Arquivo de 25 maio, 2010

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Diário de um banana – A gota d’água

A série Diário de um Banana, para mim, começou muito boa, arrancando sorrisos e risos. O primeiro livro é simplesmente sensacional, o melhor. O diário de Greg tem histórias muito engraçadas, com situações divertidas e relata dúvidas e partes do cotidiano bastante comuns para um garoto de 11, 12 anos. E é um prato cheio para quem curte HQs.

O primeiro diário de um banana fez tanto sucesso, vendeu tanto nos Estados Unidos e ao redor do mundo que o estúdio 20th Century Fox comprou os direitos do livro e já inclusive terminou de gravar o filme, que tem previsão de lançamento na terra de Tio Sam em 19 de Março de 2011. Imagino que o filme vá ficar muito legal, pois a ideia do autor Jeff Kinney é muito interessante. Para quem quiser saber um pouquinho mais da história de Greg pode ler os posts anteriores que fiz sobre os outros livros, ou acessar o site oficial de diário de um banana basta entrar no site oficial http://www.wimpykid.com/

E para quem ainda não viu o trailer do filme

O sucesso não se refletiu apenas em uma adaptação para o cinema, o próprio autor, Kinney, decidiu presentear os leitores com uma sequência. O segundo livro, “Diário de um banana – Rodrick é o cara” é também muito divertido, dando uma maior participação nos acontecimentos da vida de Greg à Rodrick, o seu irmão mais velho que, como todo irmão mais velho, tira um bom sarro quando pode do irmão mais novo e como adolescente se acha o máximo, não sendo nem um pingo um modelo a ser seguido por Greg.

O terceiro livro, “Diário de um Banana – A Gota D’água” está mais voltado para a família como um todo, a relação com o pai, a mãe e alguns vizinhos que acabam tendo uma participação decisiva no futuro de Greg. Mas dos três é o que eu considerei o mais fraco e menos engraçado. Como se o autor tivesse utilizado todas as boas e melhores piadas e momentos divertidos nos dois primeiro livros. A vida de Greg está bem menos agitada, com problemas menores para se preocupar, como quem anda roubando, dentro da sua própria casa, os biscoitos que ele levaria para lanchar na escola, como solucionar o fato de que agora o ônibus não passa mais na sua rua e ele precisa ir andando para a escola em companhia do seu amigo meio infantil, Rowley e o triste dilema se o seu pai o mandará para uma academia militar para evitar que o garoto se torne um adolescente arruaceiro.

O livro está longe de ser ruim, apenas não conseguiu ser tão atrativo e engraçado como os anteriores. O próximo livro ainda não tem data prevista para chegar ao Brasil, pois só será lançado em outubro nos EUA, mas o título já foi divulgado: “Dog Days” (não vi o porque de ter o título “Faça você mesmo” em português, já que no original é totalmente diferente… enfim… coisa de brasileiro). Desejo muito que seja nos moldes dos anteriores que são sensacionais.

Para quem conhece a série ou é fã, e não tem problemas com o inglês, esta é uma entrevista bem legal com o autor, Jeff Kinney em que ele fala sobre os outros livros e também do próximo lançamento, previsto para 12 de outubro (será uma coincidência com o dia das crianças?).

Para quem conhece a série ou é fã, e não tem problemas com o inglês, esta é uma entrevista bem legal com o autor, Jeff Kinney em que ele fala sobre os livros.

25
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The Southern Vampire Mysteries – Vampiros em Dallas

O segundo volume da série “The Southern Vampire Mysteries”, “Vampiros em Dallas”, da autora americana Charlaine Harris que deu origem a série de TV “True Blood” traz novas e emocionantes aventuras de Sookie, Bill e Eric.

Após quase ter sido morta no primeiro livro, Sookie agora aparentemente está vivendo uma vida calma e tranqüila ao lado do seu namorado vampiro. No entanto, Lafayette, o cozinheiro do Merllote e amigo de Sookie, desapareceu. E fora encontrado morto dentro do carro do investigador de polícia da cidade, Andy.

Enquanto tudo indicava que quem havia matado o cozinheiro fora o investigador, Sookie não acredita nisso e, mesmo não merecendo, ela tenta ajudá-lo. Mas pouco ela pode fazer no momento, afinal fora convocada para uma missão em Dallas para ajudar alguns vampiros.

