Arquivo para a categoria 'Rick Riordan'

18
nov
10

A Pirâmide Vermelha – Nova Série de Rick Riordan

 

Aeeee demorei tanto para postar, mas pelo menos chego com uma novidade que eu esperava tão ansiosamente.

Acabo de adquirir o meu exemplar da mais nova série de Rick Riordan. Famoso pela coleção “Percy Jackson e os Olimpianos”, o professor norte-americano de história, desta vez traz aventuras envolvendo a mitologia egípcia. No início deste ano li o primeiro capítulo do primeiro livro e achei muito interessante. Agora é só esperar para ver.

Sinopse

Os irmãos Carter e Sadie Kane vivem separados desde a morte da mãe. Sadie é  criada em Londres pelos avós, e Carter viaja o mundo com o pai, o Dr. Julius  Kane, um famoso egiptologista. Levados pelo pai ao British Museum, os irmãos descobrem que os deuses do Egito estão despertando. Para piorar, Set, o deus  mais cruel, tem vigiado os Kane. A fim de detê-lo, os irmãos embarcam em uma  perigosa jornada – uma busca que revelará a verdade sobre sua família e sua ligação com uma ordem secreta do tempo dos faraós.


30
ago
10

Percy Jackson e os Olimpianos – O Último Olimpiano

O quinto livro da série “Percy Jackson e os Olimpianos”, “O Último Olimpiano” do autor americano, Rick Riordan, encerra a série de aventuras vividas por heróis (semideuses), humanos, deuses do Olimpo, sátiros e outros seres da mitologia grega.

Como eu adoro qualquer tipo de mitologia, quando vi o lançamento do primeiro livro da coleção, corri para comprar e me encantei pela história. No entanto, a todo momento, eu tinha que sacudir a cabeça, afinal parecia estar lendo “Harry Potter” a la grega. Eu não gosto de comparações, acredito que hoje em dia uma boa história sempre inspira outras. Para mim, “Harry Potter” está no topo da literatura infanto-juvenil. Acredito que levará muitos e muitos anos para que algum dia surja na literatura algo tão bom, criativo, encantador, mágico e inspirador quanto HP. E Riordan por ser um professor de inglês que lecionou durante quase duas décadas para jovens, bem sabe do que eles gostam e como criar histórias incríveis. Prova disso são as duas séries (“Percy Jackson” e “The 39 Clues”) que ele lançou e são fenômenos de venda em todo o mundo. Além da nova série quentinha que chegou ao mercado estadunidense sobre a mitologia egípcia.

Porém, por mais interessante que seja as aventuras vividas pelo semideus Percy, as comparações com HP são inevitáveis. O garoto protagonista, filho de Poseidon, é apaixonante. Diferente de Harry, ele não é órfão, mas desconhece o pai e existe em seu destino uma cruel profecia em que ele precisaria enfrentar a fúria de um Titã poderoso que poderia destruir não apenas o Monte Olimpo e o mundo mitológico grego, mas também toda a humanidade (coincidência?). Percy tem dois fies companheiros, Annabeth – uma inteligentíssima, corajosa e orgulhosa meio sangue, filha da deusa Atena e Grover – um sátiro engraçado, atrapalhado e imaturo (coincidência de novo?). Jackson precisa enfrentar desafios que muitos heróis gregos tiveram que enfrentar anteriormente e, ele sozinho, dá conta do recado.

No último livro da coleção eu praticamente me senti relendo “Harry Potter e as Relíquias da Morte”. Lógico que a história central, a temática, os monstros e as batalhas não são iguais, mas as particularidades são extremamente próximas. Para quem acompanha a série, vai perceber que “O Último Olimpiano” é eletrizante, praticamente é uma luta e ação atrás da outra. Quem costuma tomar fôlego e ler rápido, termina este livro em dois dias, no máximo, porque a curiosidade para saber como vai terminar o livro impera. Para quem gosta de histórias infanto-juvenis, independente de ser parecida com outra, também vai se divertir com Percy e sua turma.

Em alguns momentos os acontecimentos são previsíveis. Como em “O Príncipe Mestiço” de HP quando tomamos conhecimento do passado e história da família de Lord Voldemort, acabamos sabendo um pouco mais da história do vilão, Luke, e até tentamos simpatizar com ele, diante de sua história triste, o que acaba motivando toda a sua revolta. Em outros momentos dá canseira de tantas guerras e batalhas. O final não poderia ser diferente e ao término do livro, Riordan convence o leitor de que na balança, Percy acaba sendo aprovado e recomendado.

08
mai
10

Percy Jackson e os Olimpianos – A Batalha do Labirinto

“A Batalha do Labirinto” é o quarto de cinco livros que compõe a série “Percy Jackson e os Olimpianos”, escrito por Rick Riordan, um autor americano de muito sucesso no momento. O livro já começa literalmente quente, pois por mais que não queira e por mais que faça de tudo para não se meter em confusões, as confusões sempre procuram Percy e o encontram, como se o garoto fosse um para-raio de encrencas.

Sem querer destruir mais uma escola, principalmente a Good High School, a escola onde Paul Blofis, o namorado de Sally, mãe de Percy, lecionava. Percy vai durantes as férias de verão visitar o lugar, pois este seria a sua futura escola. No entanto, Percy começa a ser perseguido por líderes de torcida demoníacas, as mitológicas empousas. Mas para surpresa do garoto, acaba encontrando na escola Rachel Elizabeth Dare, a humana que conseguia enxergar através da Névoa que já aparecera na história anteriormente.

