Arquivo de abril \30\UTC 2010

30
abr
10

A Mediadora – A Hora Mais Sombria

Suzannah após conseguir sobreviver a diversas situações que poderiam lhe levar à morte está de férias da escola tem duas opções: ou tem aulas particulares durante o período ou trabalha. Como não queria saber de aulas nas férias, decide trabalhar durante a temporada de verão em um hotel da cidade onde mora na Califórnia.

Durante as suas atividades no novo emprego, ela acaba conhecendo um garotinho de cinco anos chamado Jack e passa a tomar conta dele, como babá, na ausência dos pais que saem muito durante a estadia no hotel. Ela programa gastar o dinheiro ganho com o trabalho com roupas para diversificar o guarda-roupa.

Enquanto Suzi trabalha no hotel, Andy, o seu padrasto decide construir uma piscina nos fundos da casa e obriga os seus filhos a cavarem o solo para fazer o buraco para a piscina. Por conta disso, em uma noite, ela recebe uma visita nem um pingo amistosa. Uma mulher aparece e lhe ameaça com uma faca no pescoço exigindo que ela convença o seu padrasto a parar de cavar no quintal.

Essa atitude um tanto estranha acende luzinhas nos pensamentos de Suze. Ela fica imaginando o que há enterrado no quintal, será que é o corpo de Jesse? Será que é algo relacionado com o assassinato de Jesse? E se for, será que o desvendamento do crime levará o fantasma bonitão para o outro lado, deixando-a morrendo de saudade? E quem será esse fantasma dessa mulher misteriosa?

Bancando uma de detetive, ela ainda tem que lidar com o seu trabalho no hotel. Jack tem um irmão mais velho, Paul, que é muito bonito e dá em cima de Suzannah o tempo todo. Além disso, ele trata Jack de forma diferente, como se seu irmão fosse meio anormal ou doente, quando na verdade o garoto é um mediador e não sabe como lidar com essa situação, morrendo de medo dos mortos e encontrará em Suze uma aliada para aprender sobre a sua capacidade.

Andy acaba desenterrando no quintal da casa um corpo. Diante do que foi encontrando eles contataram as autoridades e o médico legista informa que o corpo está enterrado lá há pelo menos 150 anos. E esse corpo revela muitas coisas assombrosas para Suze, afinal Maria da Silva, a fantasma que ameaçou a garota com uma faca, ex-noiva e prima de Jesse, havia se apaixonado por outro homem e mandara ele matar Jesse. Sendo assim, o corpo encontrado pertencia ao fantasma e amor de Suze, levando-a a enfrentar uma situação realmente perigosa, inclusive com confronto físico com os fantasmas de Maria e seu amante. E terá que enfrentá-los sozinhos, pois Jesse fora embora, sumiu, será que foi para o outro lado? Sim, e como o amor enfrenta tudo, a garota decide ir buscá-lo. A questão angustiante é como ela fará para trazê-lo de volta e será que depois dessa demonstração de amor, finalmente ela conquistará o amor do fantasma?

Conflitos sinistros também ela tem que enfrentar ao rejeitar o misterioso Paul. Qual será o fim de Suze e Jesse? E Paul, qual é a dele afinal? Só vai descobrir quem ler o livro.

29
abr
10

A Mediadora – Reunião

Dando sequência a série “A Mediadora”, Meg Cabot traz novas aventuras para a vida da protagonista Suzannah. Após desvendar uma série de crimes cometidos pelo tio de um “ficante”, desta vez a garota acha que terá um pouco de paz, tempo livre e muito lazer, pois é verão e ela receberá em casa a visita de sua melhor amiga, Gina, que saiu de Nova York para passar um tempo com ela na Califórnia.

Mas como podemos imaginar, a vida dela não será nada tranqüila, afinal como mediadora o que ela mais encontra pela frente são fantasmas em busca de ajuda para resolver as suas pendências. E nem Gina será capaz de impedir que Suze receba as visitas dos estranhos que azucrinam a vida dela.

Como a estação da vez é o verão e na Califórnia dá para saber que os dias são quentes, Suze e Gina estão comprando refrigerante em uma loja de conveniência para se refrescar. Tudo bem até então. Mas inesperadamente (será mesmo?) Suze nota que uma caixa de cerveja começa a flutuar no ar. Eis que ela percebe que há quatro jovens vestindo trajes de gala. Mas nem Gina nem os outros clientes do local podiam vê-los, exceto Suzannah. Ao olhar diretamente na direção deles, um dos garotos que segurava a caixa de cervejas, percebe que ela os viu e deixa as cervejas caírem no chão, se quebrando e causando uma pequena confusão no local.

Os quatro jovens eram fantasmas e eram conhecidos como os “Anjos da RLS” (sigla da escola Robert Louis Stevenson) e eles morreram em um acidente de carro quando voltavam de uma festa de formatura da escola.

A confusão se instala quando Suze, para variar, encontrará com os jovens novamente e eles tentam se vingar daquele que eles acreditam ser o verdadeiro culpado pelo acidente que sofreram, levando-os a morte, Michael Meducci, um nerd da sala de Suze. Diante disso, ela se vê obrigada a abrir mão de seus dias tranqüilos de verão em companhia da sua melhor amiga para ajudar essas jovens almas.

Michael sofre um acidente de carro e diversos outros acontecimentos sinistros começam a ocorrer, resultando na aproximação de Suze de Michael. Para isso ela precisa fingir estar apaixonada por ele, para poder se aproximar e protegê-lo da ira dos “anjos”. Suzannah percebe rapidamente que de anjos eles não tem nada, são muito nervosinhos e encrenqueiros.

