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Atores vão a São Paulo para promover a sequência de “Crepúsculo” e mostram-se espantados com o tamanho da cidade

Atores vão a São Paulo para promover a sequência de “Crepúsculo” e mostram-se espantados com o tamanho da cidade

Matéria publicada no Caderno 2 do jornal A Tarde no dia 3 de novembro de 2009, na página 3.

Astros de “Lua Nova” levam pequena multidão enlouquecida a hotel onde deram coletiva.

Lucas Cunha

São Paulo

Dois minutos para fotos, 30 para entrevistas: Kristen Stewart e Taylor Lautner, estrelas da série vampiresca, são dois jovens simpáticos que parecem estar assustados, mas gostam da fama.

Em uma manhã ensolarada em pleno feriadão de finados, anteontem, centenas de fãs se aglomeraram em frente ao Hotel Grand Hyatt, em São Paulo, para ver os atores Kristen Stewart, 19, e Taylor Lautner, 17, astros da série vampiresca teen “Crepúsculo”, em rápida passagem pelo Brasil para divulgação do novo filme da série, “Lua Nova”, que chega aos cinemas no dia 20 de novembro.

Os presentes, em esmagadora maioria meninas de 12 a 20 anos, não dava trégua para os seguranças e até para os jornalistas que entravam para o local da coletiva. Histéricas, elas imploravam para mandar lembranças aos ídolos ou mesmo para ter qualquer registro físico da passagem do casal pelo Brasil (até a sacola da distribuidora do filme era solicitada).

Simpáticos

Tudo era extremamente cronometrado: dois minutos para fotos com os atores, mais 30 minutos para a coletiva, na qual estava proibida qualquer pergunta que não fosse relacionada a “Lua Nova”, sob risco de o jornalista que não seguisse as regras ser expulso da sala.

De perto Stewart e Lauter são dois jovens simpáticos, que parecem estar assustados, mas, ao mesmo tempo, desfrutam da fama que a série “Crepúsculo” tem lhes proporcionado.

A dupla não escondeu ter pouco conhecimento sobre o Brasil. Mostrou surpresa por SP ser “tão grande”.

Stewart, por ser mais velha e mais experiente como atriz (participou, dentre outros, de “Na Natureza Selvagem”, de Sean Penn) é mais segura e direta nas respostas do que o parceiro Lautner.

É ela quem define melhor as principais diferenças entre a produção de “Crepúsculo” e “Lua Nova”: “O primeiro não era um filme tão esperado, era um trabalho de uma escala menor. A diretora (Catherine Hardwicke, que tem sua carreira mais ligada ao cinema independente) coincidia com a qualidade que o tom daquele filme pedia”.

Com o salto de uma média para uma superprodução, para os padrões hollywoodianos, houve troca na direção, com a entrada de Chris Weiss, responsável por adaptações de sucessos da literatura mais ligada ao público jovem, com “Um Grande Garoto” e “A Bússola de Ouro”.

Só com sua chegada que Lautner foi confirmado no papel de Jacob. O novo preferido das capas de revistas do público teen feminino tinha participado de quatro cenas de “Crepúsculo”, e não estava garantido novamente com a grande expectativa criada para a sequência “Lua Nova” e o crescimento de seu personagem.

“Disseram que havia uma briga pelo papel. Mas, como estávamos esperando a definição do novo diretor, me concentrei no que podia controlar”, diz.

Logo após o fim das filmagens de “Crepúsculo”, mesmo sem ter certeza da sua participação, Lautner começou um intenso treinamento para aumentar o vigor físico, já que seu personagem é um forte lobisomem, o que faz o filme usar e abusar de cenas com o rapaz sem camisa.

Lautner ganhou 14 quilos, a maioria massa muscular, dos treinamentos até o início das filmagens de “Lua Nova”. “Isso mostra que estava determinado a ganhar o papel”, diz Stewart, dando força ao colega de filme.

Triângulo amoroso permeia a trama do novo filme, que chega à tela dia 20

Apesar de conter mais cenas de ação, com a entrada de Lautner e sua trupe de lobisomens, inimigos mortais dos vampiros, é no triângulo amoroso com a dupla Stewart – Lautner, e o galã do primeiro, Robert Pattison, que a trama se desenvolve.

No livro, Edward (personagem de Pattison, que não esteve no Brasil) aparece pouco. Sua presença é mais uma imagem presente para Bella (Stewart) quando a mocinha permanece em risco.

“Quando Bella tem a sensação de medo, é a voz do Edward que a tranqüiliza. Mas fica melhor, do ponto de vista visual, sua aparição. Não é só para colocar mais o Robert em cena para atrair mais público, apesar que sabemos que isso acontece”, diz Stewart.

“É também uma boa maneira de fazer o triângulo amoroso. Se você não fosse lembrado da imagem do Edward a todo momento, isso ficaria mais fraco”, completa Lautner.

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Melissa Rocha

Jornalista apaixonada por cachorros e literatura, principalmente o gênero infanto-juvenil. Torcedora (e sofredora) do Palmeiras e Bahia. Fã de Drew Barrymore, Dakota Fanning, Anthony Kiedis e Red Hot Chili Peppers, All Star e Havaianas.

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