Na tentativa louca de sobreviver ao ataque, Percy luta contra as emposas e no meio da confusão que eles armaram, acabaram colocando fogo na sala de música da Good. E mais uma vez Percy receberia o crédito pelo acontecido. Por mais que Rachel tentasse ajudá-lo, ele no fundo sabia que não adiantaria muito.

Ao fugir da escola Percy encontra a leal amiga Annabeth e juntos eles voltam para o Acampamento Meio Sangue. Quando chegam, o garoto percebe algo estranho no ar e um novo visitante estava hospedado no Acampamento, Quintus, o novo instrutor de esgrima, com o seu adorável cão infernal. Ao tentar atacar o animal, Annabeth o impede e o alerta de que realmente algo estranho estava acontecendo no acampamento: o Labirinto que fora projetado por Dédalo como parte do castelo do Rei Minos, fora descoberto e uma de suas inúmeras entradas e saídas estava localizada no meio do acampamento e isso seria uma vitória e tanto para Luke, Cronos e seus comparsas, caso eles localizassem essa entrada e saída, pois assim conseguiriam destruir o acampamento sem precisar invadi-lo por fora.

Annabeth e Percy acabam encontrando a entrada do labirinto, meio por acaso. Quando retornaram do Labirinto, perceberam que pouco tempo havia se passado na realidade do acampamento, no entanto, para eles parecia ter passado um tempo bastante longo. Concluíram que o tempo no Labirinto não passava com a mesma velocidade que o tempo do lado de fora e isso poderia significar um problema. Pois eles precisariam ser rápidos para evitar que Luke e Cronos conseguissem o que almejavam.

Com o retorno de Annabeth e Percy, Quíron decide convocar uma nova missão. Desta vez os escolhidos deveriam localizar Dédalo antes de Luke, pois o objetivo do garoto era encontrar Dédalo para poder pegar o fio de Ariadne, capaz de tornar mais fácil e rápido se locomover dentro do Labirinto. Com isso, ele poderia facilmente encontrar a entrada para o Acampamento.

A missão deveria ser cumprida por Percy, Annabeth, Tyson e Grover. Grover tinha suas próprias razões para aceitar a missão, ele queria mais do que tudo na vida encontrar o deus que havia desaparecido, Pã. Essa seria mais uma tentativa de localizar Pã e ele tinha a intuição que agora estava cada vez mais perto de concretizar o seu objetivo.

Como não poderia deixar de ser, o grupo enfrenta diversos desafios e obstáculos. Combatem feras mitológicas, resgatam um prisioneiro que seria de muita ajuda para eles, descobrem uma maneira de se locomover no Labirinto com mais facilidade, mas também passam por apertos ao encontrarem com deuses que tinham grandes motivações para atrasar a missão deles.

Durante essa missão, Percy continua tento pesadelos, desta vez ele tem visto muito em seus sonhos, Nico di Angelo, o filho do deus Hades que pode estar ligado diretamente a uma profecia que determinaria o fim do Olimpo ou a permanência da existência dele. Ao se locomoverem pelo Labirinto, o grupo acaba encontrando Nico em um rancho e com a ajuda de Percy, o garoto consegue convocar a irmã morta. Ela era a forte motivação de Nico por sentir tanto ódio de Percy. O garoto achava que Percy era o culpado pela morte da irmã. Mas o seu espírito lhe aconselha e defende Percy. Após isso, Nico fica um pouco mais aberto para entender e enxergar melhor os fatos. No entanto, continua sendo fortemente influenciado por um fantasma nada bonzinho que tem seus próprios planos e objetivos.

Grover em meio a essa busca louca por Dédalo, acaba sentindo uma presença forte de Pã e diz que não poderia continuar na missão de Percy, teria ele mesmo que ir atrás da sua missão. Mas Percy não deixaria o amigo sozinho na sua busca. Juntos eles decidem dividir o grupo e Grover ganharia a companhia de Tyson na busca de Pã e Percy teria a companhia de Annabeth para localizarem Dédalo e ajudar a salvar o acampamento. Ao ficarem sozinhos e em meio a confusões digna de deuses, Percy e Annabeth enfim dão o primeiro beijo, selando um verdadeiro amor entre heróis.

Após passar um tempo na ilha de Calypso, Percy retorna ao acampamento. Fora tido como morto, mas ao retornar acaba sabendo que ninguém tinha notícias de Grover e Tyson e também ninguém sabia do destino de Quintus que desaparecera deixando para trás o cão infernal.

Percy e Annabeth teriam que dar continuidade à missão. Como eles não dariam conta de enfrentar todos os desafios sozinhos, Percy decide conquistar uma ajudinha extra, para isso ele vai atrás de Rachel, afinal a garota era capaz de enxergar através da Névoa e isso poderia ser muito útil para eles. E de fato a garota se mostrara muito útil ao conseguir enxergar melhor os caminhos do Labirinto. E assim, Percy e Annabeth enfim encontram o laboratório de Dédalo, mas para surpresa deles, quando o encontraram, viram que Dédalo era na verdade Quintus, o instrutor que desaparecera do Acampamento. Mas o estrago já estava feito: Dédalo já havia entregue o fio de Ariadne para Luke.

Rachel, Percy, Annabeth e Nico fogem juntos nas asas de Dédalo. Eles encontram uma passagem para o reino dos Titãs e para desespero e agonia de todos, eles presenciam uma cena bizarra: Cronos renasce, mas no corpo de Luke. Enfrentam o poderoso titã e quem salva a todos é o jovem filho de Hades.