Para piorar tudo, quando o romance dela parece estar decolando com Jesse, o fantasma de 150 anos que mora no quarto dela, ela precisa fingir estar gostando de outro, causando um ciuminho em Jesse. Além disso, ainda há Gina, que apesar de melhor amiga de Suze não sabe que ela é uma mediadora e vai precisar ajudá-la nessas situações difíceis ao lado dos fantasmas.

Michael que sempre demonstrou ser um nerd, ao longo da história demonstra ser muito diferente da máscara que utiliza no seu cotidiano. De nerd ele passa a se comportar como uma pessoa bem fria, rancorosa e rude. E Suze percebe isso, dando-lhe uma nova visão de toda história envolvendo os anjos e Michael. Sendo assim, nem ela, Gina e seus irmãos estão livres de qualquer perigo. A mediadora escapa da morte diversas vezes neste volume e uma grande reviravolta acontece no fim da história.

29
abr
10

Mabel Velloso participa do Projeto Encontro com o Escritor

A escritora de mais de 30 livros infantis, contos e poemas, Mabel Velloso participará hoje (29 de Abril), das 14h às 17h, no auditório da Biblioteca Pública do Estado, nos Barris, do Projeto Encontro com o Escritor, promovido pela Fundação Pedro Calmon/Secult. Neste primeiro encontro vai ocorrer a participação de docentes de escolas públicas e Mabel fará uma abordagem sobre o prazer da leitura no dia-a-dia e na sala de aula, dando dicas aos professores de como despertar nas crianças a vontade de ler com prazer e não por obrigação.

Um segundo encontro vai acontecer no dia 4 de Maio e vai contar com a participação de alunos de escolas públicas e os seus pais que desejarem acompanhá-los. A atividade programada para Mabel neste dia é contar histórias e falar sobre o processo criativo.

28
abr
10

Série A Mediadora – O Arcano Nove

Após o primeiro confronto com o espírito de Heather na nova cidade, Califórnia, a qual fora obrigada a se mudar para viver com a mãe, o padrasto e três meio-irmãos (David – Mestre, Brad – Dunda, e Jake – Soneca), a mediadora Suzannah no novo volume da Série “A Mediadora” terá que enfrentar novos desafios e novos problemas. Mas continuará contando com a ajuda do Padre Dominic, diretor da escola na qual estuda, Academia Católica Junipero Serra, mais conhecida pelos alunos como Missão, e do fantasma lindo e sedutor que mora no seu quarto, Jesse da Silva.

Suze, recém chegada à Carmel, na Califórnia, vinda de Nova York ainda sente os efeitos da sua popularidade. Ela tem feito amigos com facilidade, não tem sido hostilizada como costumava acontecer na antiga escola da antiga cidade, é convidada para frequentar festas e ainda por cima convive com caras bonitos e interessantes. Claro que dentre eles está Jesse, o fantasma bonitão que não dá muita bola para Suzannah, apenas se comporta como um conselheiro e amigo para a garota na hora de enfrentar os seres do outro mundo.

Como os sentimentos de Suze por Jesse são novos para ela, haja vista que não é comum e natural que uma humana viva se interesse e fique deslumbrada por um garoto que está morto, ela começa a se entusiasmar por um garoto muito bonito, rico, não muito inteligente e cobiçadíssimo pelas garotas da escola, Tad Beaumont.

Como Jesse demonstra não sentir qualquer tipo de atração ou sentimentos, além de amizade, Suze começa a corresponder as investidas e ao claro interesse demonstrado por Tad. E após o garoto lhe fazer um convite para um primeiro encontro, ela aceita. O que é uma compensação, afinal o garoto é de carne e osso e é um namorado em potencial, podendo representar muito para sua vida amorosa. É com Tad que Suzannah dá o seu primeiro beijo em uma festa.

As coisas pareciam estar indo muito bem na vida de Suze, até que ela recebe no seu quarto uma visita inesperada (será que para uma mediadora, receber uma visita de um fantasma – seres que vivem atormentando-a – pode ser considerada inesperada?) de uma fantasma dizendo coisas que para Suzannah eram incompreensíveis. A fantasma repetia o tempo todo para Suze dar um recado a uma pessoa chamada “Red”, dizendo que não era para ele se sentir culpado pela morte dela, que ele não a matara. Como Suzannah não sabia quem era Red e quem era a mulher, ela não tinha como dar o recado pedido pela fantasma. Com isso, ela começa a receber todos os dias a noite, as constantes visitas do espírito aos gritos e aos berros, reclamando que Suze não dera o recado para Red.

Suzannah se apieda pela mulher, queria ajudá-la, mas ela estava começando a ficar irritada com a situação, pois ela queria dormir e precisava continuar vivendo sua vida normal e comum como qualquer adolescente: estudar, curtir as festas e também se adaptar a sua nova família.

O relacionamento com Tad vai ficando firme e ela vai até a casa dele para curtir um dia de piscina. Lá conhece o pai dele: um rico empresário, mas que parece guardar um grande segredo, chamado Red. Imediatamente, Suzannah faz ligação com o espírito da mulher que a azucrinara durante dias para dar um recado a um tal de Red.

Suze então, mesmo sabendo que isso pode colocar o seu namoro em risco, decide investigar o passado do sogro. E acaba descobrindo coisas bem sinistras que ligam a riqueza de Red a uma sequencia de pessoas mortas.

Regado de ação, esse novo livro da escritora Meg Cabot, diverte os leitores com uma série de desvendamento de mistérios que rondam o passado da família Beamount.

Suze decide dar o recado da mulher para Red. Mas ele não reage da forma como ela esperava e isso pode custar a vida da garota. Ela acredita que o sogro é um psicopata assassino que dizimara diversas vidas para poder enriquecer e aumentar os seus negócios. Mas Red diz a ela que na verdade ele é um vampiro (coisa que não passa de imaginação do empresário, pois na verdade o assassino é Marcus Beamount, irmão de Red que cuida dos seus negócios).

