paul. Mas Meg Cabot prova mais uma vez como tem a mente afiada e a criatividade a mil, bolando uma forma inteligente para que Paul se redimisse e melhorasse como pessoa e o casal conseguisse ficar junto na realidade de Suze.

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Melissa Rocha

Jornalista apaixonada por cachorros e literatura, principalmente o gênero infanto-juvenil. Torcedora (e sofredora) do Palmeiras e Bahia. Fã de Drew Barrymore, Dakota Fanning, Anthony Kiedis e Red Hot Chili Peppers, All Star e Havaianas.

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