Eles fogem mais uma vez e encontram com Grover e Tyson. Juntos eles finalmente encontram Pã e esse encontro não fora nada agradável, afinal o deus da natureza decidira por algo nada agradável para o jovem sátiro. Esse encontro fora também bem revelador para Rachel, pois seu pai estava envolvido em ações que não eram boas para o futuro da humanidade e a garota ao olhar para Pã se sentia muito culpada e envergonhada, mas ela de fato não deveria se sentir assim.

O grupo, sem Rachel, retorna ao Acampamento e comunicam a todos que Luke estava de posse do fio de Ariadne e o garoto utiliza o fio para liderar um ataque surpresa (será mesmo?) ao acampamento. Grover tenta contar a todos os sátiros que Pã fora encontrado, mas morrera e todos se colocam contra ele, dizendo que o que ele dizia era uma mentira e uma blasfêmia. Mas a verdade é que o jovem sátiro tinha razão.

O livro termina com uma visita um tanto especial e reveladora para Percy durante o seu aniversário. O deus Poseidon vai visitar o filho, presenteando-o com algo ligado a ele diretamente. Por fim, Nico aparece e revela ao novo aliado como Percy poderia derrotar o titã Cronos.

07
mai
10

Como Se Faz Um Novo Harry Potter

Apesar de adorar a saga “Percy Jackson e os Olimpianos” eu não assisti a adaptação do primeiro livro para o cinema. Primeiro porque eu só encontrei sessões dubladas, segundo porque me faltou tempo mesmo. Geralmente gosto das adaptações de livros infanto-juvenis que fizeram sucesso, mas em alguns casos elas destroem a obra e o imaginário do jovem leitor. Como foi o caso do péssimo filme “A Bússola de Ouro”. Já comecei odiando até mesmo a troca do título. Pois a primeira versão do livro lançada no Brasil se chamava “A Bússola Dourada” e por conta da versão feita para o cinema, uma nova edição fora feita para o livro e o título foi trocado para o mesmo do nome do filme. Além dele concordo com os outros exemplos dados pela jornalista na matéria.

Enfim, vou locar “Percy Jackson e o Ladrão de Raios” para ver no que deu. Afinal o livro é ótimo e adoro todos os volumes.

Matéria extraída da Isto É online: http://migreme.net/81k

 

Como Se Faz Um Novo Harry Potter

O personagem Percy Jackson, um garoto descendente de deuses gregos e herói de cinco best sellers, promete repetir o sucesso do bruxo milionário

Natália Rangel

 

O MENINO DA VEZ
O ator Logan Lerman interpreta o semideus Percy Jackson na versão cinematográfica do livro “O Ladrão de Raios”, de Rick Riordan, que tem estreia mundial prevista para 12 de fevereiro
 

 

Neste ano em que a saga do bruxo Harry Potter chega ao seu último capítulo com a estreia do filme “Harry Potter e as Relíquias da Morte”, adaptação do sétimo livro da autora inglesa J.K. Rowling, um novo herói da literatura infanto-juvenil contemporânea prepara-se para seguir o mesmo caminho e protagonizar nas telas uma longa temporada de aventuras fantásticas, desafios sobre-humanos e poderes extragalácticos. O personagem que promete duelar, ou somar forças, com o britânico Potter chama-se Percy Jackson. Ele é um garoto americano que encarna um semideus dotado de superpoderes e ganhou vida pelas mãos do professor de história e escritor texano Rick Riordan em cinco livros, todos lançados nos últimos seis anos nos EUA e que se tornaram febre mundial – no total já foram vendidos sete milhões de exemplares. Agora, para corroborar o êxito dessa série de best-sellers, o primeiro filme da saga, intitulado “Percy Jackson & Os Olimpianos: O Ladrão de Raios”, chega aos cinemas no dia 12 de fevereiro, numa produção assinada por ninguém menos que o expert em franquias cinematográficas, o diretor Chris Columbus (responsável pelas duas primeiras adaptações dos livros de Harry Potter). O jovem ator Logan Lerman interpreta Percy e já vem sendo comparado ao astro Daniel Radcliffe, que imortalizou o pequeno bruxo. Percy Jackson e Harry Potter comandam sagas distintas, mas os ingredientes que compõem a fórmula mágica do entretenimento adolescente – que também agradam aos adultos – são semelhantes.

 

TIME OLIMPIANO
Os amigos inseparáveis Grover, Percy e Annabeth no filme “O Ladrão de Raios”: o trio de heróis terá de enfrentar as forças do mal

Há dois garotos e uma garota envolvidos numa aterrorizante disputa entre as forças do bem e do mal, ao mesmo tempo que enfrentam as próprias limitações e inseguranças de crianças diante de assuntos adultos. O trio inseparável dessa vez reúne Percy, Annabeth (Alexandra Daddario) e Grover (Brandon Jackson). Nessa nova franquia, a bruxaria e a fantasia são substituídas pela mitologia grega e seus poderosos personagens. Os heróis, vilões, sábios, símbolos da magia e do poder, tudo isso está lá, só que com novos nomes. E também existe um colégio onde esses jovens dotados de poderes especiais são recrutados para estudar. Em vez da grande escola de magia de Hogwarts, presente em todas as histórias de Harry Potter, temos um Acampamento de Meio Sangue para Semideuses, onde os filhos gerados entre os imortais do Olimpo e os humanos são treinados e protegidos da fúria de monstros horrendos. E, como em toda a escola para adolescentes, há rixas entre grupos e disputa para ver quem é o mais poderoso. Para os fãs, as semelhanças entre os personagens param por aí, já que as tramas criadas por Rick Riordan têm fundamento histórico. “Harry Potter é pura fantasia e em Percy há referências a personagens mitológicos.