Marcus drogava o irmão e Red, por tomar os comprimidos que Marcus lhe dava, imaginava coisas, inclusive que não era boa pessoa e fazia coisas ruins. O tio de Tad matava toda e qualquer pessoa que aparecia na frente deles, que poderia prejudicar os interesses dele. E essas pessoas na sua maioria eram ambientalistas.

Suze acaba descobrindo tudo isso da pior maneira possível. Ao dar o recado para Red, ela recebera novamente a visita da mulher morta reclamando que Suze não havia dado o recado para Red. A garota diz que deu, mas acabou descobrindo que não dera o recado para o Red certo.

Mas o estrago já estava feito. O verdadeiro assassino ficara sabendo das descobertas de Suze e ameça não apenas a gatora, mas também o próprio sobrinho.

Suze, mais do que nunca, vai precisar da ajuda de Jesse para enfrentar não apenas os seres mortos, mas também os vivos. Suzannah ajuda Tad quando ele se encontrara em perigo e os espíritos dos ambientalistas assassinados cuidam do psicopata. Não nos é relatado o que acontece com ele, mas fazemos uma idéia de que ele não irá mais aparecer, pelo menos não com vida.

Suze descobre pelo espírito da mulher que o Red verdadeiro era David, seu meio-irmão mais novo. A pessoa a quem o recado se destinava estava mais perto de Suze do que ela imaginava. Mas mesmo assim, ela conseguira o feito de frear o psicopata assassino e permitir que novas vítimas fossem poupadas.

A mulher em questão era a mãe de David. O garoto se sentia culpado pela morte da mãe e ela o chamava de Red por ele ser ruivo. O garoto começa a desconfiar que Suze tenha poderes especiais e ele, com certeza, será um grande aliado dela no futuro. Já era o seu meio-irmão favorito e esse acontecimento os une ainda mais.

27
abr
10

Série A Mediadora – A Terra das Sombras

Meg Cabot é um fenômeno na literatura mundial e todo mundo já sabe disso. O que eu não sei é como ela consegue escrever tantos livros e em tão pouco tempo, qual mágica existe por trás disso. Mas seja qual for o seu segredo, o que impressiona é o índice de aceitação e sucesso de praticamente todos os seus livros. Dentre eles, uma coleção que faz muito sucesso, principalmente entre as adolescentes, é “A Mediadora”. Série composta de seis livros que conta a história de uma adolescente de 16 anos, Suzannah Simon que é uma mediadora (tem a capacidade de ver, tocar e conversar com os fantasmas, como se fossem pessoas ainda vivas) desde muito criança e tem um morador especial no quarto de sua nova casa: um lindo e envolvente fantasma.

No primeiro volume, “A Terra das Sombras”, Suzannah nos é apresentada como uma adolescente que vive com a mãe que é uma jornalista, pois o seu pai morrera de um infarto fulminante quando ela era ainda bem jovem. No entanto, ela recebia visitas constantes dele, sempre buscando orientá-la e aconselhá-la. Após um novo casamento, ela se vê em uma situação inusitada que lhe renderá uma série de aventuras, mas ela ainda não sabe disso. Proveniente de Nova York, a garota, que sempre fora tida como esquisita por todos os colegas da escola, exceto por sua melhor amiga, que não compartilha do segredo e da sua capacidade de ser mediadora, após o casamento da mãe com um apresentador de um programa de TV, Andy Ackerman, precisa se mudar para a Califórnia. De quebra ganha três meio-irmãos: David, mais conhecido (por Suzannah) como Mestre, Brad, vulgo Dunga e Jake, também chamado por Soneca, fruto do primeiro casamento de Andy com a sua falecida esposa. Será que agora em uma nova cidade ela continuaria chegando em casa na companhia de policiais, devido as inúmeras encrencas que ela sempre se metia por tentar ajudar os fantasmas que sempre a procuravam em busca de ajuda para resolução das suas pendências desse mundo?

Todo mundo que já foi adolescente ou está nesta fase sabe como é um momento delicado, complicado mas também delicioso. Tudo é muito intenso, mas também breve, pois rapidamente perdemos o interesse por assuntos e coisas que antes seria capaz de nos matar de tanto sofrermos por elas. Suzannah não é diferente de qualquer adolescente de 16 anos. Será mesmo? Sim, ela é diferente em alguns aspectos. Dentre ele a sua capacidade de se comunicar com os seres que deveriam estar descansando, vivendo, trabalhando, sei lá, em um outro plano.

Quando ela entra na nova casa, o que a deixa um tanto apreensiva, pois a casa é de uma construção muito antiga e ela não curte nem um pouco prédios antigos, pois sempre existia uma grande possibilidade de alguém ter morrido dentro dele e conter fantasmas demais, ela percebe com muito desabor como seria viver com três garotos em uma mesma casa. De filha única ela cai de pára-quedas em uma família e em uma casa onde só existem homens. Ao chegar no cômodo que seria o seu refúgio na nova vida, o seu quarto, ela nota a presença de um fantasma sentado no assento da janela. Mas não era um simples e comum fantasma, era simplesmente o fantasma mais lindo que ela já vira em toda sua vida.

Jesse da Silva, o fantasma que enchera os olhos de Suze, não era o único que estava por aquelas bandas e faria parte da vida e do cotidiano da recém chegada. Assim que chega na nova escola, Academia Católica Junipero Serra, ela percebe que todos a olham de forma diferente de como era vista e descrita na antiga escola. De ignorada e tida como estranha, Suze passa a ter que administrar a sua popularidade e curiosidade dos demais alunos, afinal não é todo dia que uma garota vem de Nova York para estudar na Califórnia. Mas não somente ter de lidar com novos colegas se resumirá a vida de Suze na escola. Mas ela não estará sozinha, ela percebe que ao redor dela teria outro mediador, o diretor da escola, chamada comumente pelos alunos de Missão, o Padre Dominic.

