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Pollyanna

pollyanna menina

“Pollyanna” é um clássico da literatura infanto-juvenil. Publicado em 1913 pela escritora Eleanor H. Porter.

Pollyanna Whittier uma menina de 11 anos muito doce, sincera, simpática e sem irmãos, filha de missionário pobre, perdeu os pais ainda muito criança e, tendo apenas como parente mais próxima uma tia bastante rígida e pouco afetuosa, se viu arrancada da sua vida, do seu cotidiano e da sua cidade. Tia Polly Harrington, uma tia solteirona, que sequer conhece a sobrinha, mora em uma casa muito grande, com muitos quartos, um enorme, lindo e bem cuidado jardim e cercada de muitos criados, na cidade de Beldingsville em Vermont, na Nova Inglaterra, Estados Unidos.

Pollyanna quando chega a casa da tia é levada para se acomodar no pior e mais simples quarto da enorme e confortável casa. Nem isso a perturbou, ela prontamente encontrou motivos para ficar feliz com aquele quarto quente, pequeno e abafado. Fruto do jogo que aprendeu com o seu pai desde que era muito pequena: o jogo do contente, que consiste em procurar nas maiores adversidades motivos para ficar feliz ao invés de se lamentar. O jogo do contente iniciou-se quando na volta de uma das viagens de seu pai, Pollyanna esperava que ele lhe trouxesse uma boneca, mas no lugar do brinquedo ela recebeu um par de muletas. Demonstrando decepção, o seu pai lhe disse que ela deveria ficar contente com as muletas, pois ela não precisava utilizá-las. Pollyanna entendendo a mensagem, em todos os momentos de sua vida passou a praticar o jogo particular dela e de seu amado e querido pai.

Na nova cidade, a menina, uma otimista incurável, encantava a todas as pessoas que convivessem com ela e a todas as pessoas que estivessem tristes, aborrecidas ou mal-humoradas, que cruzavam a sua vida, ela ensinava o jogo do contente. Empenhava-se de corpo e alma para ensinar a todas as pessoas o caminho da felicidade para superar a tristeza. Com isso, ela se envolve com as pessoas mais problemáticas da cidade de Beldingsville e os convence e os ensina a brincarem de ser feliz.

Mas por mais que ela se esforçasse, Pollyanna não conseguia fazer a sua tia jogar o jogo. Pollyanna não se deu por vencida e nunca desistiu de conquistar o amor, o carinho e a afeição da tia Polly. E, com o tempo, tia Polly acaba cedendo ao jeito simpático e amoroso da única sobrinha.

A vida de Pollyanna sofre uma reviravolta quando ela perde os movimentos das pernas quando sofre um acidente e é atropelada. A menina, desolada, tem o seu otimismo posto à prova quando ouve um médico especialista declarar que ela nunca mais voltará a andar. Pollyanna se entrega à tristeza e não encontra nada que a deixe contente. O que causa uma comoção em toda a cidade. Aqueles que antes foram ajudados por ela, fazem de tudo para encorajá-la a acreditar que ela ficará boa. Altruísta, Pollyanna reflete que sem as suas pernas ela não conseguiria ter ajudado e modificado a vida de tantas pessoas, ficando, desta forma, contente.

O médico (um antigo amor de Tia Pllly), comovido com a criança, revela que há uma nova cura para a lesão da medula espinhal, mas para isso, a criança precisaria passar alguns meses em um hospital distante. Lá, Pollyanna consegue melhorar e recupera os movimentos das pernas.

Ao retornar à cidade e à vida de Polly, os milagres da criança continuam acontecendo na vida da sra. Harrington. Tia Polly, bastante diferente do início da história, se casa com o médico e a felicidade para todos, é geral.

Dentre tantos livros da minha infância, Pollyanna é um dos que mais marcou. Consigo me lembrar de trechos da história como se tivesse lido ontem. A cada releitura, em fases distintas de nossas vidas, as mensagens nos afetam de formas diferentes. Aprendemos com Pollyanna a não nos incomodarmos com pequenas coisas e buscarmos a felicidade naquilo que tanto nos incomoda. É bastante difícil conseguirmos aplicar o jogo do contente em todos os momentos da nossa vida, mas quem sabe praticando-o todos os dias, um dia não conseguiremos entendê-lo na sua total magnitude?

Segue um trecho do livro em que a personagem encantadora Pollyanna nos transmite aquilo que todo ser humano poderia sonhar em conquistar: “Muitas vezes me acontece de brincar o jogo do contente sem pensar, a gente fica tão acostumada que brinca sem saber. Em tudo há sempre alguma coisa capaz de deixar a gente alegre; a questão é descobri-la.”

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16 Responses to “Pollyanna”


  1. 1 Bianca
    outubro 21, 2009 às 6:19 pm

    acho que pollyanna fez parte da vida de todas as meninas quando conheceram o mundo da literatura. amei o resumo.
    parabéns

  2. dezembro 19, 2009 às 10:23 am

    Pollyanna é realmente um livro maravilhoso que nos ensina.

  3. dezembro 19, 2009 às 10:23 am

    uma lição inesquecivel ser sempre uma pessoa positiva

  4. 5 bianca
    setembro 7, 2010 às 11:04 am

    em que pág estar esse trecgo Melissa :” “Muitas vezes me acontece de brincar o jogo do contente sem pensar, a gente fica tão acostumada que brinca sem saber. Em tudo há sempre alguma coisa capaz de deixar a gente alegre; a questão é descobri-la.” “

  5. 6 sandra
    maio 18, 2011 às 9:03 pm

    achei otimo o livro mas nao acho um exemplar para le-lo

  6. maio 30, 2011 às 12:25 am

    Bom, Pollyanna é um livro mtt interessante pois ele é capaz de nos deixar voar na imaginaçao e tbm d nos deixar c os nossos pés no chao….♥ Acho q todos nos precisamos d um jogo do contente em nossas vidas + será q estamos despostos a pratica-lo? se depender d mim “Claro q sim”

  7. 8 tawane leão da silva
    agosto 23, 2011 às 8:14 am

    Bom eu achei maravilhoso o livro pk fala de uma menina orfã’

  8. 9 pedro
    setembro 19, 2011 às 8:37 pm

    muito bom a prof vai pensar qe eu faz muito rapidp

  9. 10 mekkmila
    setembro 2, 2012 às 3:01 pm

    Voce me ajudou muito pq eu perdi o livro da escola e eu nao tinha começado a lerr

  10. 11 silvielen
    setembro 9, 2012 às 12:52 pm

    Gostei do livro

  11. 12 gabriel
    novembro 20, 2012 às 8:48 am

    polluanna e reaumente um livro muito legal

  12. 13 Otaviio
    maio 22, 2013 às 8:59 pm

    Muito bom, eh uma boa liçao para nossa vida a gente acaba aprendendo a nunca se desanimar e nos podemos ter ctz q akeles q sao nossos amigos de vdd, sempre estarao do nosso lado ! ><

  13. 14 Nimue
    novembro 9, 2013 às 7:35 pm

    Li os dois livros Pollyana criança e adolescente, adorei…

  14. 15 sonia
    fevereiro 18, 2015 às 4:54 pm

    Ola amei este livro, fez parte de minha adolescencia, alguem tem para vende-lo ?


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Melissa Rocha

Jornalista apaixonada por cachorros e literatura, principalmente o gênero infanto-juvenil. Torcedora (e sofredora) do Palmeiras e Bahia. Fã de Drew Barrymore, Dakota Fanning, Anthony Kiedis e Red Hot Chili Peppers, All Star e Havaianas.

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