 

Para quem gosta de mitologia, é incrível perceber as relações, e quem não conhece diverte-se lendo mesmo assim”, diz a mineira Mirna Lima, 21 anos, integrante do fã-clube Percy Jackson Br, de Belo Horizonte. Além disso, o Olimpo das histórias de Riordan localiza-se bem próximo ao Empire State Building, pairando sobre o céu de Nova York. No primeiro livro, o narrador explica que os deuses gregos sempre habitam os centros vitais do mundo e, segundo o autor, o foco do poder e da força nos tempos modernos é o Ocidente, mais especificamente os EUA. Era pelo menos no que ele acreditava quando redigiu a história em 2004. Estudioso de mitologia, Riordan criou Percy Jackson tendo em mente o seu filho como primeiro leitor. Ao entrar para a escola, o garoto foi diagnosticado com dislexia e déficit de atenção e o pai passou a narrar-lhe histórias para ajudá-lo a lidar melhor com as dificuldades no aprendizado. A primeira aventura que imaginou mostra Percy com seus colegas de classe numa visita ao Museu de Arte Moderna, em Nova York, e é nesse local que ele recebe o primeiro sinal de que vilões mitológicos estão em seu encalço.Assim inicia-se “O Ladrão de Raios”, que dá a largada para uma grande e milionária saga. No Brasil já existem 15 fãs-clubes dedicados ao garoto semideus, surgidos na trilha do sucesso dos livros. As três primeiras aventuras da série foram lançadas no País pela Editora Intrínseca e a quarta, “A Batalha do Labirinto”, chega às livrarias no início de fevereiro, com tiragem inicial de 60 mil exemplares. O enredo novamente lida com narrativas mitológicas. Era assim em “O Mar de Monstros”, quando Percy passa pela mesma prova de Jasão, herói grego da Tessália, e precisa resgatar o velo de ouro para proteger a si mesmo e a seus colegas do Acampamento Meio Sangue. Com a chegada do herói adolescente aos cinemas, a legião de fanáticos só tende a aumentar. Percy Jackson não é bruxo, mas guarda truques e mistérios para agradar a gregos e troianos.

 

 

QUANDO A RECEITA NÃO FUNCIONA
Filmes que adotaram fórmula semelhante à do bruxo de J.K. Rowling, mas não obtiveram o mesmo sucesso

 

AS CRÔNICAS DE SPYDERWICK

A crítica acusou o filme de ser uma cópia piorada de “Harry Potter”. A franquia empacou na estreia do que seria uma trilogia porque deu um prejuízo de aproximadamente US$ 20 milhões aos estúdios

 

A BÚSSOLA DE OURO

A Igreja Católica considerou o filme antirreligioso e uma apologia ao paganismo. Outros críticos apontaram racismo na história. O desempenho financeiro foi um desastre e levou o estúdio New Line, independente há 40 anos, a ser incorporado pela Warner

 

UMA PONTE PARA TERABÍTIA

O trágico desfecho do filme (uma das personagens principais morre) gerou críticas de que a trama era mais apropriada a adultos do que a crianças. O faturamento abaixo das expectativas desmotivou os produtores em investir numa sequência

 

RIORDAN, O CRIADOR DO NOVO HERÓI

Fã do realismo mágico dos escritores Jorge Luis Borges e Gabriel García Márquez, o autor americano Rick Riordan diz que se inspirou neles para criar as tramas da série “Percy Jackson & Os Olimpianos”, que têm a fantasia como chave do enredo. Riordan não gosta que comparem o personagem de seus livros ao consagrado Harry Potter. “Eles são completamente diferentes”, disse ele à ISTOÉ.

ISTOÉ – Como o sr. cria suas histórias?
Rick Riordan – Sempre me imagino lendo um manuscrito em voz alta para os meus alunos. Dar aula me ensinou o que os jovens leitores acham chato e o que consideram engraçado ou interessante.

ISTOÉ – Por que a mitologia?
Riordan – Porque é um assunto fascinante. Eu apenas modernizei os mitos e muito frequentemente os mitos se tornam mais reais para nós do que a própria pessoa.

ISTOÉ – Vivemos criando mitos?
Riordan – Sim, criamos mitos acerca de tudo o que parece ser maior do que a vida – estrelas de cinema, músicos, estrelas de tevê e do esporte.

ISTOÉ – Qual o maior desafio ao trabalhar com a mitologia?
Riordan – O único desafio foi escolher quais mitos usar. Mesmo depois de cinco livros, ainda há muito material.

ISTOÉ – O que acha do fato de adultos também lerem os seus livros?
Riordan – Eu não os escrevo pensando nos adultos, mas se eles gostam, ótimo. Acho que adultos e crianças querem a mesma coisa de uma história – um bom enredo e personagens interessantes.

26
abr
10

Uma Nota Errada

Não dá para deixar de confessar que é legal a escrita de Gordon Korman, mas gostei muito mais do primeiro livro da série, “O Labirinto dos Ossos”, escrito por Rick Riordan. Rick tem um humor muito mais aguçado, dá aos personagens uma pitada de humor e situações engraçadas muito mais interessantes do que Korman. A personagem Dan, tem tiradas fantásticas e hilárias no primeiro livro, o que não percebi acontecer com relativa freqüência no segundo livro.