Suze terá de enfrentar um fantasma de Heather, uma garota que fora aluna da escola que ela freqüenta e dona do armário que hoje pertence a Suzannah. A menina não aceitou o término do namoro com Bryce Martison e, para se vingar do garoto, comete suicídio. Enfurecida por perceber que Bryce toca em frente a sua vida e, pior, demonstra claramente ter interesses por Suze, ela está disposta a matá-lo e também a Suze, para se sentir enfim completa e feliz.

Suzannah não se sente intimidada por Heather, apesar de apanhar um bocado. O Padre Dominic não aprova de forma alguma o estilo muito engraçado e divertido Lara Croft de Suze, que tenta resolver os problemas com os fantasmas rebeldes com socos, chutes e uma boa pancadaria. Ele diz que essa não é a forma de um mediador agir. Mas Suze, assim como não é uma adolescente normal, também não é uma mediadora típica. Ela tem seus meios próprios de resolver os problemas e enfrentar os mortos.

No meio dessa confusão toda ela conta mesmo com o apoio preciso de Jesse e do Padre Dom para continuar viva, proteger o ex-namorado da fantasma e conseguir enviar a rebelde para onde ela deveria ter ido assim que morrera. E se não bastasse ter que enfrentar os fantasmas, ela ainda tem que bancar a garota normal em casa e aprender a lidar com três garotos em plena ebulição. Ela bate de frente com Brad (Dunga) pelo jeito do garoto, um tanto cabeça oca que só pensa em malhar e bem mau-humorado, com Jake (Soneca) ela não tem problemas, mas também nenhuma afinidade, já que como o próprio apelido já diz, ele parece ser meio sonolento, fazendo referência ao seu jeito caladão e preguiçoso de ser. O garoto parecia ter preguiça até mesmo de falar. O único por quem ela tinha um certo carinho e mantinha relações é David (Mestre) um garoto um pouco mais novo que ela, bem fofinho, doce e com um jeito meigo, inteligente e esperto. Ela será muito importante para Suze nos desafios que enfrentará nos próximos livros.

Bryce acaba se envolvendo com Suze, mas Heather tenta matá-lo diversas vezes e Suze conseguiu protegê-lo em todas elas. O garoto estava muito confuso com tudo que acontecera e muito abalado pela atitude extrema da ex, o que provocara a decisão da família Martison de mandá-lo viver em outra cidade. Com isso, ele e Suze tiveram que interromper o novo romance que estava surgindo. Será que isso será um sinal de que apesar de popular ela não teria muita sorte com os garotos? Vamos ver…

O que notei de diferente no livro é o que considero ser a marca de Cabot: descrever as personagens principais como garotas comuns, normais, engraçadas, de personalidade forte e até mesmo geniosa, às vezes. Ela não segue o protótipo das queridinhas da américa, como ser líder de torcida, patricinha, glamourosa e linda. Suze é apenas mais uma garota que poderia ser qualquer uma das leitoras de Cabot. Magistralmente ela aproxima muito as personagens das leitoras, tornando a leitura divertinda e agradável para as milhares de adolescentes que se apaixonaram por praticamente todos os livros da autora.

27
abr
10

Romance e suspense em ‘A Terra das Sombras’, primeiro volume da série A Mediadora

Matéria publicada no site Clicrn

Fonte: http://bit.ly/9YeQhE

Educação e Cultura/Romance 

Romance e suspense em ‘A Terra das Sombras’, primeiro volume da série A Mediadora 

Publicado em 27/07/2009, às 11h06 

  

Suzannah Simon é uma típica adolescente americana. Filha única, ela ganha três irmãos e uma nova casa quando se muda para a ensolarada Califórnia. Nova cidade, novos amigos, nova escola e novos fantasmas. Suze era ainda pequena quando descobriu sua capacidade de se comunicar com os mortos. Um dom que já lhe causou sérios problemas.

Com aversão a prédios antigos, ela termina indo morar com sua nova família em um casarão construído em 1849. Como se não bastasse, sua nova escola Academia Missão data do século XVIII. Prédios velhos, maior probabilidade de encontrar fantasmas. Por isso, nem bem Suze se instala em seu novo quarto e o fantasma de um jovem bonitão lhe dá boas-vindas. 

Mas Jesse não é uma alma atormentada como Heather, uma ex-aluna da escola que se matou por causa do namorado. Assombrando os corredores do colégio, ela persegue seu ex, tirando do caminho qualquer um que tente detê-la. Para surpresa de Suze, o Diretor da instituição, Padre Dominic, também é um Mediador. 

Primeiro livro da Série A Mediadora, A Terra das Sombras (Vol. 1 – 2004 – 288 pág. – R$ 37,00 – Editora Galera Record) é o início das aventuras de uma corajosa e engraçada protagonista que divide seus dias entre conviver com seus novos três irmãos, estudar, namorar e ajudar almas perdidas a terminar seu trabalho para descansarem em paz. 

Meg Cabot, conhecida no mundo literário como a ‘rainha pop das adolescentes’, com mais de quarenta livros escritos para jovens e adultos, cria uma história leve, misteriosa e divertida. 

Trecho do livro ‘A Terra das Sombras’ 

“… Caminhando pelo quarto, eu dizia a mim mesma: tudo bem, não é tão ruim assim. Por enquanto você está na boa. Talvez tudo dê certo, talvez ninguém tenha sido infeliz nesta casa, talvez aquelas pessoas todas que levaram tiros merecessem mesmo…

  

Até que me virei para a janela e vi que alguém já estava aboletado no assento que o Andy fizera para mim com tanto carinho. 
Era uma pessoa que não era minha parenta, nem de Soneca, Dunga ou Mestre. 

