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O pequeno príncipe

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Publicado em 1943 nos Estados Unidos, traduzido para 170 línguas e dialetos, o livro francês mais vendido, além de inspirar produções para cinema, teatro e musicais, “O pequeno príncipe”, no mercado editorial é classificado como um livro infantil, por se tratar de uma história vivida por uma criança, com menção à infância e pelas mensagens serem transmitidas por uma criança. Mas acredito que seja um livro melhor aproveitado e compreendido, em sua totalidade e essência, por jovens e adultos.

O autor, Antoine-Jean-Baptiste-Marie-Roger Foscolombe de Saint-Exupéry, ou como é mais conhecido mundialmente, Santi-Exupéry, conta a história de um pequeno príncipe que mora em um minúsculo planeta. O narrador fez um pouso forçado no deserto do Saara e enquanto estava consertando o seu avião encontra-se com o pequeno príncipe que lhe faz um pedido um tanto original: para o narrador lhe desenhar um carneiro, pois os carneiros comem arbustos, ele comeria os baobás que eram um problema em seu planeta. Imediatamente o pequeno príncipe se vê diante de um dilema: carneiros também comem plantas e ele tinha, em seu planeta, uma flor muito especial por quem ele dedicava um amor muito grande.

Antes de chegar à Terra, o pequeno príncipe visitou muitos planetas e relata todas as suas aventuras e experiências. Ele esperava que na Terra fosse conhecer muitos lugares e fazer muitos amigos. Um dos novos amigos ilustres do pequeno príncipe foi a raposa que lhe transmitiu conhecimentos e mensagens muito importantes a respeito do ser humano e também sobre a responsabilidade de alguém para com o outro (“Tu te tornar eternamente responsável por aquilo que cativas”).

São muitas as interpretações das passagens do livro e isso acontece porque cada leitor interpreta conforme o seu conhecimento de mundo e sentimentos. E a cada releitura descobrimos e refletimos de formas diferentes. A única certeza que é comum a todos os leitores é que não se trata de um livro supérfluo. E mesmo adultos, nunca devemos perder a doçura, a curiosidade e sinceridade do nosso lado criança, mesmo diante das adversidades e preocupações diárias das nossas vidas.

Leia e releia o livro quantas vezes a vida lhe permitir, para mim é um livro atemporal e

Nos faz refletir, assim como o narrador sobre a importância das pequenas coisas do dia-a-dia que muitas vezes nos passa despercebidas, como admirar o pôr-do-sol, contemplar uma flor e apreciar as estrelas.

Encerro o post com uma mensagem da raposa: “Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos”.

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Melissa Rocha

Jornalista apaixonada por cachorros e literatura, principalmente o gênero infanto-juvenil. Torcedora (e sofredora) do Palmeiras e Bahia. Fã de Drew Barrymore, Dakota Fanning, Anthony Kiedis e Red Hot Chili Peppers, All Star e Havaianas.

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