Senti falta da presença misteriosa do advogado Sr. McIntyre, de maior presença e envolvimento dos outros integrantes da família Cahill. Todos aparecem, mas são aparições curtas e pouco significativas (com exceção de Jonah Wizard) quando se comparar ao primeiro livro. Não percebi as perseguições eufóricas que Riordan nos apresentou em “O Labirinto dos Ossos”. Se não fosse a corrida de barcos em Veneza que começou no clã de Janus, pouco teria de substancial nas aventuras de Amy, Dan e Nellie.

Existe ação, não vou dizer que não há. Mas nada comparado ao primeiro volume da série. Estou julgando como leitora e admiradora da série, não como alguém que se propõe a fazer uma análise minuciosa dos livros. Até porque a proposta inicial de Rick Riordan foi lançar a primeiro livro e “passar a bola” adiante na história com a escrita de outros autores, isso sem contar um fato essencial: eu jamais li alguma obra de Gordon Korman. Portanto, não conheço seus textos e sua escrita.

Vai ver o objetivo da série seja mesmo focar a atenção nos protagonistas Amy e Dan e centralizar pouco nos demais membros da família Cahill. Não sei, realmente não tenho conhecimento de todos os detalhes da série, a proposta de cada autor designado e do próprio idealizador do projeto, Rick Riordan.

Não me decepcionei com “Uma Nota Errada”. Apenas esperei mais do livro, diante do que foi apresentado ao leitor no primeiro volume. Vamos ver como serão os demais livros, espero sinceramente que seja melhor do que esse e ao mesmo nível que “O Labirinto dos Ossos”.

Nesta nova aventura, Amy, Dan, Nellie e Saladin vão atravessar a Europa e chegarão à Áustria atrás da segunda pista dos 39 fornecidas pelo jogo mortal proposto por Grace. No início do livro, o primeiro problema é apresentado para os irmãos e sua baby-sitter: o gato Saladin se recusa a comer qualquer coisa que não seja Salmão e faz uma greve de fome, preocupando a todos, porque eles não tinham mais dinheiro para comprar um peixe caro como esse.

Os Cahill e Nellie estão a bordo do mais lerdo trem da Europa, a caminho de Viena, na Áustria, para descobrir a segunda pista sobre Wolfgang Amadeus Mozart. Desde que encontraram a primeira pista em Paris, Dan não deixara de tentar decifrar uma suposta mensagem na partitura de uma das músicas de Mozart. No entanto, por mais que ele olhasse e tentasse decifrá-la, não conseguia sair do lugar. Enquanto eles discutiam sobre a decifração da partitura de Mozart, nem imaginavam que os Holt estavam os seguindo e embarcaram no mesmo trem que as crianças. De vagão em vagão eles buscavam Dan e Amy.

Amy foi a primeira a avistar os seus parentes brutamontes e Nellie toma a decisão de protegê-los tentando atrasar os Holt dando uma de francesa maluca. No entanto, Hamilton, o filho de Eisenhower Holt, percebe e reconhece que ela não é nenhuma turista e sim a baby-sitter dos Cahill. Enquanto Nellie despistava os Holt, Dan e Amy decidem guardar a segunda pista no bagageiro, juntamente com o gato Saladin.

Como o plano de Nellie não deu muito certo, os Holt conseguiram encontrar os garotos e os agrediu, exigindo a segunda pista. Amy conta para eles que estava no compartimento de bagagens. Quando o Sr. Holt abre o compartimento, Saladin pula para fora, juntamente com vários pedaços de papel. A partitura havia sido destruída pelo gato, o que irritou profundamente os Holt e decepcionou completamente os jovens Cahill. Mas Dan declarara para Amy que ele de tanto olhar desesperadamente para a partitura desde a França em busca de alguma pista, ele decorara a partitura e desenhara outra igualzinha para Amy que ficara muito feliz pelo dom do irmão de ter uma ótima memória fotográfica. Desta vez eles deixaram a partitura muito bem guardada e longe de Saladin.

Quando os jovens Cahill saíram da estação ferroviária Westbahnof, em Viena, não sabiam que estavam sendo espionados pelos Kabra. No hotel, Dan sentou-se com seu laptop e procurou no google informações sobre Mozart e ficou horrorizado com a quantidade de sites que apareceram que falavam sobre o compositor. Em um dos sites ele e Amy encontraram a música KV617, uma das últimas que Mozart compôs antes de morrer e com a música viram a partitura. Dan percebe que é mais ou menos a mesma partitura. Na versão da internet faltavam algumas linhas. Eles desconfiaram que estas linhas que sobravam seria a pista.

Amy e Dan vão visitar a casa de Mozart na rua Domgasse que se tornara uma atração turística muito freqüentada. Após uma visita por todo o lugar, eles nada encontraram que pudesse os ajudar. Quando o tour acabou, para alívio de Dan que achara aquele programa um tédio, Amy viu que havia uma biblioteca no porão, uma biblioteca sobre Mozart. Mas não encontraram nada lá que pudesse os ajudar sobre a pista. No entanto, descobriram que Maria Anna “Nannerl” Mozart, a irmão mais velha de Mozart, era tão talentosa quanto o irmão, mas nunca recebeu tanta instrução nem exposição porque era mulher. O diário original dela estava na biblioteca. Amy preencheu depressa um formulário de solicitação e entrou para a bibliotecária idosa. Mas não seria possível ela lhes entregar o diário, pois com muito assombro, ela avisa a eles que o diário havia sido roubado.