Voltei-me para o Andy, para ver se ele tinha notado a presença do intruso. Mas ele não tinha, embora a pessoa estivesse bem ali, bem diante do seu rosto. 

Minha mãe também não a havia visto. Ela só estava vendo o meu rosto. Desconfio que a minha expressão não devia ser das mais agradáveis, pois a expressão da minha mãe mudou completamente, e ela disse, num suspiro: 

– Ah, Suze, outra vez?!… 

Vou ter de explicar… eu falo com os mortos.” 

Viviane França 

 

Redação com Assessoria 

 

Foto: Editora Galera Record 

‘A Terra das Sombras’ é o início das aventuras de uma corajosa e engraçada protagonista 

 

26
abr
10

Uma Nota Errada

Não dá para deixar de confessar que é legal a escrita de Gordon Korman, mas gostei muito mais do primeiro livro da série, “O Labirinto dos Ossos”, escrito por Rick Riordan. Rick tem um humor muito mais aguçado, dá aos personagens uma pitada de humor e situações engraçadas muito mais interessantes do que Korman. A personagem Dan, tem tiradas fantásticas e hilárias no primeiro livro, o que não percebi acontecer com relativa freqüência no segundo livro.

Senti falta da presença misteriosa do advogado Sr. McIntyre, de maior presença e envolvimento dos outros integrantes da família Cahill. Todos aparecem, mas são aparições curtas e pouco significativas (com exceção de Jonah Wizard) quando se comparar ao primeiro livro. Não percebi as perseguições eufóricas que Riordan nos apresentou em “O Labirinto dos Ossos”. Se não fosse a corrida de barcos em Veneza que começou no clã de Janus, pouco teria de substancial nas aventuras de Amy, Dan e Nellie.

Existe ação, não vou dizer que não há. Mas nada comparado ao primeiro volume da série. Estou julgando como leitora e admiradora da série, não como alguém que se propõe a fazer uma análise minuciosa dos livros. Até porque a proposta inicial de Rick Riordan foi lançar a primeiro livro e “passar a bola” adiante na história com a escrita de outros autores, isso sem contar um fato essencial: eu jamais li alguma obra de Gordon Korman. Portanto, não conheço seus textos e sua escrita.

Vai ver o objetivo da série seja mesmo focar a atenção nos protagonistas Amy e Dan e centralizar pouco nos demais membros da família Cahill. Não sei, realmente não tenho conhecimento de todos os detalhes da série, a proposta de cada autor designado e do próprio idealizador do projeto, Rick Riordan.

Não me decepcionei com “Uma Nota Errada”. Apenas esperei mais do livro, diante do que foi apresentado ao leitor no primeiro volume. Vamos ver como serão os demais livros, espero sinceramente que seja melhor do que esse e ao mesmo nível que “O Labirinto dos Ossos”.

Nesta nova aventura, Amy, Dan, Nellie e Saladin vão atravessar a Europa e chegarão à Áustria atrás da segunda pista dos 39 fornecidas pelo jogo mortal proposto por Grace. No início do livro, o primeiro problema é apresentado para os irmãos e sua baby-sitter: o gato Saladin se recusa a comer qualquer coisa que não seja Salmão e faz uma greve de fome, preocupando a todos, porque eles não tinham mais dinheiro para comprar um peixe caro como esse.

Os Cahill e Nellie estão a bordo do mais lerdo trem da Europa, a caminho de Viena, na Áustria, para descobrir a segunda pista sobre Wolfgang Amadeus Mozart. Desde que encontraram a primeira pista em Paris, Dan não deixara de tentar decifrar uma suposta mensagem na partitura de uma das músicas de Mozart. No entanto, por mais que ele olhasse e tentasse decifrá-la, não conseguia sair do lugar. Enquanto eles discutiam sobre a decifração da partitura de Mozart, nem imaginavam que os Holt estavam os seguindo e embarcaram no mesmo trem que as crianças. De vagão em vagão eles buscavam Dan e Amy.

Amy foi a primeira a avistar os seus parentes brutamontes e Nellie toma a decisão de protegê-los tentando atrasar os Holt dando uma de francesa maluca. No entanto, Hamilton, o filho de Eisenhower Holt, percebe e reconhece que ela não é nenhuma turista e sim a baby-sitter dos Cahill. Enquanto Nellie despistava os Holt, Dan e Amy decidem guardar a segunda pista no bagageiro, juntamente com o gato Saladin.

Como o plano de Nellie não deu muito certo, os Holt conseguiram encontrar os garotos e os agrediu, exigindo a segunda pista. Amy conta para eles que estava no compartimento de bagagens. Quando o Sr. Holt abre o compartimento, Saladin pula para fora, juntamente com vários pedaços de papel. A partitura havia sido destruída pelo gato, o que irritou profundamente os Holt e decepcionou completamente os jovens Cahill. Mas Dan declarara para Amy que ele de tanto olhar desesperadamente para a partitura desde a França em busca de alguma pista, ele decorara a partitura e desenhara outra igualzinha para Amy que ficara muito feliz pelo dom do irmão de ter uma ótima memória fotográfica. Desta vez eles deixaram a partitura muito bem guardada e longe de Saladin.

Quando os jovens Cahill saíram da estação ferroviária Westbahnof, em Viena, não sabiam que estavam sendo espionados pelos Kabra. No hotel, Dan sentou-se com seu laptop e procurou no google informações sobre Mozart e ficou horrorizado com a quantidade de sites que apareceram que falavam sobre o compositor. Em um dos sites ele e Amy encontraram a música KV617, uma das últimas que Mozart compôs antes de morrer e com a música viram a partitura. Dan percebe que é mais ou menos a mesma partitura. Na versão da internet faltavam algumas linhas. Eles desconfiaram que estas linhas que sobravam seria a pista.