A nova missão de Sookie consistia em descobrir o que aconteceu a um importante vampiro que desaparecera e supostamente fora seqüestrado. Para isso Sookie pede em primeiro lugar que Bill a acompanhe, pois sem ele, ela não iria.

Assim que chega ao aeroporto, Sookie é perseguida por um homem vestido de padre, mas consegue se livrar dele e quando chega ao hotel em que ficaria hospedada durante o período que permanecesse em Dallas, percebe que o carregador de bagagem possui o mesmo dom que ela.

Ela fica a par do que aconteceu, quem era o vampiro que sumira, onde ele fora visto pela última vez e quem estaria envolvido no dia do seu desaparecimento. Conhece novos vampiros e também um humano que namorava uma vampira conhecida de Bill. Esse cara será o companheiro de Sookie na missão que ela tem a cumprir.

Para isso eles teriam que se disfarçar, fingir que eram casados e teriam que ir a uma igreja com fanáticos que odiavam os vampiros e eram totalmente intolerantes. Percebendo o perigo Sookie queria muito ir embora, mas os fanáticos não queriam permitir que eles fossem embora e acabam prendendo eles no local. Mas na verdade isso aconteceu porque eles já sabiam quem era Sookie e porque eles estavam ali, pois o namorado da vampira na verdade traíra eles e deixara os fanáticos a par de tudo.

Trancafiada em uma cela, Sookie quase fora estuprada por um brutamontes. Mas acabou apenas apanhando muito e ganhando vários machucados, pois antes que de ser violentada o vampiro bem antigo que estava desaparecido arrombou a cela em que estava preso e salvou Sookie.

Ela acaba descobrindo que ele na verdade não fora seqüestrado. Como carregava uma culpa muito grande por décadas atrás ele assassinar crianças e se alimentar do sangue delas, decidira que queria acabar com a sua agonia e se mataria, expondo-se a luz solar. Sookie tenta convencê-lo a não fazer isso e olhava para ele muito penalizada, pois ele fora transformado em vampiro quando era um adolescente. No entanto, ele está decidido.

Sookie tenta uma fuga louca e desesperada da igreja dos fanáticos e ganha uma ajuda muito especial: uma criatura que assim como Sam tinha a capacidade de se transformar em animal. E também se comunica com o carregador de bagagem do hotel e pede que ele fale para os outros vampiros o que estava acontecendo, pois ela estava correndo perigo e precisava de ajuda.

Após finalizar o trabalho pela qual fora convocada, Sookie e Bill voltam para a cidade deles e lá tentam ajudar Andy na história da morte de Lafayette. Para isso ela precisaria freqüentar uma festa em uma casa onde se praticava reuniões de orgia. Como não deveria e não queria ir sozinha, Sookie acabou ganhando a companhia de Eric. Como Lafayette era gay, Sookie achou melhor Eric se fantasiar e fingir que era um gay.

Esse é um momento muito engraçado do livro. Pois um vampiro bonitão e bem masculino se veste de forma bem espalhafatosa e feminina. Esse é um momento bem descontraído e bem humorado do livro. Pois eu não havia simpatizado muito com Eric no primeiro livro, mas a personagem dele me conquistou completamente neste segundo livro, principalmente por esse momento. Ele se mostra uma figura bem mais carismática e simpática em “Vampiros em Dallas” do que “Morto até o Anoitecer”. Espero que ele continue assim nos demais livros.

Quando Sookie e Eric chegam à casa Eric, fantasiado de gay, faz o maior sucesso tanto entre mulheres quanto entre homens. Utilizando o seu poder de ler mentes, Sookie consegue descobrir o que acontecera de fato com Lafayette e quem fora o culpado pela sua morte. Assim conseguiu inocentar Andy. No entanto, um ser muito sinistro aparece na casa onde tudo estava acontecendo e mata todos os participantes da festa de orgia, com exceção de uns poucos felizardos.

O que será de Bill e Sookie, será mesmo que esse romance entre eles dará certo? E Eric desistirá de vez de Sookie? Sookie se entregará aos encantos de Eric? Essas e outras respostas só saberemos nos próximos volumes. Mas se eles continuarem no ritmo que estão, posso dizer de antemão que serão muito bons.




Melissa Rocha

Jornalista apaixonada por cachorros e literatura, principalmente o gênero infanto-juvenil. Torcedora (e sofredora) do Palmeiras e Bahia. Fã de Drew Barrymore, Dakota Fanning, Anthony Kiedis e Red Hot Chili Peppers, All Star e Havaianas.

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