Quando Amy e Dan voltaram para o hotel para se encontrar com Nellie e Saladin estavam desolados, de mãos vazias e frustrados, pois não havia mais esperanças para conseguirem a pista a tempo, pois quem roubara o diário estava a frente deles na busca da pista e para desvendar o caminho para a terceira pista.

Enquanto eles contava para Nellie o que acontecera na biblioteca da casa de Mozart, viram na televisão uma entrevista dada pelo pop-star Jonah Wizard. Notaram que ele estava dando a entrevista em frente a casa de Mozart, onde Dan e Amy estavam faz pouco tempo. O garoto estava chamando atenção de todo mundo e os meninos notaram que o pai dele não estava ao lado dele, mexendo como sempre no seu blackberry. Amy e Dan desconfiaram que tudo fora armado. Enquanto Jonah dava entrevista, desviando a atenção das pessoas, o seu pai teria tempo e tranqüilidade para roubar o diário.

Nellie, Amy e Dan bolam um plano para invadirem o quarto do hotel em que Jonah estava hospedado enquanto ele ia para uma festa de lançamento do seu DVD com o seu pai. Nellie se finge de faxineira do hotel para que os garotos pudessem ter acesso ao quarto de Jonah. No entanto, ela acaba errando o número do quarto onde o garoto estava hospedado e acabou tendo que atuar de verdade como faxineira, enquanto Amy e Dan desciam para o quarto correto de Jonah para procurarem o diário.

Amy e Dan vão para o quarto de Jonah e procuram pelo o diário, acabam encontrando um boneco que representava Jonah e viram que o boneco dava um golpe e ao dar o golpe um código saia. Amy achou que era um código secreto para que eles pudessem ter pistas sobre a segunda pista. Mas Dan explica para a irmã que aquele código é o que dava acesso a uma área de um site de Jonah na internet. Os meninos acabaram encontrando o diário em cima do lustre. Decidem colocar a cadeira em cima da mesa e Dan sobe na cadeira para alcançar o diário. Nellie, no outro quarto, acaba se envolvendo em uma enrascada, pois um dos seguranças do hotel aparece no quarto em que ela estava “trabalhando” e diz que ela não era funcionária do hotel, pois ela estava usando piercing e lá era proibido esse tipo de acessório. Nellie então dá a desculpa que é fã número 1 de Jonah Wizard e os seguranças acabam detendo-a. Enquanto o segurança lhe diz que ela teria que responder algumas perguntas, eles ouvem um estrondo vindo do quarto de Jonah. O segurança então chama pelo rádio vários outros seguranças, mandando que todos fossem para o quarto de Jonah.

No quarto do pop-star, Dan, em cima da cadeira, em cima da mesa, acaba tomando um tombo e caindo no chão, fazendo um barulho que chamara atenção de várias pessoas no hotel. Nellie se desespera ao pensar que os garotos estariam em apuros também e torce para que eles estejam bem e tenha conseguido pegar o diário.

Amy e Dan conseguiram pegar o diário, mas o problema agora era como eles iriam fugir. Sem ter como escapar dos seguranças, a única saída para eles era se jogar da janela para cair em cima do toldo do hotel. Por outro lado, Nellie teve que tirar uma foto e recebeu uma bronca pelo comportamento que teve. O que deixou a garota bastante apreensiva, pois ela estava em um país estranho e bem longe de casa.

Amy e Dan voltam para o quarto do hotel em que estavam hospedados e pouco depois de entrarem ouviram umas batidas na porta. Foram correndo pensando se tratar de Nellie, mas para a surpresa deles era a prima Irina, ex integrante da KGB russa. Irina pede o que os meninos roubaram do quarto de Jonah e em troca ela usaria o seu prestígio para liberar Nellie, que segundo ela fora presa pela invasão do hotel. Amy estava disposta a entregar o diário, já que Irina poderia ajudar Nellie. Mas Dan tem uma idéia melhor, resolve enganar a prima dizendo que o buscaram no quarto de Jonah fora um boneco do cantor que quando dava um golpe dava um código secreto. Irina, rapidamente, pega o boneco e vai embora. Amy ficou horrorizada, sem acreditar que o irmão fosse capaz de fazer uma loucura dessas, achou que ele havia perdido o juízo, mas Dan se sentia muito feliz por ter conseguido enganar a prima.

Pouco tempo depois, novamente bateram à porta. Para surpresa dos meninos, era Nellie. Os dois disseram que Irina realmente tinha influência para liberar Nellie da cadeia tão rápido. A baby-sitter deles dizem que ela não fora presa, apenas teve que responder algumas perguntas no hotel e teve que tirar uma foto. Dan fica chateado por ter sido enganado, quando na verdade ele achou que estava enganando Irina.

Quando Jonah e o seu pai voltaram da festa, encontraram uma equipe de funcionários do hotel limpando a bagunça do quarto. Os dois foram correndo direto para o lustre para verificar se o diário ainda estava ali. Mas para desespero deles, não estava. Jonah cobra explicações da equipe de segurança do hotel e eles mostram a foto de Nellie, dizendo que ela era uma fã louca dele e podia estar envolvida nesse acontecimento. Ele demora, mas reconhece a baby-sitter dos seus primos Amy e Dan e fica com muita raiva.