Amy e Dan vão visitar a casa de Mozart na rua Domgasse que se tornara uma atração turística muito freqüentada. Após uma visita por todo o lugar, eles nada encontraram que pudesse os ajudar. Quando o tour acabou, para alívio de Dan que achara aquele programa um tédio, Amy viu que havia uma biblioteca no porão, uma biblioteca sobre Mozart. Mas não encontraram nada lá que pudesse os ajudar sobre a pista. No entanto, descobriram que Maria Anna “Nannerl” Mozart, a irmão mais velha de Mozart, era tão talentosa quanto o irmão, mas nunca recebeu tanta instrução nem exposição porque era mulher. O diário original dela estava na biblioteca. Amy preencheu depressa um formulário de solicitação e entrou para a bibliotecária idosa. Mas não seria possível ela lhes entregar o diário, pois com muito assombro, ela avisa a eles que o diário havia sido roubado.

Quando Amy e Dan voltaram para o hotel para se encontrar com Nellie e Saladin estavam desolados, de mãos vazias e frustrados, pois não havia mais esperanças para conseguirem a pista a tempo, pois quem roubara o diário estava a frente deles na busca da pista e para desvendar o caminho para a terceira pista.

Enquanto eles contava para Nellie o que acontecera na biblioteca da casa de Mozart, viram na televisão uma entrevista dada pelo pop-star Jonah Wizard. Notaram que ele estava dando a entrevista em frente a casa de Mozart, onde Dan e Amy estavam faz pouco tempo. O garoto estava chamando atenção de todo mundo e os meninos notaram que o pai dele não estava ao lado dele, mexendo como sempre no seu blackberry. Amy e Dan desconfiaram que tudo fora armado. Enquanto Jonah dava entrevista, desviando a atenção das pessoas, o seu pai teria tempo e tranqüilidade para roubar o diário.

Nellie, Amy e Dan bolam um plano para invadirem o quarto do hotel em que Jonah estava hospedado enquanto ele ia para uma festa de lançamento do seu DVD com o seu pai. Nellie se finge de faxineira do hotel para que os garotos pudessem ter acesso ao quarto de Jonah. No entanto, ela acaba errando o número do quarto onde o garoto estava hospedado e acabou tendo que atuar de verdade como faxineira, enquanto Amy e Dan desciam para o quarto correto de Jonah para procurarem o diário.

Amy e Dan vão para o quarto de Jonah e procuram pelo o diário, acabam encontrando um boneco que representava Jonah e viram que o boneco dava um golpe e ao dar o golpe um código saia. Amy achou que era um código secreto para que eles pudessem ter pistas sobre a segunda pista. Mas Dan explica para a irmã que aquele código é o que dava acesso a uma área de um site de Jonah na internet. Os meninos acabaram encontrando o diário em cima do lustre. Decidem colocar a cadeira em cima da mesa e Dan sobe na cadeira para alcançar o diário. Nellie, no outro quarto, acaba se envolvendo em uma enrascada, pois um dos seguranças do hotel aparece no quarto em que ela estava “trabalhando” e diz que ela não era funcionária do hotel, pois ela estava usando piercing e lá era proibido esse tipo de acessório. Nellie então dá a desculpa que é fã número 1 de Jonah Wizard e os seguranças acabam detendo-a. Enquanto o segurança lhe diz que ela teria que responder algumas perguntas, eles ouvem um estrondo vindo do quarto de Jonah. O segurança então chama pelo rádio vários outros seguranças, mandando que todos fossem para o quarto de Jonah.

No quarto do pop-star, Dan, em cima da cadeira, em cima da mesa, acaba tomando um tombo e caindo no chão, fazendo um barulho que chamara atenção de várias pessoas no hotel. Nellie se desespera ao pensar que os garotos estariam em apuros também e torce para que eles estejam bem e tenha conseguido pegar o diário.

Amy e Dan conseguiram pegar o diário, mas o problema agora era como eles iriam fugir. Sem ter como escapar dos seguranças, a única saída para eles era se jogar da janela para cair em cima do toldo do hotel. Por outro lado, Nellie teve que tirar uma foto e recebeu uma bronca pelo comportamento que teve. O que deixou a garota bastante apreensiva, pois ela estava em um país estranho e bem longe de casa.

Amy e Dan voltam para o quarto do hotel em que estavam hospedados e pouco depois de entrarem ouviram umas batidas na porta. Foram correndo pensando se tratar de Nellie, mas para a surpresa deles era a prima Irina, ex integrante da KGB russa. Irina pede o que os meninos roubaram do quarto de Jonah e em troca ela usaria o seu prestígio para liberar Nellie, que segundo ela fora presa pela invasão do hotel. Amy estava disposta a entregar o diário, já que Irina poderia ajudar Nellie. Mas Dan tem uma idéia melhor, resolve enganar a prima dizendo que o buscaram no quarto de Jonah fora um boneco do cantor que quando dava um golpe dava um código secreto. Irina, rapidamente, pega o boneco e vai embora. Amy ficou horrorizada, sem acreditar que o irmão fosse capaz de fazer uma loucura dessas, achou que ele havia perdido o juízo, mas Dan se sentia muito feliz por ter conseguido enganar a prima.

Pouco tempo depois, novamente bateram à porta. Para surpresa dos meninos, era Nellie. Os dois disseram que Irina realmente tinha influência para liberar Nellie da cadeia tão rápido. A baby-sitter deles dizem que ela não fora presa, apenas teve que responder algumas perguntas no hotel e teve que tirar uma foto. Dan fica chateado por ter sido enganado, quando na verdade ele achou que estava enganando Irina.