Atrás de qualquer pista que o diário possa dar, os meninos acabam não encontrando nada. Mas notam que algumas páginas do diário estavam faltando e sentiam que alguma dica estava ali, mas nada mais podiam fazer. Os três jovens e o gato vão para a cidade de Salzburgo, atrás de mais uma dica que pudesse os levar à segunda pista. Pois quando Amy tocara no piano do hotel a música da partitura que Dan desenhara para ela, uma mulher encostou em Amy e começou a cantar e diz a garota que aquele música não era de Mozart e sim de um outro cantor e que a música chamava-se “O lugar onde eu nasci”. Imediatamente Amy percebe que essa fora uma mensagem secreta trocada entr Mozart e Franklin e vão para a cidade onde Mozart nascera.

Quando eles estavam cidade já, do nada um pedestre atravessou na frente do carro em que eles estavam. Nellie já queria buzinar para reclamar do pedestre nem um pingo cuidadoso, mas Amy a detera, pois era Alistair Oh, o tio coreano deles. Amy então sugere que eles deveriam seguir o tio.

Os meninos viram que Alistair entrara em uma igreja, a arquibadia de São Pedro. Na igreja eles viram que os restos mortais de Nannerl Mozart estavam lá. Os meninos encontraram o mausoléu em que Nannerl estava enterrada e foram para as Catacumbas de Salzburgo. Amy percebera que ao redor deles, pelo menos metade do cômodo estava cheia de grandes barris velhos, empilhados até o teto e viram uma única folha de papel escondida, que parecia um pergaminho. Amy nota que é uma fórmula, mas como estava em alemão, eles não sabiam do que se tratava e tiveram a idéia de levar o papel para Nellie para que ele pudesse traduzir para eles.

Dan e Amy conseguem sair dos túneis e quando viram a luz do sol perceberam 40 pares de olhos assustados olhando para eles. Os monges beneditinos da arquibadia de São Pedro olhavam para os meninos de queixos caídos e como se os meninos não existissem de fato. Notaram o pergaminho que Amy carregava e com um grito, todos começaram a correr atrás das crianças com raiva.

Dentro do carro, Nellie viu os monges perseguindo as crianças, abriu a porta do carro para eles com pressa e quase sem conseguir se livrar dos monges, as crianças entraram no corro e conseguiram fugir. Amy conta para Nellie que eles acharam uma pista. Nellie pegou o pergaminho para traduzir e, horrorizada e com os olhos arregaçados, conta aos meninos que não se trata de pista alguma, era a receita de Bénédictine. Uma receita antiqüíssima, conhecida só pelos irmãos beneditinos há séculos. Por isso, os monges estavam correndo atrás deles, pois achava que os meninos tinham roubado a receita. Amy se sente mal e diz que eles precisavam devolver.

Nellie conta que levou Saladin para o veterinário, para ver se ele estava com pulga, pois o gato não parava de se coçar. Mas na verdade era um rastreador que fora colocada na coleira dele. Algum dos adversários dos meninos utilizaram o gato para monitorar as crianças.

Os meninos então voltaram a seguira o tio Alistair e viram que ele entrara em outra casa de Mozart e viram que o tio estava sentado de boca aberta em uma cadeira. A princípio pensaram que ele estava morto, mas como já era velho, deveria ter ficado cansado e imaginaram que ele estava dormindo. Amy e Dan pegaram a bengala do tio e sentiram que ela era muito leve. Desconfiaram e quando pegaram a parte de baixo perceberam que era um fundo falso. Pegaram um papel que estava escondido em um fundo falso da bengala e colocaram no seu lugar o rastreador que estava no gato. No papel que estava na bengala de Alistair, Nellie percebera que estava escrito em italiano e ela não entendia italiano. Mas sabia que havia algo sobre a cidade de Veneza no papel e tinha uma data: 1770. Mozart deveria ter 14 anos nesta época e ele se apresentara com essa idade por toda a Itália. O pai dele o levara para uma turnê pelo país. Então eles viajaram de carro de Viena para Veneza.

Eles começaram a seguir uma vã e viram que a vã estava seguindo uma limusine prateada. Então eles começaram a seguir a limusine. Viram que havia um estacionamento onde a limusine parou e eles estacionaram também. Viram que quem saíra da limusine fora Jonah e perceberam que ele estava se disfarçando para, nitidamente, não ser reconhecido. O que era um tanto estranho para um garoto que sempre fez questão de aparecer e ser reconhecido.

Todos entraram em uma balsa e perceberam que os meios de transporte na cidade eram a barco, balsa, gôndola ou a pé. A cidade era toda acima d’água. Os meninos continuaram seguindo Jonah e o seu pai. Viram que eles entraram em uma loja de cds e do nada eles sumira. Os meninos foram atrás enquanto Nellie ficou de lado de fora com Saladin.

Em uma das estantes de cds, Dan encontrou uma obra de Mozart e quando Amy colocou o cd em um aparelho de som e quando chegaram na última música o chão sumiu embaixo dos pés deles. Amy e Dan caíram por um túnel de metal. As laterais eram espelhadas e refletiam seus rostos cheios de pavor. Eles caíra em almofadas macias com enchimento de isopor.

Dan achou que eles tinham ido parar em outra casa de Mozart. Mas Amy diz que não podia ser. Viram obras de arte raras no local e livros que ela nunca ouvira falar. O piano do lugar começou a tocar um ragtime animado e Amy entendeu que ali era uma das bases secretas dos quatro clãs da família Cahill (Janus, Tomas, Ekatrina ou Lucian).a li era a base de Janus.