Quando Jonah e o seu pai voltaram da festa, encontraram uma equipe de funcionários do hotel limpando a bagunça do quarto. Os dois foram correndo direto para o lustre para verificar se o diário ainda estava ali. Mas para desespero deles, não estava. Jonah cobra explicações da equipe de segurança do hotel e eles mostram a foto de Nellie, dizendo que ela era uma fã louca dele e podia estar envolvida nesse acontecimento. Ele demora, mas reconhece a baby-sitter dos seus primos Amy e Dan e fica com muita raiva.

Atrás de qualquer pista que o diário possa dar, os meninos acabam não encontrando nada. Mas notam que algumas páginas do diário estavam faltando e sentiam que alguma dica estava ali, mas nada mais podiam fazer. Os três jovens e o gato vão para a cidade de Salzburgo, atrás de mais uma dica que pudesse os levar à segunda pista. Pois quando Amy tocara no piano do hotel a música da partitura que Dan desenhara para ela, uma mulher encostou em Amy e começou a cantar e diz a garota que aquele música não era de Mozart e sim de um outro cantor e que a música chamava-se “O lugar onde eu nasci”. Imediatamente Amy percebe que essa fora uma mensagem secreta trocada entr Mozart e Franklin e vão para a cidade onde Mozart nascera.

Quando eles estavam cidade já, do nada um pedestre atravessou na frente do carro em que eles estavam. Nellie já queria buzinar para reclamar do pedestre nem um pingo cuidadoso, mas Amy a detera, pois era Alistair Oh, o tio coreano deles. Amy então sugere que eles deveriam seguir o tio.

Os meninos viram que Alistair entrara em uma igreja, a arquibadia de São Pedro. Na igreja eles viram que os restos mortais de Nannerl Mozart estavam lá. Os meninos encontraram o mausoléu em que Nannerl estava enterrada e foram para as Catacumbas de Salzburgo. Amy percebera que ao redor deles, pelo menos metade do cômodo estava cheia de grandes barris velhos, empilhados até o teto e viram uma única folha de papel escondida, que parecia um pergaminho. Amy nota que é uma fórmula, mas como estava em alemão, eles não sabiam do que se tratava e tiveram a idéia de levar o papel para Nellie para que ele pudesse traduzir para eles.

Dan e Amy conseguem sair dos túneis e quando viram a luz do sol perceberam 40 pares de olhos assustados olhando para eles. Os monges beneditinos da arquibadia de São Pedro olhavam para os meninos de queixos caídos e como se os meninos não existissem de fato. Notaram o pergaminho que Amy carregava e com um grito, todos começaram a correr atrás das crianças com raiva.

Dentro do carro, Nellie viu os monges perseguindo as crianças, abriu a porta do carro para eles com pressa e quase sem conseguir se livrar dos monges, as crianças entraram no corro e conseguiram fugir. Amy conta para Nellie que eles acharam uma pista. Nellie pegou o pergaminho para traduzir e, horrorizada e com os olhos arregaçados, conta aos meninos que não se trata de pista alguma, era a receita de Bénédictine. Uma receita antiqüíssima, conhecida só pelos irmãos beneditinos há séculos. Por isso, os monges estavam correndo atrás deles, pois achava que os meninos tinham roubado a receita. Amy se sente mal e diz que eles precisavam devolver.

Nellie conta que levou Saladin para o veterinário, para ver se ele estava com pulga, pois o gato não parava de se coçar. Mas na verdade era um rastreador que fora colocada na coleira dele. Algum dos adversários dos meninos utilizaram o gato para monitorar as crianças.

Os meninos então voltaram a seguira o tio Alistair e viram que ele entrara em outra casa de Mozart e viram que o tio estava sentado de boca aberta em uma cadeira. A princípio pensaram que ele estava morto, mas como já era velho, deveria ter ficado cansado e imaginaram que ele estava dormindo. Amy e Dan pegaram a bengala do tio e sentiram que ela era muito leve. Desconfiaram e quando pegaram a parte de baixo perceberam que era um fundo falso. Pegaram um papel que estava escondido em um fundo falso da bengala e colocaram no seu lugar o rastreador que estava no gato. No papel que estava na bengala de Alistair, Nellie percebera que estava escrito em italiano e ela não entendia italiano. Mas sabia que havia algo sobre a cidade de Veneza no papel e tinha uma data: 1770. Mozart deveria ter 14 anos nesta época e ele se apresentara com essa idade por toda a Itália. O pai dele o levara para uma turnê pelo país. Então eles viajaram de carro de Viena para Veneza.

Eles começaram a seguir uma vã e viram que a vã estava seguindo uma limusine prateada. Então eles começaram a seguir a limusine. Viram que havia um estacionamento onde a limusine parou e eles estacionaram também. Viram que quem saíra da limusine fora Jonah e perceberam que ele estava se disfarçando para, nitidamente, não ser reconhecido. O que era um tanto estranho para um garoto que sempre fez questão de aparecer e ser reconhecido.

Todos entraram em uma balsa e perceberam que os meios de transporte na cidade eram a barco, balsa, gôndola ou a pé. A cidade era toda acima d’água. Os meninos continuaram seguindo Jonah e o seu pai. Viram que eles entraram em uma loja de cds e do nada eles sumira. Os meninos foram atrás enquanto Nellie ficou de lado de fora com Saladin.

Em uma das estantes de cds, Dan encontrou uma obra de Mozart e quando Amy colocou o cd em um aparelho de som e quando chegaram na última música o chão sumiu embaixo dos pés deles. Amy e Dan caíram por um túnel de metal. As laterais eram espelhadas e refletiam seus rostos cheios de pavor. Eles caíra em almofadas macias com enchimento de isopor.