Eles estavam explorando o lugar quando ouviram barulhos de pessoas. Viram que o clã de Janus tinha uma seção dedicada ao seu músico mais famoso: Mozart. Viram Jonah e perceberam que ele estava trás de parte do diário de Maria Anna Mozart. Amy então pegou um tubo de tinta vermelha e correu em direção a um quadro com o retrato de George Washington e gritou que ou eles davam o papel que estavam escondendo ou o quadro seria destruído, todo pintado de vermelho.

Um homem gritou para que o quadro não fosse destruído e entregou aos meninos o papel que eles queriam. Com o papel em mãos, os meninos correram, mas foram perseguidos por todo clã de Janus. Conseguiram escapar por uma escada de metal e pegaram um barco. Dan começou a pilotar o barco fugindo dos barcos dos membros do clã de Janus, com Jonah na cola deles. Dan pegou os papéis e escondeu-os em uma almofada à prova d’água que estava no barco. A perseguição não parava e Dan sempre conseguia escapar de Jonah. Eles viram que havia mais a frente um engarrafamento de barcos e estariam perdidos, mas notaram também uma pequena embarcação de passeio atracado parcialmente escondida embaixo da ponte. Dan aproveitou para esconder lá, no Royal Saladin, a almofada, para o caso de serem pegos.

Parecia que Dan havia conseguido despistar os demais barcos que o perseguiam e quando recomeçara a se movimentar uma outra embarcação, um iate high-tech estava indo com tudo na direção deles. A lancha bateu com força no casco de aço do iate e se estraçalhou feito um brinquedo de madeira, então tudo ficou escuro para as crianças.

Quando eles despertaram, estavam salvos, mas em um aposento minúsculo mas bem luxuoso. Estavam no iate dos Kabra, que apareceram e exigiram das crianças os papéis que eles roubaram de Jonah, pois eles viram que Jonah estava perseguindo eles. Mas os garotos não tinham mais os papéis. Natalie então chama o marinheiro e manda que ele expulse as crianças do iate.

Enquanto isso, Nellie estava desesperada, mais do que nunca, preocupadíssima com a demora do desaparecimento das crianças. Então os viu todos molhados. Mas eles estavam mesmo preocupados com os papéis que eles deixaram no almofada no Royal Saladin, não com o frio que estavam sentindo.

Correram em direção à embarcação e perceberam que lá estava ocorrendo um casamento. Mas conseguiram resgatar a almofada e os documentos. O próximo passo para desvendar a segunda pista, aparentemente, estava em Fidelio Racco, um primo dos Cahill. Ele não era nenhum Mozart, mas tinha o seu valor. Amy e Dan foram até a galeria que Racco montara um dia. Eles foram até a casa de Racco e pagaram 20 euros para poder entrar.

Eles percorreram um corredor com móveis finos que terminava em um aposento circular. No centro, iluminado por uma luz azul, havia um cravo de mogno lustroso e era o instrumento que Mozart tocou em sua apresentação na casa de Racco em 1770.

Eles sentiam que a próxima pista estava perto, mas uma arma fora encostada na cabeça de Amy. Era Natalie Kabra. Ian entrou começou a tocar o cravo, conforme o que ele achou que o significado da mensagem no papel que os meninos roubaram do clã de Janus. Amy começou a decifrar a pista, mas quando tentou ajudar Ian para que não acontecesse o pior, já não dera mais tempo. No exato instante em que Ian apertou uma tecla, a tecla da armadilha, o cravo de Mozart explodiu jogando Amy e Ian longe. Na queda Ian bateu a cabeça no chão e ficou inconsciente. Dan então tratou de controla Natalie e acabou pegando a arma dela e atirando nela o dardo de sono que ela queria utilizar nos meninos.

Amy mesmo com o cravo destruído começou a tocar a partitura que Dan desenhara e o chão começara a tremer. Porém nada desabou, apenas uma nova abertura apareceu no chão. Apareceram espadas reluzentes, espadas de samurais. Perceberam que a próxima pista tinha a ver com Tungstênio, a matéria prima que tinha na liga de aço das espadas dos samurais.

Dan e Amy foram encontrar Nellie e contaram todas as aventuras. Dan mandou que todos fizessem as malas pois o próximo destino seria Tóquio, pois era de lá que vinham aquelas espadas.

Quem colocara o rastreador no gato Saladin para monitorar os garotos fora o advogado de Grace, o sr. William McIntyre. Mas para sua surpresa, o que encontrou não foram as crianças e sim Alistair Oh.

Encontrou-se com o homem vestido todo de preto, o misterioso homem que sempre estava espreita, e dissera a ele que os meninos encontraram o rastreador e que talvez eles fossem mais espertos do que Grace imaginava. E naquele mesmo momento em que eles conversavam, um avião rumava para o Oriente. E assim termina o segundo livro da série “The 39 Clues”.

Espero que a próxima aventura dos jovens Cahill no Japão façam jus à essa cultura milenar esplêndida e muito interessante. Desejo que o livro seja tão bom quando o primeiro, “O Labirinto dos Ossos” e melhor do que “Uma Nota Errada”.




Melissa Rocha

Jornalista apaixonada por cachorros e literatura, principalmente o gênero infanto-juvenil. Torcedora (e sofredora) do Palmeiras e Bahia. Fã de Drew Barrymore, Dakota Fanning, Anthony Kiedis e Red Hot Chili Peppers, All Star e Havaianas.

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