Dan achou que eles tinham ido parar em outra casa de Mozart. Mas Amy diz que não podia ser. Viram obras de arte raras no local e livros que ela nunca ouvira falar. O piano do lugar começou a tocar um ragtime animado e Amy entendeu que ali era uma das bases secretas dos quatro clãs da família Cahill (Janus, Tomas, Ekatrina ou Lucian).a li era a base de Janus.

Eles estavam explorando o lugar quando ouviram barulhos de pessoas. Viram que o clã de Janus tinha uma seção dedicada ao seu músico mais famoso: Mozart. Viram Jonah e perceberam que ele estava trás de parte do diário de Maria Anna Mozart. Amy então pegou um tubo de tinta vermelha e correu em direção a um quadro com o retrato de George Washington e gritou que ou eles davam o papel que estavam escondendo ou o quadro seria destruído, todo pintado de vermelho.

Um homem gritou para que o quadro não fosse destruído e entregou aos meninos o papel que eles queriam. Com o papel em mãos, os meninos correram, mas foram perseguidos por todo clã de Janus. Conseguiram escapar por uma escada de metal e pegaram um barco. Dan começou a pilotar o barco fugindo dos barcos dos membros do clã de Janus, com Jonah na cola deles. Dan pegou os papéis e escondeu-os em uma almofada à prova d’água que estava no barco. A perseguição não parava e Dan sempre conseguia escapar de Jonah. Eles viram que havia mais a frente um engarrafamento de barcos e estariam perdidos, mas notaram também uma pequena embarcação de passeio atracado parcialmente escondida embaixo da ponte. Dan aproveitou para esconder lá, no Royal Saladin, a almofada, para o caso de serem pegos.

Parecia que Dan havia conseguido despistar os demais barcos que o perseguiam e quando recomeçara a se movimentar uma outra embarcação, um iate high-tech estava indo com tudo na direção deles. A lancha bateu com força no casco de aço do iate e se estraçalhou feito um brinquedo de madeira, então tudo ficou escuro para as crianças.

Quando eles despertaram, estavam salvos, mas em um aposento minúsculo mas bem luxuoso. Estavam no iate dos Kabra, que apareceram e exigiram das crianças os papéis que eles roubaram de Jonah, pois eles viram que Jonah estava perseguindo eles. Mas os garotos não tinham mais os papéis. Natalie então chama o marinheiro e manda que ele expulse as crianças do iate.

Enquanto isso, Nellie estava desesperada, mais do que nunca, preocupadíssima com a demora do desaparecimento das crianças. Então os viu todos molhados. Mas eles estavam mesmo preocupados com os papéis que eles deixaram no almofada no Royal Saladin, não com o frio que estavam sentindo.

Correram em direção à embarcação e perceberam que lá estava ocorrendo um casamento. Mas conseguiram resgatar a almofada e os documentos. O próximo passo para desvendar a segunda pista, aparentemente, estava em Fidelio Racco, um primo dos Cahill. Ele não era nenhum Mozart, mas tinha o seu valor. Amy e Dan foram até a galeria que Racco montara um dia. Eles foram até a casa de Racco e pagaram 20 euros para poder entrar.

Eles percorreram um corredor com móveis finos que terminava em um aposento circular. No centro, iluminado por uma luz azul, havia um cravo de mogno lustroso e era o instrumento que Mozart tocou em sua apresentação na casa de Racco em 1770.

Eles sentiam que a próxima pista estava perto, mas uma arma fora encostada na cabeça de Amy. Era Natalie Kabra. Ian entrou começou a tocar o cravo, conforme o que ele achou que o significado da mensagem no papel que os meninos roubaram do clã de Janus. Amy começou a decifrar a pista, mas quando tentou ajudar Ian para que não acontecesse o pior, já não dera mais tempo. No exato instante em que Ian apertou uma tecla, a tecla da armadilha, o cravo de Mozart explodiu jogando Amy e Ian longe. Na queda Ian bateu a cabeça no chão e ficou inconsciente. Dan então tratou de controla Natalie e acabou pegando a arma dela e atirando nela o dardo de sono que ela queria utilizar nos meninos.

Amy mesmo com o cravo destruído começou a tocar a partitura que Dan desenhara e o chão começara a tremer. Porém nada desabou, apenas uma nova abertura apareceu no chão. Apareceram espadas reluzentes, espadas de samurais. Perceberam que a próxima pista tinha a ver com Tungstênio, a matéria prima que tinha na liga de aço das espadas dos samurais.

Dan e Amy foram encontrar Nellie e contaram todas as aventuras. Dan mandou que todos fizessem as malas pois o próximo destino seria Tóquio, pois era de lá que vinham aquelas espadas.

Quem colocara o rastreador no gato Saladin para monitorar os garotos fora o advogado de Grace, o sr. William McIntyre. Mas para sua surpresa, o que encontrou não foram as crianças e sim Alistair Oh.

Encontrou-se com o homem vestido todo de preto, o misterioso homem que sempre estava espreita, e dissera a ele que os meninos encontraram o rastreador e que talvez eles fossem mais espertos do que Grace imaginava. E naquele mesmo momento em que eles conversavam, um avião rumava para o Oriente. E assim termina o segundo livro da série “The 39 Clues”.

Espero que a próxima aventura dos jovens Cahill no Japão façam jus à essa cultura milenar esplêndida e muito interessante. Desejo que o livro seja tão bom quando o primeiro, “O Labirinto dos Ossos” e melhor do que “Uma Nota Errada”.




Melissa Rocha

Jornalista apaixonada por cachorros e literatura, principalmente o gênero infanto-juvenil. Torcedora (e sofredora) do Palmeiras e Bahia. Fã de Drew Barrymore, Dakota Fanning, Anthony Kiedis e Red Hot Chili Peppers, All Star e Havaianas.

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